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TUDO SOBRE DROGAS ILÍCITAS,TODAS.
SOU DE BEM COM A VIDA, RESPEITO SEMPRE O DIREITO DOS OUTROS PARA SER RESPEITADO,SOU PACIENTE AO EXTREMO,GOSTO DE FALAR SOBRE AS ATIVIDADES GLOBALIZADA EM GERAL, SOU FACINADO POR TECNOLOGIA,GOSTO DE LER E ESCREVER,CULTIVO AINDA EM MENTE A MINHA INFÂNCIA, E A DIVISÃO ENTRE A PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA,ACREDITO EM DEUS,SOBRE TODAS AS COISAS;DALVINO....
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Inicio dos jovens,quando da admissão nas empresas.
Espaço de Dalvino José ZeferinoTITULO:O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO November 02 - K E N N E D Y -(QUATRO VOZES)/ MANUEL BANDEIRA ÀS FS.68/69 DI LIVRO. K E N N E D Y
COMO todo homem que ama a liberdade e a paz neste conturbado mundo moderno,
senti rudemente o impacto da notícia do assassinato brutal e covarde de John Kennedy.
Ao contrário de meu querido poeta e amigo Carlos Drumond de Andrade, não tenho a me-
nor dúvida que o último Presidente dos Estados Unidos foi um autêntico grande homem.E de
tão original e simpátia personalidade !.tinha o ar e a coragem que pode ter um rapaz,quase -
um menino, e tinha, ao mesmo tempo, a ponderação de um velho experimentado; o próprio-
Kruschev de ter pensado assim quando se decidiu a aceitar o diálogo em termos de enten-
dimento com o seu extraordinário adversário. O único erro de Kennedy foi ter-se exposto, -
foi julgar que era necessário mostrar a coragem de expor-se, viajando na perigosa Dallas -
em um automóvel descoberto: um chefe de Estado não tem direito a essa prova de destemor.
Não sei se é verdade o que certa vez disse alguém, não me lembro quem, a saber que não
há homens isubstituíveis. Mas Kennedy me dava na hora que vivemos a impressão de um
desses homens.Com que prudência, a despeito de toda sua firmeza, soube parar aos gol -
pes da política celerada de Fidel Castro !. ( O truculento revolucionário cubano não teve uma
palavra de dó quando o mundo inteiro, inclusive os russos, começaram a deplorar a eliminação
criminosa do grande democrata.) Neste momento de seu sucessor, ilumine o espírito do povo
norte - americano, em especial a parte contaminada pelo ódio racista.Sou dos que acredita -
vam nas boas intenções de Kennedy em tudo o que se relacionava com as demais repúbli -
cas americanas dos que aacreditavam na Aliança para o Progresso, dos que acreditavam que
John Kennedy compreendia que o progresso, o fortalecimento do Brasil, seria no futuro uma
garantia para a sua pátria. Uma América com dois grandes países em bom entendimento, um
no Norte, outro no Sul, seria um baluarte da liberdade, Inexpugnaável a qualquer tentativa
da ordem democrática,tenho pena que a minha primeira crônica neste programa, criado -
por Murilo Miranda sob o título Quadrante na Rádio Ministério da Eucação e agora restaura-
do sob outro nome da P.R.D.5, tenha por assunto acontecimento de tão funesto luto.Mas era
impossível silenciar, pois é preciso que se saiba que o gesto indecente do português que deu
vivas ao assasino do Presidente Kennedy, diante da Embaixada Americana, não foi um fato
isolado: em certos meios comunistóides houve também regozijo de portas adentro: esses cre-
tinos decerto ignoram que o comuanísmo, desde Marx e Lenina, sempre condenou o expediente
político que era tão do agrado dos anarquistas, o assassino puro e simples.Um ótimo final de se-
mana para o senhor, e para a senhora , são os votos sinceros de Dalvino José Zeferino. November 01 ADMINISTRAR COM O CORAÇÃO DO LIVRO DE DANIE GOLEMAN,(INTELIGÊNCIA EMOCIONAL)ÀS FLS.162/165. ADMINISTRAR COM O CORAÇÃO
Melbum McBroom era um chefe autoritário, cujo mau gênio intimidava os que trabalhavam
com ele. Essa faceta de sua personaidade não seria tão signficativa caso ele trabalhasse num es-
critório ou fábrica. Mas acontece que McaBroom era piloto de uma companhia aéra.Em 1978, o
avião de MBroom aproximava-se de Portland, Oregon, quando ele percebeu que havia um problema
no trem de aterrissagem. Executou um procedimento padrão, circulando o campo de pouso em gran-
de altitude, enquanto tentava resolver o problema do mecanísmo .Enquanto se fixava no trem de -
aterrissagem, os medidores de combustível andavam rapidamente para o nível zero. Com os có-pilo -
to tinham muito medo das reações dele, mesmo entevendo a tragédia, ficaram calados. O avião --
caiu, matando dez pessoas.A história desse acidente hoje é contada, a guisa de advertência,em ---
treinamento de segurança dado a pilotos de companhias aérea. Oitenta por cento dos acidentes -
aéreos são devidos a erros que poderiam ter sido evitados se a tripulação trabalhasse de forma mais
harmônica. O trabaho em equipe, a existência de canais abertos de comunicação, a cooperatividade,
o saber escutar e dizer o que se pensa rudimentos de inteligência social, são agora enfatizados dos pi-
lotos em treinamento, juntamente com as habilidades técnicas que deles são exigidas.A cabine de
um avião é um microcosmo de qualquer organização de trabalho.Mas, não fora a dramatica consta-
tação da realidade de um acidente aéreo, os efeitos destrutivos causados por um péssimo tempera-
mento, trabalhadores intimidados ou chefes arrogantes, ou qualquer das dezenas de horas varieda-
des de deficiências emocionais encontráveis no local de trabalho,passariam em grande parte desper-
cebidos por aqueles que estão de fora do ambiente. Os custos dessa deficiência, porém, podem ser --
constatados através dos decréscimo no nível de produtividade,no aumento das perdas de prazo, em
erros e acidentes, e no êxodo de funcionários para ambientes em que se sintam melhor.Há, nos bai-
xos níveis de inteligência emocional no trabalho, inevitavelmente, um custo para o balanço final.Quan-
do isso se generaliza, as empresas desejam, e vão à ruína. O custo-benefício proporcionado pela in-
teligência emocional é uma ideia relativamente nova nas empresas, que alguns administradores hesi -
tam em levar em consideração. Uma pesquisa feita junto a 250 executivos constatou que a maioria --
achava que no trabalho deveriam usar " A CABEÇA, E NÃO O ORAÇÃO ".Muitos disseram temer que a
empatia ou solidariedade para com aqueles com quem trabalhavam os pusesse em conflito com as me-
tas organizacionais. Um deles achava que a hipótese de sentir os sentimentos daqueles com quem
trabalhava era absurda, seria disse, " IMPOSSÍVEL LIDAR COM AS PESSOAS ".Outros argumentaram
que, caso não mantivessem um distanciamento afetivo, não seriam capazes de tomar as decisões --
"DURAS"que os negócios exigem embora a probabilidade seja de que pudessem tomar essas decisões de
um modo mais humano.A pesquisa foi feita na década de 70, quando o cenário no mundo dos negócios
era muito diferente. O que quero dizer é que, hoje, esse tipo de atitude é obsoleta, uma luxo de dias
passados:a uma nova realidade competitiva impõe a utilização da inteligência emocional no ambiente
de rabalho e no merado. Como observou Shoshona Zubolf, psicóloga da Escola de Comércio de Ha-
vard, "AS EMRESAS PASSARAM POR UMA RADICAL REVOLUÇÃO NESTE SÉCULO E, CONSEQUENTEMEN-
TE,O CENÁRIO EMOCIONAL TAMBÉM MUDOU. HOUVE UM LONGO PERÍODO DE DOMINAÇÃO ADMINISTRATI-
VA NA HIERARQUIA EMPRESARIAL, QUANDO SE PREMIAVA O CHEFE MANIAPULADOR, O COMBATENTE NA
SELVA.MAS ESSA HIERARQUIA RÍGIDA COMEÇOU A DESMORONAR NA DÉCADA DE 80, SOB PRESSÕES VIN-
DA TANTO DA GLOBALIZAÇÃO COMO DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO. O COMBATENTE NA SELVA HOJE
SIMBOLIZA O QUE AS EMPRESAS ERA ONTEM O VIRTUOSE EM APTIDÕES INTERPESSOAIS É O QUE AS EM -
PRESAS SERÃO AMANHÃ ". Essa observação faz sentido imaginem as consequências para um grupo de
trabalho em que um dos participantes nãoa pode expressar sua araiva e não é sensível ao que sentem
as apessoas à sua volta. todos os efeitos deletérios de perturbação do pensamento examinados an -
teriormente,também se aplicam ao ambiente de trabalho: quando emocionalmente perturbadas,as pes-
soas não se lembram, não acompanham, não aprendem nem tomam decisões com clareza. Como disse um
consultor administrativo:A tensão iidiotiza as pessoas.Do lado positivo, imaginem como são proveitosas -
para o trabalho as aptidões emocionais básicas, estar sintonizado om os sentimentos daqueles com --
quem tratamos, saber lidar com discordâncias para que elas não cresçam, saber entrar em fluxo na --
execução de um trabalho. Liderar não é dominar, mas, sim, a arte de convencer as pessoas a traba-
harem em vistas a um objetivo comum. E, em termos de condução da própria carreira, talvez não haja
nada mais essencial do que saber o que sentimos a respeito do que, e que madanças nos deixariam
de fato satisfeitos com o nosso trabalho.Um motivo menos óbvio para que as aptidões emocionais
devam ser a prioridade número um no plano das habilidades empresariais é o fato de promover
mudanças radicais no ambiene de trabalho. Vou explicar o que quero dizer identificando a importância
que há na utilização de três tipos de aptidões da inteligência emocional: poder externar reclamações
sob a forma de críticas construtivas , criar uma atmosfera em que a diversidade não se constitua numa
fonte de discórdia e onde o trabalho em equipe seja eficaz.Um ótimo final de semana para o senhor e
para a senhora, são os sinceros votos de Dalvino José Zeferino. October 31 " A FINALIDADE DOS HOSPITAIS PSIQUIÁTRIOS " POR EDMUNDO MAIA DO LIVRO INSTANTÂNEOS NA VIDA DE UM PSIQUIATRA.ÀS FLS 110/115. A FINALIDADE DOS HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS
Escrito pelo Dr.Edmundo Maia/médico psiquiátrico
"Antes não ter Hospital Psiquiátrico
do que er maus Hospitais Psiquiátricos"
(recomendação da OMS)
"Não é o lugar que eleva o homem. É o homem
que eleva o lugar".(Calderon).
O Mundo transforma-se vertiginosamente. Surgem a cada dia novas condições
de vida material, sanitária e econômica. Novas formas de educação e de convivência social.Novos -
tipos de relações familiares e de relações humanas. Novas exigências. Novas ou maiores dificulda -
des, ao lado, é certo, de mais conforto e de mais facilidade. Novos conflitos, ou melhor, maiores con-
flitos.E de tudo isso parece resultar que a Humanidade sofre de um desespero vago, padece de -
angústias mal definidas. Como se estivesse à procura de Fé, de Esperança, de Paz, de Harmonia,
de tranquailiade.Dos indivíduos com fraquezas constitucionais, os indivíduos mal preparados psico -
logicamente para enfrentarem a vida real descompensam. Desajustam-se. Desequilibram-se.Causam
transtornos sociais. Sofrem e fazem sofrer. Surge, então, uma nova sociologia das pertubações
mentais das neuroses e dos sofrimentos corporais de origem psicológica.A tomada de consciência da
saúde mental dos povos participa dos grandes problemas da evolução histórica da nossa época. A
situação mental da Humanidade é trágica.Requer cuidados e atenções especiais. E somos nós, Srs(os).e
Shs(as),os psiquiatras, os mais indicados a enfrentar esse problema. O problema número 1 de saúde Pú-
blica,no sentido de despertarmos o interesse pela Higiene Mental. De fazermos a Psiquiatria Preven -
tiva. De dinamizarmos a Psiquiatria curativa em todos os seus setores de praticarmos a reabilitação
do doente mental.Os progressos da Psiquiatria permitem afirmar que a função dos serviços de Saúde
Mental, hoje, não mais se restringe ao internamento dos doentes.Mas, sim, ao seu tratammmento e a
sua recuperação social.Será de maior eficiência,a meu ver, uma organização longitudinal harmoniosa:
ambulatórios, hospital, centros de recuperação, do que o desenvolvimento transversal, em que o país,
por exemplo, fique dotado de uma série de bons hospitaais ou clínicas psiquiátricas.A distribuição dos
leitos psiquiátricos deve, segundo opinião da Comissão Dinamarquesa, obedecer ao seguinte esque-
ma: 10 % em setores psiquiátricos de hospitais gerais 60 % em hospitais psiquiátricos e 30 % em cen-
tros de recuperaçãoa e colocaçãoa extra-familiar.Moaclay pensa que 50 % dos leitos dos hospitais psi-
quiátricos poderiam ser substituídos do seguinte modo : 10 % para melhoria dos serviços de consul -
tas externa e domiciliar;10a % para serviços de pós- cura; 5 % para seções psiquiátricas de hospi -
tais gerais; 25 % para serviços de recuperação e adptação para doentes de evolução prolongada.
Insisto em repetir que a orientação maoderna da Psiquiatria faz do hospital, não mais um asílo e,sim,
um centro de cura e de recuperação. Não mais basta confirnarmos os doentes mentais.Não mais bas-
ta apoiarmos os métodos de tratamento biológicos mais ativos.Torna-se necessário utilizarmo-nos de
toda vida social do hospital para a recuperação ae reintegração do doente. O hospital deve ser, como
dizia Esquirol, um instrumento de tratamento.E par que isso aconteça. Srs. e Sra.,é necessário a
a dedicação, o esforço, a noção do cumprimento do dever de cada um. Médicos. Enfermeiros.Funcionários
Servidores em geral. Do mais simples ao mais graduado.Sabemos que grande número de leitos é ocupa-
do por doentes crônicos. Em geral consideramos casos perdidos. E pouco ou nada fazemos por tais -
doentes. Solomon afirma,porém, que o tratamento dos doentes mentais crônicos continua a ser um dos
grandes deveres do psiquiatra. Enternar estes doentes em asilos ou em grandes hospitais, onde se acu-
mulam numa atmosfera de tristeza, desespero e deterioração, é um erro. Um erro grave. Pois somos
que muitos dos doentes que vivem asilados são suscetíveis, desde que existem serviços sociais psiquiá-
tricos, a serem adaptados à vida social.Sabemos também que nos rendes hospitais psiquiátricos estão
inernados doentes suscetíveis de viverem no exterior, desde que tratados adequadamente. Graças aos
modernos recursos terapêuticos recuperam-se de modo estável muitos doentes com 10, 15 , até 20 anos
de internação hospitalar, enquanto antes, a possibilidade de obter alta era uma para cem.Garrat estudou
a população dos hospitais psiquiátricos de Biringham e deduziu que: 12 % dos doentes não precisavam
estar hospitalizados e 40 % podiamaa ser tratados fora dos hospitais psiquiátricos.Backer, diretor do Hos-
pital de Banstead, afirma que os 2.450 doentes aí internados poderiam ser substituidos, com vantagem
por um hospital de 300 leitos, desde que existissem serviços de pós-cura do tipo dos albergues e oficinas
protegidas.
Buscamos a verdade com nossos doentes e nos não percamos com teorias ou escolas,
que podem retardar a evolução da Psicologia e da Psiquiatria, faço minhas as suas palavras. E porque sou
psiquiatra eclético, cientifico aos colegas deste serviço que estou disposto a cooperar com qualquer gru-
po ou escola psiquiátrica. Desde que seus componentes não fiquem em discussões estéreis. Desde que -
cumpram o seu dever de médico, procurando tratar a salvar, das trevas da doença mental, aqueles que
sofrem e que precisam de nossa ajuda.
A todos, jornalistas, sacerdotes, médicos, psiquiatras, psicólogos, enfermeiros,funcio-
nários, pessoas bem intencionadas de qualauer profissão ou classe social, faço um veemente apelo para
que, de mãos entrelaçadas, caminhemos interessados, séria e sinceramente, em buscaa de melhorar as
condições de vida deste ser complexo que é o homem. Nossa tarefa é grande.Vamos trabalhar, senhores,
trabalhar pelo nosso Brasil.Um ótimo final de semana para o senhor, e para a senhora, são os sinceros vo-
tos de Dalvino José Zeferino. " MACONHA,A ERVA MALDITA DO LIVRO DO Dr.Edmundo Maia INSTANTÂNEOS NA VIA DE UM PSIQUIATRA às fls.79/82. M A C O N H A A ERVA M A L D I T A
P/Dr.Psiquiatra Dr.Emundo Maia.
A porta de entrada e o primeiro degrau para a escalada da toximania ou
dependência geralmente a maconha. Por seu fácil comércio e por seu baixo cus-
to.A MACONHA, a " ERVA MALDITA ", o viciado passa às " bolinhas ".Daqui, para
as " PICADAS "é um pulo. depois, chega ao "ácido " (LSD). A seguir ao " PÒ "(cocaí-
na.Até chegar ao último degrau, a heroína.A MACONHA foi usada inicialmente para
fins indústriais na fabricação de fibras para corda. Para tal fim, o imperador chinês
Shen Nung,a cerca de 2.800 A.C, incentivava o cultivo do cânhamo " Tsing Ma",
que é a nossa maconha. Na India,Susruta, no ano de 1.000 A.C - referia-
se a ela sob o nome de "ganja ", a " ERVA DOS FAQUIRES". No século VIII A.C, na
Assíria, era conhecida sob o nome "Qunabu", provável origem da palavra "Cannabis".
No oriente Médio, chamava-se " hashish ". Esta, na realidade, é uma mistura de
maconha fervida com manteiga ( de camelo) e temperada com mel, noz - mosacada
e pistache.Devido sua alta concentração de resina, é cinco a seis vezes mais forte
que a MACONHA comum . Os árabes fumam-na no cachimbo especial chamada "NAR-
GHILLÉ".No Brasil deu entrada em 1549, trazida pelos escravos negros. Chama -
vam-na " FUMO DE ANGOLA ". Depois recebeu outros nomes: " PANGO ","RIAMBA",
"diamba", "liamba", "aliamba", " umabuaru ", " gererê," "birro"," dirijo","atchi","fumo-
bravo",erva-do-diabo" e outros.Em 1800, invadiu a Europa. Na Rússia, usavam-na ,
sob a forma de rapé, com o nome de " anaschá".Na Iatália, chamavaa-se " canapa".
Na Espanha, "cânhamo".Na França, " chanvre".Na Bélgica, "Kemp". Na Polônia,"Konopj".
Em outros países, sempe com nomes diferentes. O poder toxígeno da MACONHA de -
pende do terreno em que cresce. E, das partes da planta que entram na mistura da
droga. A planta feminina é mais alta e mais alta e mais tóxica que a masculina. Os
traficantes costumam adulterar a maconha, para obterem maiores lucros, associando
erva-macaé, chá, oréga no, malva e outras plantas. Até capim. A fumaça de MACON-
HA cheira a alfafa ou mato verde queimando. acom a adição de mel de abelha,para dis-
farçar o cheiro característico, a substância adquire odor similar ao do estragado.O -
principal ingrediente ativo da maconha é o ácido tetrahidrocanabinol, ou ATHC, desco-
berto em 1940 e sintetizado em 1964, por Garone e Mechoulan.A maior ou menor efi -
cácia da maconha depende do teor do THC. Os viaciados usam, além dos " baseados "
(1,70 g) e dos " fububgis" ( 1.00g), outras embalagens, como " trouxinhas", " morrões",
"dolares, " bombas", mutucas",. Em Cuba, há preferência para " chicharra", cigarro típico,
uso coletivo. Nos Estados Unidos, surgem agora os pequenos e sofisticados " marihuana
pipes".Os "BASEADOS",e " FININHOS"são adquiridos pelo próprio " viciado".Ou comprados
ao " VAPOR "pequeno traficante que " TRANZA", para manter o próprio vício. Os VAPO -
RES, ligam-se aos grandes traficantes das " bocas - de - fumo ".Estas estão ligadas ao
"PAIÓIS" ou armazéns.Que são abastecidos pelo matuto. O matuto traz erva do Nordes-
te, em maias de viagem, nos pneus de caminhões, nos tambores de gasolina.Isso sob o
patrocinio do " MAGNATA ".QUE É DESCONHECIDO PELA MAIORIA DA " GANG".E que
sem correr riscos diretos, obtém os maiores alucros do crime.Há ainda os abastecedores
autonomos, que trabalham ao lado de verdadeiras organizações criminosas.Os maconhei-
ros tendem a reunir-se em grupos, formando por vees verdadeiras comunidades, ou
"gang".Que seguem as ordens de um líder, o cabeça-feita".Geralmente psicopata ou um
paranóide.Os efeitos decorrentes do uso da maconha dependem da quantidade absorvi-
da das circunstãncias em que foi usada, da sensailidade e do caráter do viciado, enfim da
estrutura bio - psico-física do indivíduo.Os efeitos maléficos da MAONHA, sobre o Sistema
Nervoso Central e o Sistema Neuro - Vegetativo manifestam-se 20 a 30 minutos após seu
uso. De início, sobretudo nos principiantes, podem ocorrer náuseas,a vômitos, vertigens,
tonturas. E palidez, seguida de ruborização da pele.A seguir, o usuário mostra um "FACIES"
característico - expressão de cinismo,blefaroptose que causa estreitamento da fenda pal-
pebral ( " olhar de mormaço",congestão ocular( olhos avermelhados), epífora(lacriameja-
mento) e midriáse (dilatação da pupila, da " menina dos olhos").A palavra passa a ser arras-
tada.A mucosa bucal torna-se ressequida. A saliva, espessa e escassa; daí o maconhado não
consegue cuspir.Torna-se também ansioso.Angustiado , com fobias.Rosto e mãos suadas.
Respiração lenta e superficiial. Batimentos cárdíacos aumentados. Pressão sanguínea alterada.
Diminuição da coordenação dos movimentos ( ataxia). Pode sentir-se leve ou ter a senasação
de estar plainando, ao locomover-se. Pode apresentar vivência do tempo alterada (lenta).La-
bilidade de humor; risos imotivados podem converte-se em choro convulsivo.Comportamento
nessa fase, francamente irritável, confuso, paranóide, desconfiado, " grilado ".A partir dos 30
ou 40 minutos, o maconhado passa apresentar sensações de euforia ( ou de tristeza). Rela-
xamento muscular; falso bem - estar. Volubilidade verbal. Vivacidade mental. Criatividade au-
mentada, mas distorcida. E extravagante, ao lado de uma perda e autocritica. Juízo moral
deterioarado. Inibições diminuídas ou ausentes. Auto - suficiência hipertrofiada. Reações
emocionais sem controle. De feitos do caráter acentuados, impúlsos instintivos negativos li-
vres,soltos,libido diminuida, não obstante surja, de inicio, um aumento duvidoso, e passagei-
ro, das sensações sexuais.Ao cabo de 90 minutos , o MACONHADO mergulha num estado de
embriaguez. Passa então a ter ilusões, ou pseudo-alucinações características,com a realização
falsa de esperanças fomentadas. No auge da " onda", o paciente,em transe, vive sua própria
imaginação.O pensamento parece-lhe um sonho.Facina-se por determinado tema, que repete.
Como, por exemplo, uma melodia.Depois, pode adormecer. Ou entrar em pânico. e tornar-se violento.
até agressivo. Este êxtase prolonga-se por 3 a 12 horas. Ao despertar, o individuo pode lem-
brar-se de tudo o que se ocorreu.Depende do estado oniróide. Ou tambem se não recordar
de nada. Neste caso, deve ter tido uma ausência, provavelmente por ser portador de elemen-
tos da linha epilética.O uso prolongado, crônico da MACONHA, produz efeitos constatados à
distância. " FACIES", aparvalhado. Pele pálida, acinzentada. Emagrecimento.Inflamação das
mucosas.Perda da iniciativa. Passividade. Dimuiação da capacidade de concentração. Lentidão na
associação de idéias rouqudão. Embotamento dos valores éticos. Impotência sexual.Nos predispo-
tos, podem desencadear-se sustos psicóticos ou manifestar-se convulsões epileptiformes.É
contra-argumentar, com firmeza, frente áqueles ( MACONHEIROS OU TRAFICANTES GERA LMENTE)
que defendem o uso livre da maconha, a erva maldita. A porta de entrada e o primeiro degrau
para a escalada da dependência ou toxicomania, o que torna mais ameaçadora para o bem públi-
co. Um ótimo final de semana para o senhor , e para a senhora, é o que deseja Dalvino José Ze-
ferino.
October 28 "ALCOOL - ESSE FLAGELO SOCIAL "- DO ESCRITOR EDMUNDO MAIA ÀS FLS 83/88-DO LIVRO INSTANTÂNEOS (NA VIDA DE UM PSIQUIATRA). ÁLCOOL ESSE FLAGELO SOCIAL
O Álcool,cujo termo vem do árabe - AL - KOHOL quer dizer o sutil. É conhecido
desde os tempos mais remotos.Segundo os alquimistas árabes, o álcool era produto es-
pirituoso e inflamável da destilação do vinho, que é o licor obtido pela fermentação da
uva.Hoje, porém, prepara-se o álcool também pela fermentação de outros vegetais ,
como beterraba, milho, arroz, cana-de-açúcar(donde a conhecida " PINGA", ou CACHAÇA,
brasileira,laranja,caju, mandioca(da qual se faz a aguardente chamada " CAXIRI", dos
índios do Brasil e se pretende fazer álcool-combustível, em substituição ao petróleo).
Há vários modos de o indivíduo alcoolizar-se. Um deles é beber continuadamente.
Ao cabo de algum tempo, a vítima mergulhará no legítimo " estado alcoólico". Outros be-
bem por fasaes cíclicas, por surtos períódicos, nas quais se vêm impulsionados a beber -
sem controle, sem poder parar, após o primeiro gole. Estes constituem os casos graves
de DIPSOMANIA.Tanto uns como outros, dentro de algum tempo variável, para cada pes-
soa, apresentarão grave impregnação tóxica no cérebro e nos demais órgãos. Como fíga-
do, estômago, coração, baço, rins, sistema nervoso.Segundo uma lenda.Noé(ou Adão),
teria sido o primeiro homem a plantar a vinha. A lenda conta que o Diabo irrigou a videi-
ra com sangue de 3 animais: o macaco, o leão e o porco,que simbolizam as fases do alco-
olismo agudo. Na fase do macaco (1ª ), a pessoa fica irriquieta, buliçosa, desinibida.Seria
o período " social", das reuniões sociais. Torna-se loquaz. Relata até segredos íntimos.Daí
a expressão" ain vino veritas".às vezes, após esse período inicial, o embriagado apresenta-
se calado, deprimido, taciturno, sonolento. Na fase do leão (2 ª), torna-se violento, impúl-
sivo e agressivo, oferecendo perigo aos circunstantes. Pode até cometer crimes de gravi -
dades.Na última fase , a do porco (3ª),o "BEBUM"a, perde a compustura, baba , lambuza-se,
fica sórdido,cai em sono profundo.O alcoolismo manifesta-se sob diversas formas clínicas.
Ei-las, numa síntese informativa.
EMBRIAGUEZ PATOLÓGIA - após a ingestão de pequena quantidade de qualquer be-
bida alcoólica, a pessoa entra nun estado de ofuscação mental e libera sua impulsividade e
agressividade, praticando atos anti-sociais, passada esta crise,geralmente o paciente de
nada se recorda. Ou se lembrará vaga e fragmentariamente do que lhe aconteceu.
ALUCINOSE ALCOÓLICA - O alcoólatra, neste estado, "ouve " vozes imaginárias, que
ofendem, " vê " imagens que o perseguem e tentam matá-lo, " sente", bichos correrem sobre
sua pele...
DELÍRIO ALCOOLICO DE CIÚME - O alcoolista enfraquecido sexualmente, sente-se traí-
do pela esposa e vive cismado, desconfiado, interpretando mal os fatos, na expectativa de fra-
gar adultério...
DELIRIUM TREMENS - É o estado de muita gravidade 20% destes casos chegam à morte.
O paciente apresenta remores e suores abundantes. Torna-se confuso. Desorientado.Delirante .
Alucinado. Vê e ouve coisas fantásticas e horripilantes, que o angustiam e o aterrorizam
como animais (zoopsias) em tamanho reduzido (micropsias).
DIPOSOMANIA -Ocorre naquelas pessoas que passam dias, semanas ou meses sem be -
ber.Mas qando bebem, o fazem comapulsivamente. Numa espécie de sede insaciável, de fúria.
Beben dias seguidos sem conseguirem parar. Alimentando-se mal. Dormindo pouco. Enfraque-
cendo.Muitas vezes, há necessidade de interná-los para evitar complicações maiores,como o DE-
LIRIUMA TREMENS, o coma alcoólico a morte.
EPLEPSIA ALCOÓLICA-O álcool exerce ação tóxica irritativa sobre as células cerebrais
desorganizando o rítimo de suas atividades elétricas e favorecendo o desencadeamento de crises
convulsivas epiletiformes ou epiléticas.
PALINERVRITE ALCOÓLICA- O álcool, na sua ação nefasta e destruidora pelo organísmo
do beberrão, provoca, com o tempo, a inflamação extensa dos nervos, produzindo paralisias sobre-
tudo dos membros inferiores, levando o indivíduo à invalidez precoce.
NEURITE ÓTICA - Se a inflamação atingir os nervos óticos, o alcoolista chegará à aceguei -
ra completa.
DEMÊNCIA ALOÓLICA- Nos estágios finais do alcoolismo, manifesta-se a perda da dignida-
de, o desrespeito à moral, a ausência do senso crítico, o rebaixamento da inteligência, a deterioração
da personalidade.
Sem dúvidas alguma, o álcool é tóxico dos mais perigosos. Vimos suas formas clínicas na
área neuro-psiquiátrica .Agora, completarei a informação, fazeno referênciasa ao órgão mais afeta-
do, nos alcoolistas o fígado.
O álcool,a chegando ao fáigado, é atacado por enzimas que libertam dele o hidrogênio e assim
produzem o acetaldeído que, por sua vez, é decomposto, dando ácido acético e, finalmente, bióxido de
carbono e água. O excesso de hidrogênio interfere nos ciclos metabólicos normais,produzindo lactato,
em lugar de glicose. O alcoolico que bebe muito e come pouco,não recebe os hidratos de carbono que
o corpo necessita. Disso resultará baixo teor de glicose no sangue a hipoglicemia comum nos pacien-
tes atendidos nos hospitais.Essa hipoglicemia pode causar uma série de perturbações, inclusive cerebrais,
que explica muitos casos de morte.O problema do alcoolismo é médico - social. E não policial. O alcoolismo
deve ser considerado como doença. as causas do alcoolísmo estão radicadas, como foi dito, em fatores de
ordem biologica, psicológica ou social, geralmente entrelaçados e não isolados. Cuidarmos só de atender
ao alcoólatra, dando-lhe assistência e tratamento, é alguma coisa, sem dúvida. Mas é pouco, ser refletir-
mos que o mais importante e válido seria levantarmos a bandeira da campanha de prevenção ao alco-
olismo. Campanha permanente, atingindo todas as classes sociais e alertando mais a juventude para seus
maleficios. O Dr.Edmundo Maia é psiquiátrico(médico) nasceu em 21 de março de 1920. Diplomou-se em 1943,
na Faculdade Nacional de Mediicina Praia Vermelha no Rio de Janeiro.Um feliz final de semana para o sen-
hor e para a Senhora, é o que deseja Dalvino José Zeferino.
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