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TUDO SOBRE DROGAS ILÍCITAS,TODAS.
SOU DE BEM COM A VIDA, RESPEITO SEMPRE O DIREITO DOS OUTROS PARA SER RESPEITADO,SOU PACIENTE AO EXTREMO,GOSTO DE FALAR SOBRE AS ATIVIDADES GLOBALIZADA EM GERAL, SOU FACINADO POR TECNOLOGIA,GOSTO DE LER E ESCREVER,CULTIVO AINDA EM MENTE A MINHA INFÂNCIA, E A DIVISÃO ENTRE A PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA,ACREDITO EM DEUS,SOBRE TODAS AS COISAS;DALVINO....
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Agradeço a sua visita!
Inicio dos jovens,quando da admissão nas empresas.
Espaço de Dalvino José ZeferinoTITULO:O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO 19 noviembre "O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO" DE DALVINO JOSÉ ZEFERINO. O ECLIPSE DO PAI E O COMPLEXO DOS FILHOS
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ESTOU EM PLENA CAMPANHA; PARA O LANÇ
MENTO DA SEGUNDA EDIÇÃO,DO LIVRO " O COM-
PLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO " (AGUARDO
POR UMA EDITORA MANIFESTA-SE) FAVOR PROCU-
RAR NO MEU EMAIL zeferino1@oi.com.br.
A Complexa divisão social do trabalho, a participação das mulheres na vida pública, --
e sua critica ao patriotismo e ao machismo vigente trouxeram uma crise à figura dos pais.
De certa forma surgiu uma sociedade sem pai ou do pai ausente. O eclipse da figura do pai -
ausente entretanto, desestabilisou a família tradicional . O aumento, substencialmente--
dos divórcios,importa reconhecer, acarretou consequências por vezes dramáticas . Estatís-
ticas oficiais recentes referem que 90% dos filhos fugidos de casa ou sem moradia fixa, eram
de famílias sem pais; 70 % da criminalidade juvenil provinha onde o pai era ausente; 85% dos
jovens em prisões cresceram em famílias sem pai; 63% de jovens sucidas tinham pais ausen-
tes.A falta da figura do pai desestrutura os filhos / filhas, tira-lhes o rumo da vida e debili -
ta-lhes a vontade de assumir um projeto consistente de vida . Precisamos trazer de volta o
pai.às fls.13 do livro " O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO ',.Aguardo uma manifestação
de alguma Editora,para o lançamento da 2ª Edição deste livro, pois a 1ª Edição foi esgotada, -
qualquer interesse favor comunicar-se pelo e-mail " zeferino1@oi.com.br " ou pelo zeferino
500@ hotmail.com.Um ótimo final de semana para o senhor e para a senhora;Dalvino José
Zeferino.
" ORAÇÃO DO ADOLESCENTE (PARA REFLETIR) MIHEL QUOIST,"EM POEMA PARA REZAR" ORAÇÃO DO ADOLESCENTE
POR// Michel Quoist-do Livro " A Felici-
dade de Amar" de Odila Levassort.
Quisera amar, senhor,
preciso amar.
Todo o meu ser é um imenso desejo;
meu coração,
e meu corpo dentro da noite se tesam como
quem busca um desconhecido para amar.
Meus braços batem no ar e não consigo apan-
har um objeto para meu amor.
Estou sòzinho e queria ser dois.
Vivo sem ninguém para acolher-me na vida.
Porque ser rico assim e não ter ninguém a enriquecer?
Donde vem este amor ?.
E para onde vai?.
Quisera amar; senhor.
Preciso amar.
Aqui está, senhor; esta noite, todo o meu amor inativio.
Escuta, filho,
para um pouco, e faze, silenciosamente, uma longa romaria até o
fundo de teu próprio coração.
Caminha ao longo de teu amor novinho, como quem remontasse à
corrente de um regato para achar a nascente.
E bem no fim, já no fundo, no infnito mistério de tua alma conturbada,
me enontrarás, a mim , pois meu nome é Amor,
e desde sempre outra coisa não fui senão amor,
e o amor está em ti.
Fui quem te fez para amar,
para amar eternamente.
E teu amor passará para uma outra tu mesmo;
é aquela que procura,
fica tranquilo, ela está em teu caminho
a caminho desde sempre na estrada de meu
Amor.
Há que esperar que ela passe.
Ela se aproxima,
tu te aparoximas,
vos conhecereis,
pois para ti fiz seu corpo, e fiz o teu para ela.
Para ela fiz teu coração, e para ti o seu.
Procura-vos os dois dentro da noite,
em " minha" noite que se fará Luz se ame mostrais
confiança.
Guarda-te para ela, meu filho,
como ela se guarda para ti,
eu vos guardarei um para o outro,
e já que tens fome de amor, botei no teu caminho todos os teus irmãos
para amar.
crê, é um aprendizado bem longo o do teu amor,
e não há muitas espécies de amor.
Amar, sempre é deixar-se para ir aos outros...
Senhor, ajuda-me a esquecer-me por meus irmãos os homens,
para que um dia, dondo-me , eu aprenda a amar.
OBS: Este poema foi escrito por Michel Quoist. Um ótimo final de semana
para o senhor, e para a senhora, são os desejos de Dalvino José
Zeferino.
17 noviembre " SER HUMANO " E SEU COMPORTAMENTO /// POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO. " SER HUMANO E SEU COMPORTAMENTO "/// POR DALVINO.
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Na denominada pós-modernidade, em especial nas últimas décadas, as utopias
predominantes a respeito do que o SER HUMANO, deve e têm-se empobrecido -
gradativamente, à medida que se passa, cada vez menos, em razões políticas, fi-
losóficas, ética e religiões e, cada vez mais, em razões de mercado. É que as razões
diárias, no dia a dia dos cidadões,as grandes ideias políticas; apontam sempre para
além da banalidade dos nossos problemas,podemos agendar ai, saúde, habitação ,-
segurança, cultura, emprêgos, alimentação e outros encaixe de despesas obrigató -
rias na nossa vida.Encontramo-nos, porém frente a uma nova ordem simbólica, cara-
cterizada por um grande consumo de signos e imagens. O homem contemporâneo --
pode ser considerado tanto ator como consumidor, uma figura emblemática da socie-
dade, que se apresenta nos espetáculos imaginários, em constante pane,e apagões ,
da vida real,e não achamos uma solução no sentido de quem são os culpados,os gover -
nista limita-se a jogar a situação caótica e saturada à atmosfera,o tempo,aos raios,-
e nós enxergamos de outra maneira,de um lado podemos nos subjulgar culpados pe-
lo consumo, e podemos pagar a conta, haja visto que não podemos culpar ninguém ,
por outro a produção cultural atinge o INCONSCIENTE e perverte os desejos,incitan-
do assim os avanços tecnológicos que, por sua vez, desperta novos desejos.Entra-se
numa roda de produção de gastos sem fim. O capitalismo selvagem, mostra-se as -
sim,como um sistema, onde o crescimento da produção, para atender as necessidades
e os desejos, só faz aumentar a demanda, exemplo recente com a redução do IPI,as
montadoras saiu do vermelho pelo o menos aqui no Brasil, deu certo.O capitalismo vi-
ve da produção da carência, onde falta é constitutiva do seu sistema de produção e o
consumo,alavanca as deficiências nas produções.Vive-se do sintoma do consumo:fa -
zer-se devorar,e faz se drogar e deixam se individarem. Não se fala da carência das
necessidades básicas, que escraviza os mais pobres, e sim da carência no âmbito do
divertimento, que move compulsivamente a febre de se consumir. Seu lugar privilegia-
do são os SHOPPINGS CENTERS,onde não há relógios, não chove, não faz calor,pode --
até ter seus bleucates,mais não vai existir exageros, tem os seguranças, é o lugar do
mundo onde ninguém se culpa,e nem cobra uma imagem negativa,tudo é novo, e o --
imaginário coletivo da lugar ao assédio aos gastos, com os cartões os cheques pré-da-
tados,e se vão esquecendo todos do amanhã,das obrigações básicas.O ser humano
pelo seu comportamento pela necessidade da competição,do uso desnecessário, e do --
pensamento negativo. O desejo é o prazer possível; uma satisfação acentuada,e neces-
sário de gastar, o desejo é uma potêncialidade encarnada na cultura da vida e da auto-
ridade na liberdade do amor. O outro é o limite imposto pelo comportamento do seu ca-
rater.Um ótimo inicio de semana para o senhor, e para a senhora, são os desejos de Dal-
vino José Zeferino.
16 noviembre "O MUNDO DE SOFIA " /// RELATOS DOS TEXTOS./// O MUNDO DE SOFIA (POR/JOSTEIN GAARDER)
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Numa certa manhã de maio, pouco tempo antes de seu aniversário, de quinze
anos.Sofia encontra na caixa de correio um bilhete anônimo contendo apenas uma --
pergunta.Uma pergunta simples e estranha: "quem é você? Mas estranhos ainda são -
os postais que um major desconhecido começa a lhe enviar do Libano. Sofia deve en-
tregar os artões a uma certa Hilde Knag, filha do major, que estará completando quin-
ze anos exatamente no mesmo dia que ela. O problema é que Sofia não tem a menor --
ideia de quem seja Hilde Knag, tampouco ouviu falar daquele major. Este, porém, vai --
demonstrar conhecer cada detalhe da sua vida. A pergunta no bilhete e os misterio-
sos cartões farão com que o romance vá se desenvolvendo em dois planos distintos.Um
professor de filosofia se encarrega de ir apresentando a Sofia ,numa linguagem viva e
transparente, os principais capítulos da história do pensamento ocidental. O leitor par-
ticipa desses sobevôos filosóficos, as ideias centrais de sistemas parentemente impene-
tráveis vão sendo expostas numa série de lições que Sofia recebe em forma de cartas
ou de conversas devidamente ambientadas. O autor lança mão nesse ponto, de todo e
qualquer recurso capaz de tornar mais clara ou saborosa uma tese abstrata. O brinque-
do Lego ajuda na exposição das doutrinas de Demócrito. Uma fita de vídeo leva Sofia( e
o leitor) diretamente à Grécia antiga, onde Platão, em pessoa, será entrevistado. Fórmas
de bolo ajudam a compreender a teoria platônica das ideias. As lições de filosofia vêm --
emoldadas paralelo contidiano da menina.E aqui, a presença dos cartões-postais do Líbano
e da misteriosa Hilde Knag é cada vez maior. Objetos pessoais de Hilde começam a apa-
recer. O major parece estar a par de cada um dos passos de Sofia e de seu professor. A -
relação entre ambos vai sendo cada vez mais invadida por aquela história paralela. Ca-
da vez mais se evidência a existência de alguma relação entre o conteúdo das aulas e um
certo presente de aniversário que o major enviará a sua filha. Finalmente, na aula sobre
Berkeley , o presente chega a seu destino. Hilde está em sua cama. Abre o presente . O
Mundo de Sofia, finalmente, revela seus segredos ao leitor e um novo livro,ali,começa a
ser contado.
JOSTEIN GAARDER, norueguês, nasceu em 1952; estudou filosofia,teolo-
gia e literatura. A partir de 1991 ganhou projeção internacional com O mundo de Sofia.Da
autoria de Gaarder, a Cia, das Letras também publicou O dia do Curinga,Vita brevis,Através
do espelho, Mistério de Natal, O livro das religiões( em parceria com Victor Hellem e Henri
Notaker), Maya, O pássaro raro, A biblioteca mágica de Bibbi Bokken( em parceria com Kl
us Hagerup), O vendedor de Histórias e A garota das Laranjas. Pela Companhia das Le -
trinhas, saíram Ei ! Tem alguém ai ? e O castelo do príncipe sapo. A Cia das Letras,está de
parabéns em publicar TODOS os títulos já publicados internacionalmente do autor, nas suas
obras de Jostein Gaarder: O Mundo de Sofia, O dia do coringa, Vita Brevis,Ei!a Tem alguém -
ai ?,Atraves do Espelho, Mistério de Natal, O livro das religiões, Maia, O pássaro raro,O cas -
telo do príncipe sapo, A biblioteca mágica de Bibi Bokken,O vendedor de histórias e a Garo -
ta das laranjas,Jostein Gaarder,é um dos escritores renomados internacionalmente,está fa-
zendo histórias escritas de grande concentração de textos e leituras boas. Um ótimo inicio
de semana para o senhor e para a senhora, é o que deseja Dalvino José Zeferino. 14 noviembre " E AGORA ?." DO LIVROUM ADVINHO ME DISSE DO AUTOR ( TIZIANO TERZANI )AS FLS.447 DO SEU LIVRO. E A G O R A ?
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Quando retornei a Turtle House , nosso cão Baolí estava morrendo. Era
como se tivesse me esperado para que fizéssemos juntos aquela última corrida .
Agitava-se, tremia se lamentava. Se eu colocava a mão sobre ele, se acalmava.
Passei toda uma noite assim, e depois mais outra noite espantando os mosqui-
tos que pousavam sobre seus olhos agora vazios. Era penoso vê-lo sofrer. e me
lembrei do Prozac. Se uma píalula devia levantar meu moral, um pacote inteiro
com certeza ajudaria Baolí !. Dei a ele todo o conteúdo da caixa com um pouco -
de leite. E assim, até aquela mágica reserva que sempre viajou comigo, junto com
tantos outros amuletos para me proteger em caso de necessidade, repentinamen-
te se revelou muito útil. Sepultamos Baolí no Jardim ,aos pés de uma estátua do
deus Ganesh e à sombra de um bambuzal. Os empregados da Turtle House e os --
guardas da rua vieram depositar coroas de flores na cova e enfiar bastões de in-
censo na terra fresca. Com aquele cão partia uma grande constante na vida anda-
rillha da família: treze anos, de Hong Hong à China, ao Japão, à Tailandia. Quem
sabe em qual corpo terá se reencarnado ?. Talvez no de um superior.Talvez num
daqueles que, como cantava o general de polícia - meditador, depois de tantas vi -
das bem vividas; chegam enfim aos umbrais do Nirvana, estão para entrar, e depois
voltam para baixo a fim de passar aqui ainda mais uma vida. A última. Boa via-
gem, Baolí !. E eu ?. Para onde eu vou ?. O que devo me inventar agora que não --
preciso mais evitar os aviões ?. Claro, uma outra boa chance há de se apresentar. A
vida está cheia delas. Ouvi dizer que na Índia, próximo a Madras, existe um templo
em cujo interior um grande sábio de 3 mil anos atrás escreveu, sobre folhos de pal -
meiras, a vida e a morte de todos os homens de todos os tempos, do passado e do
futuro. A pessoa chega, conta-se e um monge se aproxima dizendo. " Estamos espe-
rando por você "a. E de algum lugar puxa uma daquelas folhas amareladas, com tu -
do o que aconteceu e tudo o que acontecerá ao visitante. Quando for viver na Índia
procurarei esse templo. Afinal de contas, o sujeito sempre tem a curiosidade de
conhecer o próprio destino. Um ótimo final de semana para o senhor, e para a senho-
ra.Dalvino José Zeferino.
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