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10月23日 CMPORTAMENTO - PROSTITUIÇÃO COM NOVIDADES( POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO)COMPORTAMENTO - MUDAM OS TEMPOS E A PRÁTICA DE VENDA DO SEXO ADAPTA-SE RECICLA-SE, RESISTINDO TANTO
AOS PRECONCEITOS, QUANTO A LBERDADE SEXUAL DA NOVA MULHER.
Discriminada pela sociedade, hajá quem diga que sua origem conincide com a da existência humana. Difundida entre
os povos, a prostituição revela-se, como um fenômeno universal.Seu retrato falado mistura-se e confunde-se com -
miséria, luxúria, solidão, prazer, vício e promiscuidade,que se enlaçam e se desenlaçam, numa trjetória de fanta -
sias e de delírios que alimentam sonhos de vir a encontrar, talvez, aquele " principe encantado ",que possibilitará -
segurança econômica e, especialmente, estabilidade afetiva e sexual. Estudos , realizados têm confirmado -
essa idéia.Todavia, enquanto o sonho não se concretiza, a prostituta trafega sorrateiramente de uma esquina a outra
de um boteco a uma boate, da favela à zona do meretrício, do hotel de luxo a uma viagem ao exterior, nem sempre
sem fazer alarde.?Alén disso, demarca espaço, estabelece limites e provoca diversidade de opiniões em relação ao
local ocupado e o tempo de permanência, sem falar do seu modo de expressar-se e comunicar-se.Tolerada por pou-
cos e repudiada por muitos, a prostituta revela sua existência entrelaçada numa rede de sinais de comunicação espe-
cificos. Os disfarces oferecidos pela imitação das grifes de alta costura e de adereços lhe possibilitam a camuflagem
tão necessária para apresentar-se em ambientes diversos,sendo capaz de driblar, às vezes, até os mais avisados. No
entanto,tal qual um produto de consumo;ela está sempre às mãos do consumidor.Afinal, quem é essa mulher que
coloca em xeque os tradicionais valores morais, religiosos, políticos e econômicos ?.Quem é essa que, com o seu
modo de ser, expõe a fragilidade da fronteira entre o lícito e o ilícito, o permitido e o proibido, o público e o privado,
o certo e o errado? .Quem é essa que desvela a um so tempo as incoerências, as fraquezas e a fugacidade da nossa
conduta moral ?.Quem é essa mulher que explicita a pluraliade das práticas sexuais e que, demonicamente, trafega
pela encruzilhada do proibido imoral e pecaminoso, mesmo em tempos de epatites e aids?.E que é capaz, não raro de
abalar e colocar em risco a " estabilidade ", tanto de tradicionais quanto de modernas relações conjugais?.Parece
que nem mesmo o processo de revolução sexual da mulher, que vem ocorrendo ao longo das últimas décadas e do
qual nasaceu a " nova mulher ",politicamente bem situada e capaz de permitir-se a escolha de um parceiro que satis-
faça seus desejos e fantasias sexuais, sem a promessa de continuidade e de comprometimento com o futuro, conse-
guir abrandar a prostituição.A mulher personagem-O compoortamento dessa " nova mulher ",pode ser, ocasional-
mente, confundido com o de uma garota de programa. Uma análise mas minuciosas sobre o assunto ,porém , pode-
ria revelar algumas diferenças. Um exemplo marcante está no fato de a prostituta, historicamente, prestar ao ho -
mem um serviço de profissional do sexo, com regras preestabelecidas, " kits " de prazer, embalagens de sonhos e
fantasias, tal como na canção Follhetim, de (Chico Buarque). " Eu te farei as vontades, te direi meias verdades,sem-
pre a meia-luz. E te farei, vaidoso,supor que és o maior e que me possuis..." assim, o "freguês", compra o que puder
e desejar: as meias verdade. a prostituta desempenha a tarefa de servi-lo e de fazê-lo acreditar que é o "maior" e
que possui.A " nova mulher",com a prática de comprometimento com a sua própria satisfação sexual, uma vez que
sua busca também se dirige `A realização de seus próprios desejos, não atende àquela expectativa de " serví-lo", vis-
to que não vende prazer, tal qual a prostituta. Afinal quem é esse homem que vai em busca de uma prostituta?.Se
existe quem venda prazer, é porque existe quem compre prazer. Não há negócios estabelecidos unilateralmente.
Não seria o poder de compra o desencadeador do desejo ou necessidade de venda?.A prostituta sabe o que seu fre-
guês almeja e , para satisfazê-lo, desenvolve seu marketing de venda que aprende com habilidade e dedicação,e
se mantém sempre atualizada. O mercado exige sempre novidades. De preferência, que sejam belas e jovens.A rea-
lidade mostra-nos que a prostituição infantil ocupa lugar de destaque na maioria das sociedades tidas como civiliza-
das. A prostituição, nesse caso, deve-se às crianças ?.Não se nasce prostituts.As circustâncias socioeconômicas e
morais estabelecidas pelos adultos criam e recriam os espaços do vir-a-ser. O homem, por sua vez, conhecedor do
seu poder de compra, sabe que seu valor não é demarcado pela juventude e a beleza, mas pela quantidade de din-
heiro que estiver disposto a gastar. Essa regra determina a compra de minutos, horas ou até dias de fantásias,
sonhos e delirios de prazer, pois o mergulho no mundo do faz-de -conta proporciona um faz-de-conta que se é feliz.
E quem se importa ou já se importou com esse homem?.Por que não se lhe tribui a co-responsabilidade em relação
à manutenção da prostituição ?.Pode parecer, até, que a prostituição seja uma praga determinada por algum
"gene",moralmente desencaminhado.Não seria agora o momento propício para se desvelar os sujeitos ocultos que,
também, ocultam a prática da prostituição ?.Atente-se para o fato de que a prostituição só deixará de existir quando
não mais houver " compradores de prazer". A partir desse momento, a relação entre homens e mulheres estaria
apoiada na parceria e na busca de uma realização sexual e afetiva, cujas metas possiblilitariam mergulhar, com
sutileza as fugacidade, pelas profundezas da intimidade; do encontro erótico que ambos buscam. E não haveria, quem
sabe, medo de envolvimento e de comprometimento afetivo. A autencidade seria a trilha que alicerçaria o diálogo e a
criatividade, ingredientes inseparáveis para aqueles que não se saatisfazem apenas com as meias verdades e com
as novas embalagens. Pense nisso, um ótimo final de semana para todos(as), é o que deseja Dalvino José Zeferino. 10月15日 PENSAMENTOS IRREAIS NA FIGURA DO SER HUMANO,(HOMEM E TECNOLOGIA)UMA ADAPITAÇÃO DOS ESCRITOS DA REVISTA VIVER,REVISADA; POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO)ENQUANTO COMEMORAMOS AS BENESSES DA TECNOLOGIA, VEICULADAS PELA INTERNET, ALGUNS ESQUECEM A IMPOR-
TÂNCIA, DESTE CONTATO PESSOAL.( TEXTO : UMA ADAPITAÇÃO DE DALVINO JOSÉ ZEFERINO ).
Passamos grande parte de nossas vidas em um lugar onde não haja exigências,cobranças e responsabilidades,
o amor seja incondicional, todas as pessoas sejam ilimitadas, bonitas saudáveis sem defeitos e com perfeição e, --
principalmente, todos os desejos sejam prontamente atendidos e satisfeitos. Segundo essa linha de raciocínio, a
vida terrena, a vida humana conforme a conhecemos e vivemos cotidianamente, seria o inferno. O que será que --
acontece para a vida ser sentida assim? .O desenvolvimento psíquico ocorre pela elaboração de experiências emo-
cionais desde o nosso nascimento, até o nosso crescimento e a vida adulta. Essas experiências acontecem primei -
ramente no contato interpessoal mãe - bebê, estendendo -se para o meio familiar e para o grupo social. O ser hu-
mano busca o crescimento e o desenvolvimento para se sentir autônomo, sendo impelido por suas necessidades bio-
lógicas, pela busca da satisfação e seus desejos e pelas exigências que o mundo externo apresenta à medida que
a pessoa amadurece. Na busca do amadurecimento emocional, o homem descobre e trava uma luta sem trégua pa-
ra atingir seu crescimento e durante esse processo almeja repousar um pouco.Durante o seu desenvolvimento, o
ser humano tem de lidar com algumas angústias cruciais: a angústia da sua finitude, a morte; a angústia por saber
que precisa de outras pessoas para satisfazer suas necessidades, pessoas essas que são independentes e autôno-
mas dele (isto é, a discriminação eu - outro), e a angústia de que não será satisfeito de acordo com seu desejo, ou
seja, a frustação. A cada momento de sua vida, a pessoa vive e reatualiza experiências emocionais onde estão pre-
sentes essas angústias. Para lidar com elas, o ser humano pode utilizar sua mente que, operando sobre essas expe-
riências, fornecerá um sentido afetivo a elas e à sua vida, por meio da simbolização. é dessa maneira , aparente-
mente mais fácil, de lidar com os sentimentos dolorosos inerentes ao existir são desnecessários. Sabemos que é
próprio de todas as pessoas tentar controlar aquilo que é intrinsecamente característico do que é ser humano,ten-
tando livrar-se da percepção e consciência do que acontece consigo, uma vez que se imagina que é devido a essa
percepção e consciência que se sente dor mental. a modernidade nos oferece a internet, entre outros recursos,
como instrumento possível de fuga da dor de existir e assim encontrar o repouso desejado durante a vivência das
experiências emocionais. Isto é: viver no paraíso. É importante salientar que a internet aparece com o desenvolvi-
mento da tecnologia que tornou possível e necessária a implantação e continuidade de uma sociedade mundial
globalizada. A rede mundial de computadores permite uma comunicação mais rápida e fácil com toda e qualquer
pessoa, conhecida ou não, um intercâmbio entre diferentes culturas e sociedades, auxilia nos desenvolvimento
técnico e científico e oferece acesso irrestrito e ilimitado a toda e qualquer informação que se queira. A internet
e toda a nova tecnologia é uma aquisição valiosa da modernidade e não deve ser desprezada nos permitindo des-
coberta imprescindíveis a todo como do saber humano. Porém, como qualquer técnica, pode ser aproveitada com
outra intenção. vou me referir a um uso específico e peculiar dessa nova tecnologia, isto é, quando utilizada como
possibilidade de encontrar o " paraízo ", lugar de resolução dos conflitos humano, servindo para superficializar e
banalizar o ser humano. Como isso pode acontecer?.Atualmente, os jogos eletrônicos e a realidade virtua frequen-
temente substituem os espaços lúcidos interpessoais que possiblitam a experiência e a elaboração emocionais.
Eles servem como substitutos da relação pessoa a pessoa, necessária para o desenvolvimento e enriquecimento
psíquico, fazendo a vida humana parecer um jogo com um objetivo a ser atingido, no qual se acerta ou erra, se
ganha ou se perde etc;as experiências humanas passam a ser dicotomizadas: certa ou errada e boa ou má, por
exemplo, ficando, assim, mais fáceis de serem controladas. O contato humano se dá entre um ser humano e uma
máquina, tirando a riqueza emocional da relação interpessoa, mas as dores do viver angústias são evitadas. No
mundo virtual ficcional, a realidade sociocultural vai se tornando cada vez mais ambigua para poder conter den-
tro de si todas as diferenças como se fossem iguais. ao tentar igualar as diferenças, o mundo nos resulta não
problemático. A realidade virtual passa a ocupar o espaço da reflexão crítica, que antes era feita no relaciona -
mento interpessoa. Evitando-se os sentimentos de separação, ausência e falta, o desenvolvimento psicoemocio-
nal do individuo fica obstruído. Com o desaparecimento da discriminação eu - outro, ausência do sentimento de
falta e a tentativa de driblar a vivência de limite, a mente funciona da mesma maneira que um músculo, como
sempre disse Bion, um psicanalista inglês contemporâneo, isto é, a mente passa a reagir aos intensos estímulos
pronta e rapidaente, sem possibilidades de repercussão desses estímulos na esfera emocional. A mente perde a
função de operar sobre as experiências emocionais e a vida psíquica passa a ser igualada ao funcionamento ce-
rebral.Assim, a química presente no funcionamento cerebral comandaria o mundo emocional e não mais a lingua-
gem sendo ignoradas como estruturadoras do mundo psíquico reduz a capacidade simbólica do ser humano, o que
se contrapões às concepções psicanalíticas de que o pensar´só é possível na ausência do outro.Para isso , é ne -
cessário que o ser humano tolere as singularidades de cada pessoa, reconheça suas caraacterísticas humanas e
necessidades emocionais e possa se adequar à realidade para obter experiêcias prazerosas. Imaginando que po-
de viver no pra´so da realidade virtual ficcional, a pessoa se empobrece enquanto ser humano, se desumaniza
para não ententar a verdadeira experiência humana. Coloca-se num vazio, que se perpetua e se auto-alimenta,
trazendo sentimentos de isolamento e solidão. Do meu ponto de vista, apesar da dor psquíca, o interesse em viver
deveria estar ligado ao respeito pelas qualidade constituintes do que é estar vivo, diferentemente de uma máqui-
na ou um objeto inanimado, enriquecendo as pessoas e a sociedade cultural. Pense nisso, uma ótima semana a
todos(as) Dalvino José Zeferino. 10月9日 INTENCIONAIDADE -EROS E REPRESSÃO,AMOR E VONTADE DE ROLLO MAY ÀS FLS.248/256Ao explorarmos o signifcado mais profundo de desejo observamos a recorrência de um estranho tema. No desejo
existe mais do que parece à primeira vista. O tema está implícito quando Lynch fala no elemento "autônomo" do
desejo, ou quando tanto ele como Farber se referem à relação do desejo com a imaginação e a espontaniedade.
E está presente de modo especial quando consideramos o significado, aquele aspecto do desejo no ser humano
que vai além da simples força e é expresso através da linguagem da arte e de outros simbolos. E é grande " X "
sobre o qual James saltou ao ilustre o ato de sair da cama numa manhã de frio.Este tema, que percorre obrigato-
riamente o nosso debate, é a intecionalidade. Por intencionalidade entendo a estrutura que dá significado à expe-
riência. Não deve ser confundida com intenções, é a dimensão que as sublima. É a capacidade humana para ter
intenções. É a nossa participação imagintiva nas possiblidades do dia que se inicia, segundo o exemplo de James,
e da qual emerge a consciência de nossa capacidade para formar amoldar, a modificar a nós mesmos e ao dia,
um relação ao outro. O desvaneio de James deitado na cama é disso uma bela expressão, embora negada.A inten-
cionaliade encontra-se no âmago da consciência. Creio que é também a chave do problema do desejo e da vonta-
de.Primeiro que significa o termo ?.Nós o definimos em dois estágios.O preliminar é o fato de que nossas inten-
ções são decisivas com relação a nossa maneira de perceber o mundo. Esta tarde, por exemplo, visitei uma casa
nas montanhas, suponhamos primeiro que eu esteja procurando uma residência para amigos alugarem durante o
verão. Ao aproximar-me indagarei se é sólida e bem construída que o que paguei por ela e outras coisas que signi-
fiquem " lucro ". Ou digamos que eu esteja visitando a casa de amigos:neste caso, eu a verei com olhos que se
refiram à " hospitalidade "o terraço, as espreguiçadeiras que tornarão mais agradável a conversa à tarde. Ou, caso
se trate de um coquetel em casa de amigos que deixaram de comparecer a uma festa que ofereci em minha casa,
vejo-me procurando coisas que indiquem que os outros prefiririam meu cottage ao deles, e outros aspectos de in-
veja ou de status social, pelos quais nós, seres humanos, somos tão conhecidos. Ou finalmente, se naquela tarde
sai munido de aquarela, decidido a pintar um pouco, observarei como a casa se prende à encosta da montanha,as
linhas do telhado seguindo na direção dos picos distantes, e descendo para o vale lá em baixo. Neste caso prefe-
rirei que a casa esteja meio em ruínas, o que me dará melhores possib lidades artísticas. Em cada um desses cin-
co exemplos, é a mesma casa que fornece os estímulos e eu sou a mesma pessoa que a eles reage. Mas, em cada
caso, morada e experiência têm signficicado inteiramente diferente.Este é apenas um dos aspectos da intenciona-
lidade.O outro é que ela provém igualmente do objeto.Intencionalidade é a ponte entre os dois. É a estrutura do
sentido que nos possibilita, sujeitos que somos, a ver e compreender o mundo exterior, objetivo, tal qual é. Na
intencionalidade, a dicotomia entre sujeito e objeto é em parte vencida.
AS RAIZES DA INTENCIONALIDADE
A intencionalidade começa assim com uma espistemologia, um modo de conhecer a realidade, contendo o sen-
tido da realidade como a conhecemos.Tomemos, por exemplo, seu esforço para elaborar uma teoria " econômica ",
da libido, sendo as alterações nas quantidade econômicas da excitação a variante significatva.Podemos supor
uma certa força, digamos, de puro desejo sexual, com correlatos glandulares e neuromusculares em todo o corpo
assim como excitação especfica nos órgãos sexuais.Mas acontece que a libido não é uma quantidade fixa,mas se
altera de acordo com as assoiações da pessoa com o ente amado, o pai, a mãe, amante, etc, e esses sentidos
simbólicos que são quantitativos têm mais relevância e força como um elemento variãvel do que a quantidade de
libido. A conclusão, portanto, a que conduz o nosso argumento é que toda intenção contém um compromisso.Isto
não se refere ao uso dos músculos depois de se ter tido uma idéia, com a finalidade de realizá-la. E acima de
tudo não se refere ao que um behaviorista talvez dissesse, depois de ler estes parágrafos: Exatamente o que
sempre afirmamos o consciente está apenas no ato e, para começar, poderiamos estudar portanto, apenas a
ação muscular, o comportamento. Não, nossa análise conduz exatamente à conclusão oposta, isto é, que
não se trata de um simples movimento de músculos, como o da laringe durante a fala. O que temos é um ser
humano intencionando fazer alguma coisa.E é impossível compreender o comportamento franco exceto em
relação a, e como expressão de sua intenção. Pretender não tem significado independente da intenção. Cada
ato consciente tende a alguma coisa, é um voltar da pessoa em direção a algo e contém, embora apenas latente
um impulso orienteado para uma ação. Coginição, ou saber,a aaou querer, andam juntos, portanto. Um não pode-
ria existir sem o outro. É por isso que o compromisso é tão importante. Se eu não quero algo, jamais poderia
conhecê-lo, se eu não conheço alguma coisa, jamais possuíria conteúdo para meu querer. Neste sentido pode-se
dizer que o homem faz sua própria intenção. Observe-se que eu não disse que ele faz apenas sua intenção.Digo
que o homem não está empenhado em realizar sua intenção, jamais conhecerá a realidade.Minha tarefa, até aqui,
tem sido definir o conceito de intencionalidade. Sublinhei que ele conteém tanto o conhecimento, como a forma-
ção da realidade, e que ambos são inseparáveis. Do ponto de vista da intencionalidade, o devaneio do paciente
deitado na cama é inteiramente sensato, e o súbito to de levantar-se não é absolutamente " um feliz instante" de
capricho, ou um " afortunado acontecimento",, e sim uma compreensível e fidedigna expressão de sua
conexão com os acontecimentos do dia. É sua participação imaginativa, no dia e nos acontecimentos daquela vinte
e quatro horas que o alcançam e envolvem, fazendo com que se levante.Um ótimo final de semana para todos(as),
é o que deseja Dalvino José Zeferino.
10月4日 NAMORO EVITA DOENÇAS E REDUZ O ESTRESSE(POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO)SEGUNDO ESPECIALISTA QUE PESQUISARAM , QUEM NAMORA É MAIS FELIZ, TEM MAIS DISPOSIÇÃO E FICA COM O
SISTEMA IMUNOLOGICO REFORÇADO.A sensação de bem-estar e auto-estima, proporcionada por uma união de
cumplicidade, afeto e carinho tem a capaidade de diminuir o estresse. Segundo especialistas, quem namora é
mais feliz e tem mais resistência às doenças. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Psicaná-
lise Clínica, o sexólogo ,quem troca afeto tem a capacidade de diminuir o estresse, o que reforça o sistema imu -
nologico. " Até a pele fica mais bonita", além das aparências. Explica ainda que o estresse e a baixa auto - esti-
ma diminuem a imunidade . Com o corpo mais fraco, as pessoas ficam doentes com mais facilidade. " O caminho
para uma vida saudável é o afeto, e o carinho. Os benefícios do namoro são grandes. As pessoas que amam têm
mais disposição nas atividades do cotidiano". Segundo os estudos científicos comprovam que quando as pessoas
pensam no aspectos positivos atraem quem está na mesma sintonia. " Os pensamentos se refletem no corpo e
nas atitudes". Estes benefícios foram comprovados cientificamente. " A Organização Mundial da Saúde ( OMS), -
considera que a sexuaidade de forma saudável contribui, para melhorar a qualidade de vida". Para construir um
relacionamento estável, é preciso que se tenha auto - estima, para não transferir suas próprias questões e trau-
mas para o relacionamento.Não adianta pensar que somente achar um namaorado pode resolver seus problemas".
Namorar faz bem para todas as idades. " O romantísmo só melhora a saúde, seja de jovens, adultos ou idosos.As
pessoas são percebidas facilmente ". Agora os cuidados são muitos, para não cair numa armadilha.Toda relação,
seja ela afetiva, familiar, amorosa, profissional ou outra, é complexa e demanda disponibilidade e o desejo de fa-
zer encontrar e acontecer. Essas é a regra. Assim deveríamos agir toda vez que escolhessemos nos envolver:
com corpo,alma, espírito e mente. a questão é que, por vezes, escolhemos entrar em uma relação para fugir do
medo, fugir de nós mesmo, de nossas angústias, nossas dúvidas, nossas incertezas em fim fugir da vida.E lá vamos
nós!. Esses mergulhar em um algo novo parece mesmo ser a solução para nossos problemas. E, desavisados, en-
tramos e saímos de relações, sem mesmo compreender o que estamos fazendo das nossas vidas.Interessante !.
Você com certeza já deve ter se deparado com inúmeras situações como essa, ou mesmo percebido esse compor-
tamento em outros. são todos, de algum modo e por algum motivo, desconectados. Estão de fato muito distantes
do que está acontecendo.Escolhem viver no passado ou no futuro, com um outro na cabeça, uma outra idéia do
que seria a relação, escolhem viver ocultos. Com sua imaginação num mundo imaginário.Não adianta esconder
porque está ali na sua frente, uma outra pessoa que não tem nada a lembrar do passado.As pessoas que estão
presentes têm um brilho próprio. São tocáveis, disponíveis,vivas. Estão fazendo o que querem.A presença é a
única forma de nos fazer vivos, ela é imprescindível. É só a partir daí, que vamos poder avaliar se estamos bem.
Se gostamos do que fazemos. Se queremos continuar nos transformar, decidir de novo, escolher o diferente.Não
há possibilidade de cominhar, sem saber para onde vamos, o que queremos, como e por que decidimos.Ficar com
o que temos é realmente desafiador. Ficar com o que podemos na presença do outro, muito mais complexo, mas,
nem por isso mesmo gratificante. Escolher uma decisão de cada um, a cada instante, a cada situação.Um ótimo
final de semana para todos(as), é o que deseja Dalvino José Zeferino. |
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