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SOU DE BEM COM A VIDA, RESPEITO SEMPRE O DIREITO DOS OUTROS PARA SER RESPEITADO,SOU PACIENTE AO EXTREMO,GOSTO DE FALAR SOBRE AS ATIVIDADES GLOBALIZADA EM GERAL, SOU FACINADO POR TECNOLOGIA,GOSTO DE LER E ESCREVER,CULTIVO AINDA EM MENTE A MINHA INFÂNCIA, E A DIVISÃO ENTRE A PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA,ACREDITO EM DEUS,SOBRE TODAS AS COISAS;DALVINO....
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Dalvino José Zeferino Zeferino

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DALVINO JOSÉ ZEFERINO,É adm.de Emp.Pós-grad.Adm.RH,psicanalista clínico e didata( Escritor) doutorando em psicanálise.

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MEUS SINCEROS AGRADECIMENTOS A TODOS INTERNAUTAS,QUE ONTEM DIA 21/09/2009,ACESSARAM O MEU HUMILDE "BLOG", ATRAVÉS DA GOOGLE, E QUE ATINGIU MÉDIA DE 100%, DE ACESSOS,PESQUISAS ESSAS,GRAÇAS AO WWW.GOOGLE.COM, FICO FELIZ POR ISSO, ESPERANDO MELHORAR NO QUE FOR POSSÍVEL,OBRIGADO DE DALVINO JOSÉ ZEFERINO.
Sept. 22
Oi Dalvino....
Obrigada pelo carinho....
Como você deve saber....a crise financeira atingiu em cheio nós aqui no Japão por isso devido as preocupaçoes ando meio afastada da net....mas continuo por aqui....rssss.
Beijos!
San..... 
May 31
                    PARABÉNS; A TODOS INTERNAUTAS BRASILEIROS AQUI DO PAÍS, E FORA DELE
                    QUE ACESSARAM A WWW.GOOGLE.COM, EM SUAS PESQUISAS, NO CAMPO DO
                    BLOG DE DALVINO JOSÉ ZEFERINO, spaces live de Dalvino José Zeferino ou
                    através do http:// zeferino500.spaces.live.com/guestbook/ ,AGRADEÇO DO FUNDO
                    DO MEU CORAÇÃO, POR TER ATINGIDO A MÉDIA DE 15.000 DURANTE ESSES 2 ANOS
                    SEGUNDO A ESTATÍSTICA DA WINDOW LIVE,OBRIGADO DALVINO.
May 28
   QUERIDO AMIGO ,VIM HOJE LHE DAR  OS PARABENS POR MAIS ESSA VITÓRIA E LHE DIZER QUE VC MEREÇE PARABENS           UM ABRAÇO DA AMIGA      SANDRA
May 23

como vai amigo dalvino tudo bem?estou lendo suas cronicas aqui publicadas mto bom.. sua pagina realmente de mta inteligencia e bem questionada.. vim fazer parte dela ... e desejar tudo de bom e sucesso abraco amigo

by cristiano sakamoto

May 21
Inicio dos jovens,quando da admissão nas empresas.

Espaço de Dalvino José Zeferino

TITULO:O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO
November 02

- K E N N E D Y -(QUATRO VOZES)/ MANUEL BANDEIRA ÀS FS.68/69 DI LIVRO.

                               
                                                             K E N N E D Y
                                 COMO todo homem que ama a liberdade e a paz neste conturbado mundo moderno,
                     senti rudemente o impacto da notícia do assassinato brutal e covarde de John Kennedy.
                     Ao contrário de meu querido poeta e amigo Carlos Drumond de Andrade, não tenho a me-
                     nor dúvida que o último Presidente dos Estados Unidos foi um autêntico grande homem.E de
                     tão original e simpátia personalidade !.tinha o ar e a coragem que pode ter um rapaz,quase -
                     um menino, e tinha, ao mesmo tempo, a ponderação de um velho experimentado; o próprio-
                     Kruschev de ter pensado assim quando se decidiu a aceitar o diálogo em termos de enten-
                     dimento com o seu extraordinário adversário. O único erro de Kennedy foi ter-se exposto, -
                     foi julgar que era necessário mostrar a coragem de expor-se, viajando na perigosa Dallas  -
                     em um automóvel descoberto: um chefe de Estado não tem direito a essa prova de destemor.
                     Não sei se é verdade o que certa vez disse alguém, não me lembro quem, a saber que não
                     há homens isubstituíveis. Mas Kennedy me dava na hora que vivemos a impressão de     um
                     desses homens.Com que prudência, a despeito de toda sua firmeza, soube parar aos gol  -
                     pes da política celerada de Fidel Castro !. ( O truculento revolucionário cubano não teve uma
                    palavra de dó quando o mundo inteiro, inclusive os russos, começaram a deplorar a eliminação
                    criminosa do grande democrata.) Neste momento de seu sucessor, ilumine o espírito do povo
                    norte - americano, em especial a parte contaminada pelo ódio racista.Sou dos que acredita -
                    vam nas boas intenções de Kennedy em tudo o que se relacionava com as demais repúbli -
                    cas americanas dos que aacreditavam na Aliança para o Progresso, dos que acreditavam que
                    John Kennedy compreendia que o progresso, o fortalecimento do Brasil, seria no futuro uma
                    garantia para a sua pátria. Uma América com dois grandes países em bom entendimento, um
                    no Norte, outro no Sul, seria um baluarte da liberdade, Inexpugnaável a qualquer tentativa
                    da ordem democrática,tenho pena que a minha primeira crônica neste programa, criado  -
                    por Murilo Miranda sob o título Quadrante na Rádio Ministério da Eucação e agora restaura-
                    do sob outro nome da P.R.D.5, tenha por assunto acontecimento de tão funesto luto.Mas era
                    impossível silenciar, pois é preciso que se saiba  que o gesto indecente do português que deu
                    vivas ao assasino do Presidente Kennedy, diante da Embaixada Americana, não foi um fato
                    isolado: em certos meios comunistóides houve também regozijo de portas adentro: esses cre-
                    tinos decerto ignoram que o comuanísmo, desde Marx e Lenina, sempre condenou o expediente
                    político que era tão do agrado dos anarquistas, o assassino puro e simples.Um ótimo final de se-
                    mana para o senhor, e para a senhora , são os votos sinceros de Dalvino José Zeferino.
November 01

ADMINISTRAR COM O CORAÇÃO DO LIVRO DE DANIE GOLEMAN,(INTELIGÊNCIA EMOCIONAL)ÀS FLS.162/165.

 
                                             ADMINISTRAR COM O CORAÇÃO
                                      Melbum McBroom era um chefe autoritário, cujo mau gênio intimidava os que trabalhavam
                          com ele. Essa faceta de sua personaidade não seria tão signficativa caso ele trabalhasse num es-
                          critório ou fábrica. Mas acontece que McaBroom era piloto de uma companhia aéra.Em 1978, o
                          avião de MBroom aproximava-se de Portland, Oregon, quando ele percebeu que havia um problema
                          no trem de aterrissagem. Executou um procedimento padrão, circulando o campo de pouso em gran-
                          de altitude, enquanto tentava resolver o problema do mecanísmo .Enquanto se fixava no trem de -
                          aterrissagem, os medidores de combustível andavam rapidamente para o nível zero. Com os có-pilo -
                          to tinham muito medo das reações dele, mesmo entevendo a tragédia, ficaram calados. O avião   --
                          caiu, matando dez pessoas.A história desse acidente hoje é contada, a guisa de advertência,em  ---
                          treinamento de segurança dado a pilotos de companhias aérea. Oitenta por cento dos acidentes  -
                          aéreos são devidos a erros que poderiam ter sido evitados se a tripulação trabalhasse de forma mais
                          harmônica. O trabaho em equipe, a existência de canais abertos de comunicação, a cooperatividade,
                          o saber escutar e dizer o que se pensa rudimentos de inteligência social, são agora enfatizados dos pi-
                          lotos em treinamento, juntamente com as habilidades técnicas que deles são exigidas.A cabine     de
                          um avião é um microcosmo de qualquer organização de trabalho.Mas, não fora a dramatica consta-
                          tação da realidade de um acidente aéreo, os efeitos destrutivos causados por um péssimo tempera-
                          mento, trabalhadores intimidados ou chefes arrogantes, ou qualquer das dezenas de horas varieda-
                          des de deficiências emocionais encontráveis no local de trabalho,passariam em grande parte desper-
                          cebidos por aqueles que estão de fora do ambiente. Os custos dessa deficiência, porém, podem ser  --
                          constatados através dos decréscimo no nível de produtividade,no aumento das perdas de prazo, em
                          erros e acidentes, e no êxodo de funcionários para ambientes em que se sintam melhor.Há, nos bai-
                          xos níveis de inteligência emocional no trabalho, inevitavelmente, um custo para o balanço final.Quan-
                          do isso se generaliza, as empresas desejam, e vão à ruína. O custo-benefício proporcionado pela in-
                          teligência emocional é uma ideia relativamente nova nas empresas, que alguns administradores hesi -
                          tam em levar em consideração. Uma pesquisa feita junto a 250 executivos constatou que a maioria  --
                          achava que no trabalho deveriam usar " A CABEÇA, E NÃO O ORAÇÃO ".Muitos disseram temer que a
                          empatia ou solidariedade para com aqueles com quem trabalhavam os pusesse em conflito com as me-
                          tas organizacionais. Um deles achava que a hipótese de sentir os sentimentos daqueles com quem
                          trabalhava era absurda, seria disse, " IMPOSSÍVEL LIDAR COM AS PESSOAS ".Outros argumentaram
                          que, caso não mantivessem um distanciamento afetivo, não seriam capazes de tomar as decisões  --
                          "DURAS"que os negócios exigem embora a probabilidade seja de que pudessem tomar essas decisões de
                          um modo mais humano.A pesquisa foi feita na década de 70, quando o cenário no mundo dos negócios
                          era muito diferente. O que quero dizer é que, hoje, esse tipo de atitude é obsoleta, uma luxo de dias
                          passados:a uma nova realidade competitiva impõe a utilização da inteligência emocional no ambiente
                          de rabalho e no merado. Como observou Shoshona Zubolf, psicóloga da Escola de Comércio de Ha-
                          vard, "AS EMRESAS PASSARAM POR UMA RADICAL REVOLUÇÃO NESTE SÉCULO E, CONSEQUENTEMEN-
                          TE,O CENÁRIO EMOCIONAL TAMBÉM MUDOU. HOUVE UM LONGO PERÍODO DE DOMINAÇÃO ADMINISTRATI-
                          VA NA HIERARQUIA EMPRESARIAL, QUANDO SE PREMIAVA O CHEFE MANIAPULADOR, O COMBATENTE NA
                          SELVA.MAS ESSA HIERARQUIA RÍGIDA COMEÇOU A DESMORONAR NA DÉCADA DE 80, SOB PRESSÕES VIN-
                          DA TANTO DA GLOBALIZAÇÃO COMO DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO. O COMBATENTE NA SELVA HOJE
                          SIMBOLIZA O QUE AS EMPRESAS ERA ONTEM O VIRTUOSE EM APTIDÕES INTERPESSOAIS É O QUE AS EM -
                          PRESAS SERÃO AMANHÃ ". Essa observação faz sentido imaginem as consequências para um grupo de
                          trabalho em que um dos participantes nãoa pode expressar sua araiva e não é sensível ao que sentem
                          as apessoas à sua volta. todos os efeitos deletérios de perturbação do pensamento examinados an -
                          teriormente,também se aplicam ao ambiente de trabalho: quando emocionalmente perturbadas,as pes-
                          soas não se lembram, não acompanham, não aprendem nem tomam decisões com clareza. Como disse um
                          consultor administrativo:A tensão iidiotiza as pessoas.Do lado positivo, imaginem como são proveitosas -
                          para o trabalho as aptidões emocionais básicas, estar sintonizado om os sentimentos daqueles com --
                          quem tratamos, saber lidar com discordâncias para que elas não cresçam, saber entrar em fluxo na  --
                          execução de um trabalho. Liderar não é dominar, mas, sim, a arte de convencer as pessoas a traba-
                          harem em vistas a um objetivo comum. E, em termos de condução da própria carreira, talvez não haja
                          nada mais essencial do que saber o que sentimos a respeito do que, e que madanças nos deixariam
                          de fato satisfeitos com o nosso trabalho.Um motivo menos óbvio para que as aptidões emocionais
                          devam ser a prioridade número um no plano das habilidades empresariais é o fato de promover
                          mudanças radicais no ambiene de trabalho. Vou explicar o que quero dizer identificando a importância
                          que há na utilização de três tipos de aptidões da inteligência emocional: poder externar reclamações
                          sob a forma de críticas construtivas , criar uma atmosfera em que a diversidade não se constitua numa
                          fonte de discórdia e onde o trabalho em equipe seja eficaz.Um ótimo final de semana para o senhor e
                          para a senhora, são os sinceros votos de Dalvino José Zeferino.
October 31

" A FINALIDADE DOS HOSPITAIS PSIQUIÁTRIOS " POR EDMUNDO MAIA DO LIVRO INSTANTÂNEOS NA VIDA DE UM PSIQUIATRA.ÀS FLS 110/115.

 
                                     A FINALIDADE DOS HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS
                                        Escrito pelo Dr.Edmundo Maia/médico psiquiátrico
                   "Antes não ter Hospital Psiquiátrico
                                   do que er maus Hospitais Psiquiátricos"
                                  (recomendação da OMS)
 
                               "Não é o lugar que eleva o homem. É o homem
                                que eleva o lugar".(Calderon).
 
                                                           O Mundo transforma-se vertiginosamente. Surgem a cada dia novas condições
                 de vida material, sanitária e econômica. Novas formas de educação e de convivência social.Novos -
                 tipos de relações familiares e de relações humanas. Novas exigências. Novas ou maiores dificulda  -
                 des, ao lado, é certo, de mais conforto e de mais facilidade. Novos conflitos, ou melhor, maiores con-
                 flitos.E de tudo isso parece resultar que a Humanidade sofre de um desespero vago, padece de -
                 angústias mal definidas. Como se estivesse à  procura de Fé, de Esperança, de Paz, de Harmonia,
                 de tranquailiade.Dos indivíduos com fraquezas constitucionais, os indivíduos mal preparados psico -
                 logicamente para enfrentarem a vida real descompensam. Desajustam-se. Desequilibram-se.Causam
                 transtornos sociais. Sofrem e fazem sofrer. Surge, então, uma nova sociologia das pertubações
                 mentais das neuroses e dos sofrimentos corporais de origem psicológica.A tomada de consciência da
                 saúde mental dos povos participa dos grandes problemas da evolução histórica da nossa época. A
                 situação mental da Humanidade é trágica.Requer cuidados e atenções especiais. E somos nós, Srs(os).e
                 Shs(as),os psiquiatras, os mais indicados a enfrentar esse problema. O problema número 1 de saúde Pú-
                 blica,no sentido de despertarmos o interesse pela Higiene Mental. De fazermos a Psiquiatria Preven -
                 tiva. De dinamizarmos a Psiquiatria curativa em todos os seus setores de praticarmos a reabilitação
                 do doente mental.Os progressos da Psiquiatria permitem afirmar que a função dos serviços de Saúde
                 Mental, hoje, não mais se restringe ao internamento dos doentes.Mas, sim, ao seu tratammmento e a
                 sua recuperação social.Será de maior eficiência,a meu ver, uma organização longitudinal harmoniosa:
                 ambulatórios, hospital, centros de recuperação, do que o desenvolvimento transversal, em que o país,
                 por exemplo, fique dotado de uma série de bons hospitaais ou clínicas psiquiátricas.A distribuição dos
                 leitos psiquiátricos deve, segundo opinião da Comissão Dinamarquesa, obedecer ao seguinte esque-
                 ma: 10 % em setores psiquiátricos de hospitais gerais 60 % em hospitais psiquiátricos e 30 % em cen-
                 tros de recuperaçãoa e colocaçãoa extra-familiar.Moaclay pensa que 50 % dos leitos dos hospitais psi-
                 quiátricos poderiam ser substituídos do seguinte modo : 10 % para melhoria dos serviços de consul -
                 tas externa e domiciliar;10a % para serviços de pós- cura; 5 % para seções psiquiátricas de hospi  -
                 tais gerais; 25 % para serviços de recuperação e adptação para doentes de evolução prolongada.
                 Insisto em repetir que a orientação maoderna da Psiquiatria faz do hospital, não mais um asílo e,sim,
                 um centro de cura e de recuperação. Não mais basta confirnarmos os doentes mentais.Não mais bas-
                 ta apoiarmos os métodos de tratamento biológicos mais ativos.Torna-se necessário utilizarmo-nos de
                 toda vida social do hospital para a recuperação ae reintegração do doente. O hospital deve ser, como
                 dizia Esquirol, um instrumento de tratamento.E par que isso aconteça. Srs. e Sra.,é necessário  a
                 a dedicação, o esforço, a noção do cumprimento do dever de cada um. Médicos. Enfermeiros.Funcionários
                 Servidores em geral. Do mais simples ao mais graduado.Sabemos que grande número de leitos é ocupa-
                 do por doentes crônicos. Em geral consideramos casos perdidos. E pouco ou nada fazemos por tais -
                 doentes. Solomon afirma,porém, que o tratamento dos doentes mentais crônicos continua a ser um dos
                 grandes deveres do psiquiatra. Enternar estes doentes em asilos ou em grandes hospitais, onde se acu-
                 mulam numa atmosfera de tristeza, desespero e deterioração, é um erro. Um erro grave. Pois somos
                 que muitos dos doentes que vivem asilados são suscetíveis, desde que existem serviços sociais psiquiá-
                 tricos, a serem adaptados à vida social.Sabemos também que nos rendes hospitais psiquiátricos estão
                 inernados doentes suscetíveis de viverem no exterior, desde que tratados adequadamente. Graças aos
                 modernos recursos terapêuticos recuperam-se de modo estável muitos doentes com 10, 15 , até 20 anos
                 de internação hospitalar, enquanto antes, a possibilidade de obter alta era uma para cem.Garrat estudou
                 a população dos hospitais psiquiátricos de Biringham e deduziu que: 12 % dos doentes não precisavam
                 estar hospitalizados e 40 % podiamaa ser tratados fora dos hospitais psiquiátricos.Backer, diretor do Hos-
                 pital de Banstead, afirma que os 2.450 doentes aí internados poderiam ser substituidos, com vantagem
                 por um hospital de 300 leitos, desde que existissem serviços de pós-cura do tipo dos albergues e oficinas
                 protegidas.
                                                 Buscamos a verdade com nossos doentes e nos não percamos com teorias ou escolas,
                 que podem retardar a evolução da Psicologia e da Psiquiatria, faço minhas as suas palavras. E porque sou
                 psiquiatra eclético, cientifico aos colegas deste serviço que estou disposto a cooperar com qualquer gru-
                 po ou escola psiquiátrica. Desde que seus componentes não fiquem em discussões estéreis. Desde que -
                 cumpram o seu dever de médico, procurando tratar a salvar, das trevas da doença mental, aqueles que
                 sofrem e que precisam de nossa ajuda.
                                                 A todos, jornalistas, sacerdotes, médicos, psiquiatras, psicólogos, enfermeiros,funcio-
                 nários, pessoas bem intencionadas de qualauer profissão ou classe social, faço um veemente apelo para
                 que, de mãos entrelaçadas, caminhemos interessados, séria e sinceramente, em buscaa de melhorar as
                 condições de vida deste ser complexo que é o homem. Nossa tarefa é grande.Vamos trabalhar, senhores,
                 trabalhar pelo nosso Brasil.Um ótimo final de semana para o senhor, e para a senhora, são os sinceros vo-
                 tos de Dalvino José Zeferino.

" MACONHA,A ERVA MALDITA DO LIVRO DO Dr.Edmundo Maia INSTANTÂNEOS NA VIA DE UM PSIQUIATRA às fls.79/82.

                                    
                                       M A C O N H A   A  ERVA  M A L D I T A
                                             P/Dr.Psiquiatra Dr.Emundo Maia.
                                       A porta de entrada e o primeiro degrau para a escalada da toximania ou
                       dependência geralmente  a maconha. Por seu fácil comércio e por seu baixo cus-
                       to.A  MACONHA, a " ERVA MALDITA ", o viciado passa às " bolinhas ".Daqui, para
                       as " PICADAS "é um pulo. depois, chega ao "ácido " (LSD). A seguir ao " PÒ "(cocaí-
                       na.Até chegar ao último degrau, a heroína.A MACONHA foi usada inicialmente para
                       fins indústriais na fabricação de fibras para corda. Para tal fim, o imperador chinês
                       Shen Nung,a cerca de 2.800 A.C, incentivava o cultivo do cânhamo " Tsing Ma",
                       que é a nossa maconha. Na India,Susruta, no ano de 1.000 A.C - referia-
                       se a ela sob o nome de "ganja ", a " ERVA DOS FAQUIRES". No século VIII A.C,    na
                       Assíria, era conhecida sob o nome "Qunabu", provável origem da palavra "Cannabis".
                       No oriente Médio, chamava-se " hashish ". Esta, na realidade, é uma mistura    de
                       maconha fervida com manteiga ( de camelo) e temperada com mel, noz - mosacada
                       e pistache.Devido sua alta concentração de resina, é cinco a seis vezes mais forte
                       que a  MACONHA comum . Os árabes fumam-na no cachimbo especial chamada "NAR-
                       GHILLÉ".No Brasil deu entrada em 1549, trazida pelos escravos negros. Chama -
                       vam-na " FUMO DE ANGOLA ". Depois recebeu outros nomes: " PANGO ","RIAMBA",
                       "diamba", "liamba", "aliamba", " umabuaru ", " gererê,"  "birro"," dirijo","atchi","fumo-
                       bravo",erva-do-diabo" e outros.Em 1800, invadiu a Europa. Na  Rússia, usavam-na ,
                       sob a forma de rapé, com o nome de " anaschá".Na Iatália, chamavaa-se " canapa".
                       Na Espanha, "cânhamo".Na França, " chanvre".Na Bélgica, "Kemp". Na Polônia,"Konopj".
                       Em outros países, sempe com nomes diferentes. O poder toxígeno da  MACONHA de -
                       pende do terreno em que cresce. E, das partes da planta que entram na mistura   da
                       droga. A planta feminina é mais alta e mais alta e mais tóxica que a masculina.   Os
                       traficantes costumam adulterar a maconha, para obterem maiores lucros, associando
                       erva-macaé, chá, oréga no, malva e outras plantas. Até capim. A fumaça de MACON-
                       HA cheira a alfafa ou mato verde queimando. acom a adição de mel de abelha,para dis-
                       farçar o cheiro característico, a substância adquire odor similar ao do estragado.O  -
                       principal ingrediente ativo da maconha é o ácido tetrahidrocanabinol, ou ATHC, desco-
                       berto em 1940 e sintetizado em 1964, por Garone e Mechoulan.A maior ou menor efi -
                       cácia da maconha depende do teor do THC. Os viaciados usam, além dos " baseados "
                       (1,70 g) e dos " fububgis" ( 1.00g), outras embalagens, como " trouxinhas", " morrões",
                       "dolares, " bombas", mutucas",. Em Cuba, há preferência para " chicharra", cigarro típico,
                       uso coletivo. Nos Estados Unidos, surgem agora os pequenos e sofisticados " marihuana
                       pipes".Os "BASEADOS",e " FININHOS"são adquiridos pelo próprio " viciado".Ou comprados
                       ao " VAPOR "pequeno traficante que " TRANZA", para manter o próprio vício. Os VAPO -
                       RES, ligam-se aos grandes traficantes das " bocas - de - fumo ".Estas estão ligadas ao
                       "PAIÓIS" ou armazéns.Que são abastecidos pelo matuto. O matuto traz erva do Nordes-
                       te, em maias de viagem, nos pneus de caminhões, nos tambores de gasolina.Isso sob o
                       patrocinio do " MAGNATA  ".QUE É DESCONHECIDO PELA MAIORIA DA " GANG".E que
                       sem correr riscos diretos, obtém os maiores alucros do crime.Há ainda os abastecedores
                       autonomos, que trabalham ao lado de verdadeiras organizações criminosas.Os maconhei-
                       ros tendem a reunir-se em grupos, formando por vees verdadeiras comunidades, ou
                       "gang".Que seguem as ordens de um líder, o cabeça-feita".Geralmente psicopata ou um
                       paranóide.Os efeitos decorrentes do uso da maconha dependem da quantidade absorvi-
                       da das circunstãncias em que foi usada, da sensailidade e do caráter do viciado, enfim da
                       estrutura bio - psico-física do indivíduo.Os efeitos maléficos da MAONHA, sobre o Sistema
                       Nervoso Central e o Sistema Neuro - Vegetativo manifestam-se 20 a 30 minutos após seu
                       uso. De início, sobretudo nos principiantes, podem ocorrer náuseas,a vômitos, vertigens,
                       tonturas. E palidez, seguida de ruborização da pele.A seguir, o usuário mostra um "FACIES"
                       característico - expressão de cinismo,blefaroptose que causa estreitamento da fenda pal-
                       pebral ( " olhar de mormaço",congestão ocular( olhos avermelhados), epífora(lacriameja-
                       mento) e midriáse (dilatação da pupila, da " menina dos olhos").A palavra passa a ser arras-
                       tada.A mucosa bucal torna-se ressequida. A saliva, espessa e escassa; daí o maconhado não
                       consegue cuspir.Torna-se também ansioso.Angustiado , com fobias.Rosto e mãos suadas.
                       Respiração lenta e superficiial. Batimentos cárdíacos aumentados. Pressão sanguínea alterada.
                       Diminuição da coordenação dos movimentos ( ataxia). Pode sentir-se leve ou ter a senasação
                       de estar plainando, ao locomover-se. Pode apresentar vivência do tempo alterada (lenta).La-
                       bilidade de humor; risos imotivados podem converte-se em choro convulsivo.Comportamento
                       nessa fase, francamente irritável, confuso, paranóide, desconfiado, " grilado ".A partir dos 30
                       ou 40 minutos, o maconhado passa apresentar sensações de euforia ( ou de tristeza). Rela-
                       xamento muscular; falso bem - estar. Volubilidade verbal. Vivacidade mental. Criatividade au-
                       mentada, mas distorcida. E extravagante, ao lado de uma perda e autocritica. Juízo moral
                       deterioarado. Inibições diminuídas ou ausentes. Auto - suficiência hipertrofiada. Reações
                       emocionais sem controle. De feitos do caráter acentuados, impúlsos instintivos negativos li-
                       vres,soltos,libido diminuida, não obstante surja, de inicio, um   aumento duvidoso, e passagei-
                       ro, das sensações sexuais.Ao cabo de 90 minutos , o MACONHADO mergulha num estado de
                       embriaguez. Passa então a ter ilusões, ou pseudo-alucinações características,com a realização
                       falsa de esperanças fomentadas. No auge da " onda", o paciente,em transe, vive sua própria
                       imaginação.O pensamento parece-lhe um sonho.Facina-se por determinado tema, que repete.
                       Como, por exemplo, uma melodia.Depois, pode adormecer. Ou entrar em pânico. e tornar-se violento.
                       até agressivo. Este êxtase prolonga-se por 3 a 12 horas. Ao despertar, o individuo pode lem-
                       brar-se de tudo o que se ocorreu.Depende do estado oniróide. Ou tambem se não recordar
                       de  nada. Neste caso, deve ter tido uma ausência, provavelmente por ser portador de elemen-
                       tos da  linha epilética.O uso prolongado, crônico da MACONHA, produz efeitos constatados à
                       distância. " FACIES", aparvalhado. Pele pálida, acinzentada. Emagrecimento.Inflamação das
                       mucosas.Perda da iniciativa. Passividade. Dimuiação da capacidade de concentração. Lentidão na
                       associação de idéias rouqudão. Embotamento dos valores éticos. Impotência sexual.Nos predispo-
                       tos, podem desencadear-se sustos psicóticos ou manifestar-se convulsões epileptiformes.É
                       contra-argumentar, com firmeza, frente áqueles ( MACONHEIROS OU TRAFICANTES GERA LMENTE)
                       que defendem o uso livre da maconha, a erva maldita. A porta de entrada e o primeiro degrau
                       para a escalada da dependência ou toxicomania, o que torna mais ameaçadora para o bem públi-
                       co. Um  ótimo final de semana para o senhor , e para a senhora, é o que deseja Dalvino José Ze-
                       ferino.
                    
                      
          
                        
 
October 28

"ALCOOL - ESSE FLAGELO SOCIAL "- DO ESCRITOR EDMUNDO MAIA ÀS FLS 83/88-DO LIVRO INSTANTÂNEOS (NA VIDA DE UM PSIQUIATRA).

                                                                                   
                                             ÁLCOOL  ESSE FLAGELO SOCIAL
                        O Álcool,cujo termo vem do árabe - AL - KOHOL quer dizer o sutil. É conhecido
                      desde os tempos mais remotos.Segundo os alquimistas árabes, o álcool era produto es-
                      pirituoso e inflamável da destilação do vinho, que é o licor obtido pela fermentação    da
                      uva.Hoje, porém, prepara-se o álcool também  pela  fermentação  de  outros   vegetais ,
                      como beterraba, milho, arroz, cana-de-açúcar(donde a conhecida " PINGA", ou CACHAÇA,
                      brasileira,laranja,caju, mandioca(da qual se faz a aguardente chamada " CAXIRI",    dos
                      índios do Brasil e se pretende fazer álcool-combustível, em substituição ao petróleo).
                              Há vários modos de o indivíduo alcoolizar-se. Um deles é beber continuadamente.
                     Ao cabo de algum tempo, a vítima mergulhará no legítimo " estado alcoólico". Outros be-
                     bem por fasaes cíclicas, por surtos períódicos, nas quais se vêm impulsionados a beber -
                     sem controle, sem poder parar, após o primeiro gole. Estes constituem os casos graves
                     de DIPSOMANIA.Tanto uns como outros, dentro de algum tempo variável, para cada pes-
                     soa, apresentarão grave impregnação tóxica no cérebro e nos demais órgãos. Como fíga-
                     do, estômago, coração, baço, rins, sistema nervoso.Segundo uma lenda.Noé(ou Adão),
                     teria sido o primeiro homem a plantar a vinha. A lenda conta que o Diabo irrigou a videi-
                     ra com sangue de 3 animais: o macaco, o leão e o porco,que simbolizam as fases do alco-
                     olismo agudo. Na fase do macaco (1ª ), a pessoa fica irriquieta, buliçosa, desinibida.Seria
                     o período " social", das reuniões sociais. Torna-se loquaz. Relata até segredos íntimos.Daí
                     a expressão" ain vino veritas".às vezes, após esse período inicial, o embriagado apresenta-
                     se calado, deprimido, taciturno, sonolento. Na fase do leão (2 ª), torna-se violento, impúl-
                     sivo e agressivo, oferecendo perigo aos circunstantes. Pode até cometer crimes de gravi -
                     dades.Na última fase , a do porco (3ª),o "BEBUM"a, perde a compustura, baba , lambuza-se,
                     fica  sórdido,cai em sono profundo.O alcoolismo manifesta-se sob diversas formas clínicas.
                     Ei-las, numa síntese informativa.
                     
                                 EMBRIAGUEZ PATOLÓGIA - após a ingestão de pequena quantidade de qualquer be-
                     bida alcoólica, a pessoa entra nun estado de ofuscação mental e libera sua impulsividade e
                     agressividade, praticando atos anti-sociais, passada esta crise,geralmente o paciente de
                     nada se recorda. Ou se lembrará vaga e fragmentariamente do que lhe aconteceu.
 
                                ALUCINOSE ALCOÓLICA - O alcoólatra, neste estado, "ouve " vozes imaginárias, que
                    ofendem, " vê " imagens que o perseguem e tentam matá-lo, " sente", bichos correrem sobre
                    sua pele...
 
                                DELÍRIO ALCOOLICO DE CIÚME - O alcoolista enfraquecido sexualmente, sente-se traí-
                   do pela esposa e vive cismado, desconfiado, interpretando mal os fatos, na expectativa de  fra-
                   gar adultério...
 
                               DELIRIUM TREMENS - É o estado de muita gravidade 20% destes casos chegam à morte.
                  O paciente apresenta remores e suores abundantes. Torna-se confuso. Desorientado.Delirante .
                  Alucinado. Vê e ouve coisas fantásticas e horripilantes, que o angustiam e o aterrorizam
                  como animais (zoopsias)  em tamanho reduzido (micropsias).
 
                               DIPOSOMANIA -Ocorre naquelas pessoas que passam  dias, semanas ou meses sem be -
                 ber.Mas qando bebem, o fazem comapulsivamente. Numa espécie de sede insaciável, de fúria.
                 Beben dias seguidos sem conseguirem parar. Alimentando-se mal. Dormindo pouco. Enfraque-
                 cendo.Muitas vezes, há necessidade de interná-los para evitar complicações maiores,como o DE-
                 LIRIUMA TREMENS, o coma alcoólico a morte.
 
                               EPLEPSIA ALCOÓLICA-O álcool exerce ação tóxica irritativa sobre as células cerebrais
                desorganizando o rítimo de suas atividades elétricas e favorecendo o desencadeamento de crises
                convulsivas epiletiformes ou epiléticas.
 
                              PALINERVRITE ALCOÓLICA- O álcool, na sua ação nefasta e destruidora pelo organísmo
                do beberrão, provoca, com o tempo, a inflamação extensa dos nervos, produzindo paralisias sobre-
                tudo dos membros inferiores, levando o indivíduo à invalidez precoce.
 
                             NEURITE ÓTICA - Se a inflamação atingir os nervos óticos, o alcoolista chegará à aceguei -
                ra completa.
 
 
                            DEMÊNCIA ALOÓLICA- Nos estágios finais do alcoolismo, manifesta-se a perda da dignida-
               de, o desrespeito à moral, a ausência do senso crítico, o rebaixamento da inteligência, a deterioração
               da personalidade.
 
                            Sem dúvidas alguma, o álcool é tóxico dos mais perigosos. Vimos suas formas clínicas na
               área neuro-psiquiátrica .Agora, completarei a informação, fazeno referênciasa ao órgão mais afeta-
               do, nos alcoolistas o fígado.
                            O álcool,a chegando ao fáigado, é atacado por enzimas que libertam dele o hidrogênio e assim
               produzem o acetaldeído que, por sua vez, é decomposto, dando ácido acético e, finalmente, bióxido de
               carbono e água. O excesso de hidrogênio interfere nos ciclos metabólicos normais,produzindo lactato,
               em lugar de glicose. O alcoolico que bebe muito e come pouco,não recebe os hidratos de carbono que
               o corpo necessita. Disso resultará baixo teor de glicose no sangue a hipoglicemia comum nos pacien-
               tes atendidos nos hospitais.Essa hipoglicemia pode causar uma série de perturbações, inclusive cerebrais,
               que explica muitos casos de morte.O problema do alcoolismo é médico - social. E não policial. O alcoolismo
               deve ser considerado como doença. as causas do alcoolísmo estão radicadas, como foi dito, em fatores de
               ordem biologica, psicológica ou social, geralmente entrelaçados e não isolados. Cuidarmos só de atender
               ao alcoólatra, dando-lhe assistência e tratamento, é alguma coisa, sem dúvida. Mas é pouco, ser refletir-
               mos que o mais importante e válido seria levantarmos a bandeira da campanha de prevenção ao alco-
               olismo. Campanha permanente, atingindo todas as classes sociais e alertando mais a juventude para  seus
               maleficios. O Dr.Edmundo Maia é psiquiátrico(médico) nasceu em 21 de março de 1920. Diplomou-se em 1943,
               na Faculdade Nacional de Mediicina Praia Vermelha no Rio de Janeiro.Um feliz final de semana para o sen-
               hor e para a Senhora, é o que deseja Dalvino José Zeferino.
 
                           
                              
                     
                             
 
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