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1月27日 PODEMOS PRESERVAR O AMOR,NÃO DEIXE APAGAR ESSA CHAMA(POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO)Nesses dias chuvosos, faz bem pensar na relação,acender a chama que existe dentro de nós, mas tenha cuida-
dos, para não cair na rotina do esquecimento,na vida, no que está por vir, ou melhor, no que se quer para o futuro?.Ainda da tempo de desistir, ou esperar outra chance.Então me lembrei de uma frase que gosto muito, trata da colheita.É algo como " O plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória".Para plantar,podemos sempre
escolher o que vai ser.Já para colher, não tem remédio!.só vamos conseguir colher o que plantarmos.Bem,se é
mesmo dessa maneira, essa é a regra, fica sempre o questionamento:o que será que estamos plantando nesse
exato momento?.De que forma estamos estruturando nosso futuro, nossa vida, nossas relações.Lembre-se:
não dá para voltar atrás e apagar.Não tem rascunho!.Se o que precisamos saber é que, se a preguiça predomi-
nar, se nos deixarmos levar pela mediocridade, e pelo fato de ser explorado por amigos, deixando a quem mais
está precisando aquela hora do carinho seu!.Só o que precisamos saber é que é que, se não modificar essa for-
mar rapidamente de colher essa safra, poderá perder, e ai não vamos colher nada.Então não vale lamentar,
nem chorar,essa regra vale para tudo.Para projetos de negócios, agro- pecuária e para todos os projetos das
nossas vidas, no amor só existirá se for bem regado, a disciplina, comprometimentos e sinceridade.Aquela história de dizer " ruim com ele, pior sem ele " está mais para fuga, para o não conseguir se olhar, não podemos
mais, e pior:Não lutar, simplesmente acomodar e deixar passar.É preciso olhar para dentro, para o que queremos,olhar para o outro, saber se está feliz, olhar para relação compreender se é o que realmente que-
remos para a nossa vida, ou desistir.E então, depois de tudo discutido e alinhavado, quem sabe mudar de ati-
tude,quem sabe possa ter outra oportunidade na vida,com essa mesma pessoa.Mas importante é levar a sério essa nova oportunidade que vai ter.Aproveite então a chuva quando ela vier.Em alguns momentos o
melhor mesmo é lavar a alma. Ou quem sabe lavrar este amor, que está por vir, e melhorar o seu coração,
por novas ou velha sementes, brotadas neste solo.Pense nisso, um ótimo inicio de semana para todos(as)
Dalvino José Zeferino. 1月25日 UM CASO OBSCURO(QUATRO VOZES FLS.35/RACHEL DE QUEIROZ)Não quero fazer campanha contra quem acredita em espíritos,quem tem visões ou ouve " avisos ".Espiritísmo é
religião tão respeitável quanto; qualquer outra.Quero apenas prevenir meu amigo leitor contra algumas conver-
sões apressado,porque o fato é que as forças da terra muitas vezes misturam com as forças do céu.O caso que
passo a conta, como exemplo, naturalmente que verídico.Se fosse a cronista inventar um conto, teria que apu-
rar muito mais o enredo e as paisagens, dar-lhes veracidade e complexidade.E, aliás,como ficção ele não teria
importância nem sentido.O o seu valor único é a autencidade.Certa professora de grupo, minna conhecida,tem uma empregada,senhora cinquentona, de cara séria e jeito discreto, natural de Suruí,fica no Est.do Rio de Ja -
neiro,veio da roça, e deixou sua mãe cega, e adoentada,e com passar dos tempos,trabalhando como emprega-
da doméstica muito respeitosa,ganhou o carinho da patroa,mais sonhava muito com a mãe, que estava dentro
de uma urna (caixão)com uma mortalha, e a dias tinha uma sensação de alguém assobrar sua orelha, e de uma
hora para outra, aparece na casa ,um rapaz trazendo um envelope, como não sabia ler, a professora leu,nos
escritos sua mãe, estava nas útimas, Joana a empregada, filha começou a chorar, e a patroa, comprou passa-
gens ida e volta, comprou dois vestidos, um para viajar e outro preto, por necessidades, no caso de luto (falecimento)
da mãe para usar,derrepente Joana retorna depois de passar por lá 8(oito) dias, a patroa notou que o mesmo vestido que Joana foi, voltou com o mesmo ,todo amarrotado e sujo,e Joana contou a história de que a sua mão não faleceu, pelo contrario deixou , com melhores saúde, sua patroa desconfiou,e chegou a um determinado dia, que fez uma consulta a um determinado amigo que trabalhava num centro espírita, sob essas
visões de sua empregada que via certas aparições e com os sonhos premeditando a morte da sua mãe,então veio as explicações, que era assim mesmo, tanto o espírito encarnado como o desencarnado, poderia mandar avisos, e este rapaz que a primeira vez tinha trazido o envelope, veio atraz de emprego, na casa da patroa
da sua mãe, de jardineiro, e ela ficou indignada com a história do rapaz, dizendo a verdade para ela, que a
sua mãe, foi encontrar com a sua avó, porque no mês de agôsto ,geralmente existia por aquela roça ladainha
que a sua mãe e a sua avó não poderia perder, e sempra acompanhou, por isso que a sua mãe, contou essa mentira para a patroa, e com isso, ela perguntou, vocês não tem medo de que aconteça isso de verdade, e
o rapaz, já descontraido com a patroa, falou que nada. eu mais a minha mãe, estamos torcendo que aquela velha morra mesmo, uma pessoa cega,doente,e encima da cama e dando trabalho, tem mais é que morrer mesmo,chamar a morte para ela, é mais uma obra de caridade, e daí, agouro que fosse, vê-se que não pegou
uma história dessa é anotado por bons filhos e bons netos.Pense nisso.Um ótimo final de semana para todos(as), é o que deseja Dalvino José zeferino.
1月21日 CONVERSA DE PASSARINHO(RACHEL DE QUEIROZ) DO LIVRO QUATRO VOZES FLS.39 / 41.Estou na minha janela,aporeciando a manhã de sol depois de quatro dias de chuva,chuva sem parar.Parece até que São Pedro teve pena da gente chorando miséria no racionamento e resolveu encher de uma vez todas as
represas da Light até não haver mais reclamação.Da janela contemplo uma das minhas mangueira,porque em
matéria de mangueira sou pessoa suficientemente abastada.A conta vai quase a vinte,incluindo carlotinhas,man
ga espada, uma melífera de enxerto que me mandou de Tremembé a minha amiga Gulnara;a essa eu chom de Iracema,porque o favo da jati não é mais doce.Porém a mangueira a que refiro agora é um pé de manga-rainha,conforme chamam na minha terra.aqui não sei que nome terá.E no galho mais fino e mais banhado de sol da mangueira-rainha,um passarinho encarnado pousou.coisa mais bela que ande ou voe jamais nossos olhos viram.O nome dele é tiê-sangue,todo vermelho como um rubim emplumado,como um rubim voador.a luz dava
nele e tirava faíscas,mas faiscas vermelhas,faíscas de tiê-sangue, tão diferentes de tudo, que não é possível
fazer comparação para explicar.Falei que pousou,mas não foi bem pousar;balançou-se, elegante vaidoso,há
uma palavra para exprimir a sua atitude,contudo não a recordo agora.Curioso é que ele ficou no galho um tempo bastante grande para ave tão inquieta,e tenho a impressão de que cantou.M as tão embebida ficara eu
na comtemplação daquela sua lindeza de porte embebida ficaria eu na contemplação daquela sua lindeza de
porte e pluma,que não reparei de modo nenhum na cantiga que contava.Quem sabe gorjeava como um canário.Mas lá estava ele de leve pousado,suavemente se embalando no galho da mangueira, que agora,reconstituindo a cena com todas as minúcias esquecidas,posso afirmar que era mesmo tiê! tiê!,porém no meio do canto parou,viu uma parasita em flor pregada mais abaixo num galho grosso da árvor,chegou bem perto,olhou com desconfiança a orquídea cor da lagarto,tentou cheirá-la,parece que não gostou,afastou-se com desdém,mudou-se do galho de mangueira para um cajueiro muito mirradinho que a sombra do pé de jaca,abandonou o bichinho ou semente que mariscava,abriu as asas,e afundou de céu acima feito uma bala de fogo encarnado e depressa se sumiu nos ares,como se o céu lhe apagasse a cor de chama, Um ótimo inicio de semana para todos(as)é o que deseja Dalvino José Zeferino. 1月19日 O DESACATO (MANUEL BANDEIRA)ÁS FLS.60/61 DO LIVRO QUATRO VOZES.COMO professor que fui da Faculdade Nacional de Filosofia,senti profundamente os acontecimentos da tarde de 30 do mês passado.Estive na Faculdade por volta das 15 horas para levar livros a uns colegas e ainda tive livre trânsito pela
porta e elevador dos fundos.Entristeceu-me ver a porta principal fechada, a fachada coberta de cartazes subversivos em linguagem cafajeste, os estudantes insubmissos acampados em pé de guerra nas imediações, dispostos a impedir
de qualquer maneira a entrada do Governador Carlos Lacerda e dos professores Sobral Pinto e Erenildo Viana.A ceri-
mônia dos formandos em jornalismo devia realizar-se às 17 horas.Pouco antes cheguei ao balcão do meu apartamento,
que é quase fronteiro à Faculdade, e vi que soldados do exército ocupavam o meio-fio da calçada do edifício.Imaginei que estavam ali para garantir a ordem na cerimônia.O que se passou porém foi outra coisa.O que passou foi que a tro-
pa impedia que os formandos e seus paraninfos e convidados de honra,os professores e público convidado ou simples-
mente interessado na solenidade tivessem acesso ao interior do edífício, o próprio diretor da Faculdade,o próprio Reitor com o seu retumbante qualificativo de Magnífico havia perdido toda a autoridade,transferida para o oficial que coman-
dava a tropa,Soidisant esta estava ali garantir a integridade do próprio federal e evitar o choque entre as facções.Pen-
sar que aquela mocidade não se dava conta da elevação moral de um homem como Sobral Pinto: um homem que sempre se situou,como Rui disse de si próprio,"acima do horizonte visual dos partidos";o homem que em 37,quando
Luiz Carlos Prestes foi esbofeteado na polícia,tomou a defesa de Preste.Uma mocidade que não acata um Sobral Pin-
to é uma mocidade inconsciente,irresponsável,ignora,da qual nada se pode esperar" Manuel Bandeira.(autor),Um ótimo final de semana a todos(as), é o que deseja Dalvino. 1月16日 FERNANDO PESSOA ORTÔNIMOA poesia assinada por Fernando Pessoa ele mesmo ou Fernando Pessoa ortônimo ,escrita em lingua portuguesa de ser dividida em poesia saudosista-nacionalista e poesia lírica.POESIA SAUDOSISTA-NACIONALISTA.Tem o
seu ponto alto no livro Mensagem,única obra em língua portuguesa publicada em vida pelo poeta.são poesias
identificadas com o sentimento nacionalista que tomou conta de Porgugual em meio às crises do primeiro perío-
do republicano,gerando, como já vimos, o movimento da renascença Portuguesa.Daí o "misticismo nacionalista"
representado por uma volta ao passado,retormando a formação de Portugual, a identificação com o mar,o pe-
riódo das Grandes Navegações,o profetismo sebastianista e o sonho de um império grande,que não admite o
meio termo, é o todo ou nada: O verso é assim.Porque é do porotuguez,pae de amplos mares.Querer, pode só
isto:O inteiro mar, ou a orla vã desfeita.O todo, ou o seu nada.Esse sonoo da conquista e domínio absoluto,
aventura maior do novo português, aparece sempre representado pelo mar,que assume,dessa forma, um significado muito forte: Que o mar com fim será grego ou romano:O mar sem fim é pórtuguez.E a cruz ao alto diz que o que me há na alma .E faz a febre em mim de navegar.Só encontrará de Deus na eterna calma .O porto sempre por achar.Por essas características,Mensagem aproxima-se de uma forma épica(e aqui relembramos o artigo publicado na revista A Águia no qual Fernando Pessoa, fala no "aparecer de um supra- Camões"),os Lusíadas, num projeto de edição de suas obras,Fernando Pessoa, De Fernando Pessoa,Dalvino. 1月15日 O MAR VISTO UMA VEZ(CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE)OS ALUNOS DAQUELA ESCOLA de subúrbio nunca tinham visto o mar,.sairam em excursão, de ônibus, e pediram ao motorista que desse uma volta pela Zona Sul.Viram, ficaram deslumbrados:Dá outra volta.Pára um pouquinho!.Não me contaram onde é a escola, mas percebe-se que fica longe,sem esperança, num desses inúmeros cafundós do Rio que não são o rio, e que a gente mal percebe de avião, ponto cinzento ou parado na pele da cidade.Ou quem sabe se a trinta minutos da praia,porque não é a distância nem a má conservação das estradas que não permite a uma parte da população tomar conhecimento de nossas amenidades: é a pobreza.
O custo da condução e do farnel impede a uma família de 6 (seis) pessoas, residente no Rio, realizar a aventu-
ra deliciosa de passar um domingo no rio,simplesmente saindo de casa pela manhã e regressando à noitinha.
Para um pouquinho!.O ônibus precisa voltar, a professora que acompanha os garotos sente pena deles,porém
o mar não se carrega no bolso, há que carregá-lo na lembrança.É como se os garotos, de repente virassem gregos de Xenofonte,gritando:"" Thalassa! - Thalassa!""ao fim de longa caminhada.Primeiro encontro do menino com o mar, do mar com o menino -e nem se conheceram de um banhar-se no outro, ninguém troxe calção.O menino apenas esticou o pé na areia úmida,sentiu o arrepio do contato,menos que isso, a espuma tocou no bico do sapato, espalhou-se de leve, o menino empalideceu e seu coração está batendo de conhecer
o mar,súbita iluminação entre sua biboca triste e o barulho tocável.Todos os garotos desta excursão mitiga-
ram por alguns momentos esse desejo,fizeram descoberta, agora homens feitos, dizem o mar é infinito. DJZ. 1月13日 DESPRENDIMENTO(POR: DALVINO JOSÉ ZEFERINO)As festas acabaram.As comemorações já passaram.E então , o que ficou?!>.Natal Reveillon,fim de ano, em geral
nos fazem melancólicos.começamos a pensar no que ficou, no que poderia ter sido, no que passou.Em alguns
casos, revemos tudo isso com aquela sensação feliz de " TUDO OK ".Outros, nem tão felizes assim remetem-nos à dor da perda,do que não vivemos,do que não temos.E então, ao invés de olharmos para frente,para que pode
vir,paa nosso futuro nossa vida, nossos desejos as vontades, olhamos para o passado.colocamos nossa felicida-
de no que já não nos pertence, e dessa forma, sofremos.!Mas se não nos pertence , a lei é mesmo desaparecer
desprender,soltar,deixar para lá seguir em frente.Como gosto de afirmar, para que possamos nos abrir para o
novo, é preciso disponibilidade.Não dá para nos mantermos"ocupados" e achar que, ainda assim,vamos encon-
trar outras possibilidades.Não vamos É simples.! Para que possamos viver novos vôos,alçar novas conquistas é
preciso mudar de patamar.Passar para um outro grau,uma nova curva ,é isso ai o que chamamos de desloca-
mento.Podemos escolher sim, nos descolar de histórias que não acrescentam,ao contrário:subtraem.É ser des-
locado tem muitas vantagens.! Você já percebeu como uma pessoa "descolada", é legal?.Ela é leve, sem amar-ras,sem "NEURAS." A vida é afinal feliz.Viver pode ser sinônimo de bem-viver.E o outro nesse sentido,é sempre bem-vindo.Pode ser incluido.Não éxiste medo, não há ilusão, não existe espaço, para nada que seja VERDADEIRO,nada que não venha carregado de amor incondicional,nada que não seja o SELF,Um ótimo ini-
cio de semana para todos(as), é o que deseja Dalvino José Zeferino.
1月11日 MOTIVAÇÃO OU DESESPERO(DO LIVRO: O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO ,ÁS FLS 95/96) escrito por Dalvino José Zeferino(Autor)O ser humano em suas atividades alimenta-se de razões,apaixona-se por motivações válidas busca sempre mo-
tivos,não só daquilo que existe, como também daquilo que pode realizar.Para se movimentarem, as máquinas criadas pelo progresso tecnológico, satisfazem-se com o combustível;o ser humano pede mais...reclama moti -
vos.Sem motivos, o homem cai na apatia, no desânimo e perde o gosto de pensar e de agir.Todavia, o homem de hoje,despreparado para conviver com os lampejos sedutores da técnica "foge de si mesmo,esconde-se e subtrai-se à introspecção pessoal, caindo na ansiedade.Nada compensa o distanciar-se de si mesmo.Nada desepera tanto como a impossibilidade de encontra-se com seu próprio destino."Complexo de auto-suficiência que o progresso tecnológico criou no homem atual veio agravar ainda mais o problema íntimo do homem, que o surto técnico já encontrou problemático.A fuga de si próprio, porém, precipita o homem em algo de pior.Precipi-
ta-o no indefinido, no incerto, no desespero.Jacques Monod, prêmio Nobel de biologia, em seu desespero assim escreve: " É supérfluo buscar um sentido objetivo da existência.Ele simplesmente não existe.Os deuses estão mortos e o homem está só no mundo, como produto acaso...Ele é apenas aquilo que ele fizer de si mesmo."
Essa fuga de si mesmo,generalizada pela técnica que é a causa, mas consequência, gera no homem uma visão
pessimista e angustiosa de sua realidade.É uma pedra que rolará fatidicamente para o abismo.A técnica ,por isso mesmo, não tem culpa se encontrou no seu explodir,um homem já desintegrado em si mesmo.BFS/DJZ. 1月6日 Falando sobre Fernando Pessoa
Citação Fernando Pessoa 1月5日 A BELEZA EM TODAS AS COISAS(RUBENS ALVES)Há dois tipos de alimentos:os alimentos que alimentam o corpo e os alimentos que alimentam a alma.Os alimen-
tos que alimentam o corpo, nós os representamos poeticamente pelo pão.a alma não se alimenta de pão.Ela se
alimenta da beleza.a beleza tem o efeito oposto ao do pão:ela nos torna cada vez mais leves.Não é raro que
aqueles que dela se alimentam se tornem criaturas aladas e desapareçam no azul do céu,onde moram os deu-
ses,os anjos e os pássaros.A beleza é coisa da leveza." "Os artistas me fazem acreditar em anjos.Deus de vez em quando tem dó da nossa condição e nos envia esses seres inexplicáveis para que experimentemos a alegria
do mundo da beleza perfeita."Não caminho por dever.Caminho por prazer.O que dá alegria ao caminhar não
são os possíveis benefícios médicos dessa prática, mas as excitações dos meus sentidos.Caminho para alegrar os meus olhos, os meus ouvidos, o meu nariz, a minha pele...Caminho para fazer amor com a natureza.""Assim
são as imagens poéticas:elas têm o poder de ir lá no fundo da alma onde moram os equecimentos.E, quando um desses esquecimentos acorda, a gente sente um estremeção no corpo.É isso que faz a poesia.Ela cata pedaços
perdidos de nós." O que é necessário compreender é que ninguém tem a verdade.Nós só damos palpites.No
momento em que os individuos compreendem que suas verdades não passam de palpites, eles ficam mais to-
lerantes.E é gostoso conversar mansamente, cada um ouvindo honestamente o que os outros têm a dizer.Ru-
bens Alves, nos ensina a admirar não só a beleza natural, como tambem a beleza da alma,pense nisso Dalvino. |
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