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日志


5月30日

OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA( T.HARV EKER ) ÀS FLS.9/15)

 
                                                     "QUEM É, AFINAL, T. HARV EKER E POR
                                                       UE DEVO LER ESTE LIVRO?."
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                         As ideias e os conceitos que apresento neste livro não são por si mesmos
               verdadeiramete falsos, não estão certos nem errados.apenas refletem os resulta-
               dos que obtive em minha carreira e as conquistas que observei na vida de milha-
               res de alunos meus. Creio que, aplicando os princípios que descrevo aqui,   você
               transformará a sua vida. Não se limite a ler este livro. Leve a sério os   conceitos
               e, depois, faça a sua própria experiência com eles .Guarde o que lhe for útil e sin-
               ta-se à vontade para descartar o que não for. No que se refere a dinheiro, este li -
               vro, talvez seja o mais imortante que você teria lido. Sei que essa é uma afirma -
               ção ousada, mas acredito que ele contém o elo  que faltava entre o desejo   e   a
               conquista do sucesso. Como você já deve ter reparado, esses são dois mundo in -
               teiramente diferentes; é provável que você já tenha lido outros livros, ouvidos fi  -
               tas e CDs, frequentado cursos e estudado diferentes métodos de como enriquecer
               com imóveis, ações ou negócios. Mas o que aconteceu ?.Para a maioria das pes -
               soas, praticamente nada. Depois de um inicio promissor, tudo voltou a ser como
               antes. Mas a resposta existe. Ela é simples, é garantida, e você não vai conseguir
               driblá-la. Tudo se resume ao seguinte: se o " modelo financeiro", que existe     no
               seu subconsciente não estiver programado para o sucesso, nada que você aprenda,
               saiba ou faça terá grande importância, vou desmistificar o motivo pelo qual     al-
               gumas pessoas estão fadadas a ser ricas e outras destinada a uma vida de dureza.
               Você endenderá as raizes do sucesso, da mediocridade e do fracasso financeiro   e
               começará a mudar para melhor o seu futuro nessa área. Saberá como as influências
               que recebemos na infância modam o nosso modelo financeiro e podem nos condu-
               zir a pensamentos e hábitos autodestrutivos. Aprenderá a fazer poderosas declara -
               ções que ajudaão a substituir maneiras negativas de pensar por " arquivos que aju-
               darão a substituir maneiras negativas de pensar por arquivos de riqueza";você pas-
               sará a pensar e a prosperar como as pessoas ricas. Conhecerá também, passo a passo,
               estratégias práticas para aumentar a sua renda e construir a sua riqueza.Na parte 1,
               explico como cada um de nós está condicionado a pensar e agir nos assuntos finan-
               ceiros e esboço quatro estratégias - chave para você rever o seu modelo mental de -
               dinheiro. Na parte 2, examino as diferenças entre o modo de pensar das pessoas  -
               ricas e da grande maioria das pessoas Além disso, sugiro 17 atitudes e ações capa  -
               zes de promover mudanças permanentes na sua vida financeira. E qual é a minha ex-
               periências ?. De modo onde venho ?. Sempre fui bem sucedido ?.Quem dera!. Assim
               como um grande número de pessoas, sempre tive muito " potêncial", mas os resul -
               tados que conseguia aeram poucos. Lia todos os livros, assistia a todos os seminá  -
               rios sobre como prosperar. Eu queria muito ser bem sucedido Não sabia exatamente
               se era por causa do dinheiro, da liberdade, do sentimento de realização ou apenas  -
               para minha capacidade aos meus pais. De qualquer modo, vivia obcecado com a ideia
               de ser " sucesso".Entre os 20 e  30 anos de idade, comecei vários negócios, sempre  -
               com o sonho de fazer fortuna, no entanto os meus resultados foram de fracos a pés-
               simos.Eu trabalhava sem parar, porém não decolava. Sofria da " doença do monstro
               do lago Ness": embora ouvisse falar muito dessa coisa chamada lucro, nunca conse -
               guia vê-lo. E pensava: " Se eu mntar o negócio certo, se pegar um onda boa, me dou
               bem ".Mas estava errado .Nada dava certo . peo menos pra mim. E foi a última parte
               dessa frase que acabaou chamando a minha atenção. Por que outras pessoas que at
               avam no mesmo ramos estavam conseguindo ter sucesso e eu continuava quebrado?.
               Tratei então, de fazer um rigoroso exame de consciência. Analisando as minhas cren-
               ças , obsrvei que, apesar de dizer que queria ficar rico, eu tinha certas inquietações  -
               enraizadas a respeito do dinheiro .Acima de tudo , sentia medo. Temia fracassar,   ou
               pior, ter sucesso e acabar perdendo tudo. Nesse caso, eu seria realmente um panaca.
               Pior, destruiria a únaica coisa que soprava a meu favor: a lenda de que eu tinha    um
               grande potêncial. E se eu descobrisse que não possuia as qualificações ncesárias     e
               estava condenado a uma vida de trabalho duro?.Depois, por sorte, recebi conselhos -
               de um amigo da familia, um homem extremamente rico Ele foi à casa dos meus pais
               jogar carta e notou a minha presença.´Na época eu estava morando na " suite do an -
               dar de baixo", também conhecida como o porão. Era a terceira vez que eu voltava para
               casa. O meu pai deve er falado com esse amigo sobre a minha lamentável existência  -
               quando ele me viu, tinha nos olhos aquela simpatia normalmente reservada aos pa  -
               rentes de um morto. Ele disse. Harv, eu comecei igual a você: um desastre completo.  -
               " Fantástico, isso faz com que eu me sinta bem melhor", pensei .Mas, antes que pudes-
               se dizer qualquer coisa, ele prosseguiu: .Mas recebi um conselho que mudou a minha -
               vida e eu gostaria de transmití-lo a você. Harv, se as coisas não estão indo como você
               gostaria, isso quer dizer apenas que há algo que você não sabe. Na época eu era um
               jovem arrogane e achava que sabia tudo .Porém aí de mim a minha cota bancária mos-
               trava o contrário.Comecei a aprestar atenção. Ele continuou;.Você sabia que a maioria
               das pessoas ricas pensa mais ou menos da mesma forma?. Eu disse : Não, nunca ob -
               servei isso.Ao que ele respondeu: Isso não é ciência exata, mas quase todos os ricos  -
               pensam de um jeito completamente diferente das outras pessoas. O modo de pensar
               determina as ações dos indivíduos e, consequentemente os seus resultados.Você acre-
               dita que, se pensasse como os ricos e agisse como eles, conseguiria enriquecer também.
               Lembro-me de ter respondido com a confiança de uma bola mucha;.Acho que sim.En -
               tão ele explicou tudo o que você precisa fer é copiar o modo de pensar dos ricos.Cético
               como eu era na épca, perguntei .E no que você está pensando neste momento?. A sua
               resposta foi.Estou pensando que os ricos cumprem os seus compromissos, e o meu nes-
               te momento é como seu pai. as pessoas estão me esperando para jogar. A gente se vê.
               E foi embora. Mas as palavras dele ficaram na minha cabeça. Como nada estava dando  -
               certo para mim, pensei; " Por que não fazer o que ele disse? E me dediquei de corpo e al-
               ma estudo dos ricos de seu modo de pensar; aprendi tudo o que podia sobre o funcio-
               namento da mente humana, mas me concentrei principalmente na psicologia do dinhei -
               ro e do sucesso.Descobri que, sim, era verdade: os ricos pensam de um modo diferente
               das pessoas que não pussuem dinheiro e até das que têm uma vida confortável em ter-
               mos financeiros. Acabei tomando consciência de como os meus pensamentos me empu
               raram para longe da riqueza. E o mais importante: aprendi técnicas poderosas de recon -
               dicionamento mental para passar a pensar da mesma forma que eles.Até que um dia de-
               cidi " Chega de teoria, agora vou colocar isso na prática." Resolvi tentar outro negócio.
               Como estava envolvido com a área de saúde e exercícios físicos, abrir uma das primeira
               lojas de equipamentos de ginástica da América do Norte. Mas não tinha dinheiro, então
               precisei fazer um empréstímo de US$ 2  mil no cartão de crédito para abrir a empresa.
               Comecei a aplicar o que havia aprendido, copiando as estratégias de negócios e o modo
               de pensar das pessoas ricas. O meu primeiro passo foi me comprometer a fazer sucesso e
               a jogar para vencer.Comecei a contestar tambem a minha atitude mental sempre que tin-
               ha pensamentos negativos ou contraproducentes na área financeira.O meu negócio fez
               tanto sucesso que abri 10 lojas em apenas dois anos e meio Depois vendi metade das
               ações da empresas para uma grande companhia por US$ 1.6 milhãoa e me mudei para a
               ensolarada San Diego, na Califórnia. Tirei dois anos para aperfeioar as minas estratégias
               e começar a prestar consultoria de negócios a clientes em sessões individuais. acredito
               que esse trabalho tenha sido bastante eficaz, pois essas pessoas começaram a levar ami-
               gos, parceiros e sócios às reuniões. em pouco tempo, passei a orientar 10 , às vezes 20
               clientes ao mesmo tempo.Um deles sugeriu que eu abrisse uma escola.Considerei      a
               ideia excelente. Fundei a Street Smart Business School e ensinei a milhares de pessoas
               estratégias práticas de negócios para fazer sucesso em alta velocidade.Enquanto eu viaja-
               va realizando seminários, percebi algo curioso. Às vezes, duas pessoas sentavam lado a
               lado na sala e aprendiam exatamente os mesmos princípios e estratégias .Uma delas uti-
               lizava essas ferramentas e subia como um foguete rumo ao sucesso. a outra, porém,não
               alcançavam praicamente nenhum resultado.Vou expor a questão da seguinte maneira:
               usando os mesmos principios que ensino, ganhei muitos milhões de dólares e me tornei
               multimilionário.Quase todos os meus negócios e investimentos vão de vento em popa.
               Há quem diga que eu tenho o " toque de Midas", porque tudo o que toco vira ouro.Es -
               sas pessoas estão certas, mas o que talvez elas não percebam é que o toque de Midas é
               apenas outra maneira de mencioar um " modelo financeiro", programado para o sucesso,
               exatamente o que você terá quando aprender esses principios e colocá-los em prática.
                             No começo de cada Seminário Intensivo da Mente Milionária, eu geralmente per-
               gunto aos participantes: Quantos de vocês vieram aqui para aprender?. Essa pergunta é
               uma pegadinha porque, como diz o escritor Josh Billings: ." Não é o que não sabemos que
               nos impede de vencer o nosso maior obstáculo é justamente o que já sabemos, que nos  -
               impedem a vencer.Se você já é verdadeiramente rico e feliz, ótimo. Caso contrário, eu o
               convido a considerar algumas possibilidades que pode não se adequar ao que você pensa
               que é certo ou apropriado para a sua situação. E, por falar em confiança, adoro a história
               do homem que está caminhando à beira de um penhasco quando, de repente, perde o  -
               equilíbrio, escorrega e cai. Felismente, ele tem a presença de espírito de se agarrar a uma
               sliência do penhasco e ficar pendurado ali de forma deseperadora. Depois de passar algum
               tempo nessa situação, começa a gritar por socorro: Ha alguém aí em cim que possa me aju-
               dar?.Hão houve nda. Ele continua gritndo: Há alguém aí em cima que possa me ajudar?.
               Até que uma voz estrondosaa responde:Sou eu, Deus. Posso ajudá-lo. solte-se e confie em
               mim. O que se ouviu em seguida foi. Há mais alguém ai em cima que possa me ajudar?.A
               lição é simples. se você quer passar para um nível de vida mais elevado, tem que estar dis-
               posto a abrir mão de alguns dos seus velhos modos de ser pensar e adotar novas opções.
               No fim, os resultados falarão por sim mesmos. Pense nisso, é um ótimo final de semana -
               para todos (as) Dalvino José Zeferino.
              

ENTENDENDO O PECADO E A PSICOPALOGOGIA(MARK W.BAKER ÀS FLS.70/71-DO LIVRO JESUS O MAIOR PSICÓLOGO QUE JÁ EXISTIU.

                                  ENTENDENDO O PECADO E A PSICOPATOLOGIA
                          " Um certo homem tinha dois filhos e o mais moço deles disse
                  ao pai: ' Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence.'.  E , poucos
                  dias, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra lon -
                  gínqua, e ali dissipou os seus bens, vivendo dissolutamente. .........
                  Caindo em si, disse: ' Vou partir em busca do meu pai e lhe direi:  -
                  Pai, pequei contra o céu e contra ti.'.Mas quando ainda estava longe
                  o pai o viu, comovido, lhe correu ao encontro, lançou-se-lhe ao pes-
                  coço e o beijou. ... O pai disse aos seus criados: ' rápido ! . ... Alegre-
                  mo-nos e celebremos, porque este meu filho estava morto e reviveu,
                  tinha-se perdido e foi encontrado."  Lucas 15: 11-24.
 
                            Na parábola do filho pródigo, Jesus nos diz que a principal  -
                  causa do pecado é o egoismo. A parábola trata da solução do peca-
                  do no mundo. Jesus estava estabelecendo que o pecado é o egocen-
                  trismo que resulta em um relacionamento rompido, e a salvação é o
                  momento em que esse relacionamento é renovado. O filho pródigo
                  partiu deixando o pai; e acabou sozinho e perdido. Quando o acolhe -
                  na volta, o pai não menciona a vida desregrada que depauperou    a
                  herança do filho, nem mesmo considera que o comportamento dele
                  mereça punição. Ele se alegra porque o relacionamento foi restabele-
                  cido.O egocentrismo situa-se no âmago dos problemas espirituais e
                  psicológicos, porque tanto o pecado quanto a psicopatologia resultam
                  da auopreservação a qualquer custo. Este capítulo mostra como o pe-
                  cado e a psicopatoogia são causados por relacionamentos rompidos , e
                  como a salvação e a saúde psicloógica acontecem quando os relaciona-
                  mentos são reconstruídos. Pense nisso, e um ótimo final de semana pa-
                  ra todos (as) é o que deseja Dalvino José Zeferino.
5月27日

A VIDA DE CRISTO ( BÍBLIA SAGRADA )

 
                                                  A VIDA DE CRISTO / ANUNCIAÇÃO.
                  O Anjo Gabriel anuncia a Maria o seu grande privilégio Deus escolhera-a para ser mãe
 de seu filho.Removendo o seu único temor, o anjo asseverou-lhe que ela continuaria a ser vigem
 porque o Espírito Santo viria sobre ela e a força do Altíssimo estenderia sobre ela sua sombra.Por
 isso mesmo o Santo que dela nasceria chamar-se-ia Filho de Deus .Lucas 1,35.
 
                                                   A VIDA DE CRISTO
                 Senhor e Salvador nosso, Jesus Cristo nasceu em Belém da virgem Maria, desposada  -
 com José. Viveu e cresceu em Nazaré. Ao atingir os trinta anos de idade, começou a pregar o per-
 dão dos pecados e a vida eterna para os que cressem n'ele e cumprissem os seus mandamentos .
 Confirmou estes ensinamentos divinos com muitos milagres. Fundou uma Igreja, autorizando os
 doze apóstolos a levar a sua doutrina aos homens até à consumação dos séculos. Apesar de ser .  -
 Aquele de quem tinham falado os profetas de outrora, o tribunal supremo dos judeus sentenciou-
 o à more. Mediante o seu sacrifício na cruz, Jesus abriu-nos as portas do céu. Três dias após a sua
 morte, ressuscitou como havia predito repetidas vezes e apareceu aos discípulos em várias ocasi -
 ões.
 
                                                 ADORAÇÃO DOS PASTORES
                Um exército de anjos apareceu a um grupo de pastores, que guardavam seus rebanhos  -
 naquelas redondezas, e anunciou-hes o nascimento do Divino Menino o que os fez ir apressada  -
 mente à procura de Maria, José e o menino que estava deitado numa manjedoura. Lucas 2:16.
               
                SIMEÃO RECONHECE O SALVADOR, Quarenta dias depois do nascimento do Menino,Ma-
 ria e José levaram-no ao templo e Simeão reconheceu-o, como o Salvador. Tomando-o nos braços,
 Simeão disse ao ' Senhor que agora o podia deixar partir em paz ... porque já os seus olhos tinham
 visto a Salvação. Lucas 2:29 - 30.
 
                A FUGA PARA O EGIPTO
                Ao ter conhecimento do verdadeiro rei dos judeus, o tirano Herodes decidiu matar Jesus.
 Avisado em sonhos deste plano, José levantou-se , de noite, tomou o Menino e Sua mãe partiu pa-
 ra o Egipto permanecendo ali até à morte de Herodes. Mateus 2:14-15
 
                MATANÇA DOS SANTOS INOCENTES
                Cada menino da idade de dois anos para baixo foi morto, por ordem de Herodes, cumprin-
 do-se assim a profecia de Jeremias que se referia a uma voz em Ramá, uma agrande lamentação e   -
 um grande pranto de Raquel que chorava os seus filhos, e não queria ser consolada porque eles   já
 não existiam. Mateus 2:18.
               Ao darem pela falta de Jesus, depois de terem subido a Jerusalém pela festa da Páscoa.Jo-
 sé e Maria voltaram à cidade, à sua procura. Encontraram- n1 o no templo no meio dos doutores, que
 estavam estupefactos com a sabedoria do Menino. Lucas 2:49.
               JOÃO BAPTISTA Homem feito, Jesus foi ouvir as pregações de João Baptista e pedir o baptis-
 mo.João opôs-se dizendo não ser digno, mas Jesus insistiu e foi baptizado, e então uma voz do céu  -
 disse que ele era o Filho muito amado no qual o Pai punha a sua complacência. Mateus 3:17.
              AS BODAS DE CANÁ. Depois de leger os seus primeiros cinco discípulos, Jesus foi a uma fes -
 ta de bodas. Tendo faltado o vinho, Jesus, a pedido de sua mãe, mudou a água em vinho. foi este  o
 primeiro milagre de Jesus. Realizou-se em Caná de Galileia . Manifestou a sua glória, e os seus discí-
 pulos acreditaram n'ele João 2.1 1.
  
              JESUS E A MULHER SAMARITANA,Fatigado de longa caminhada, Jesus sentou-se àa beira do
 poço de Jacob para descansar. E pediu água a uma mulher samaritana. Sob a direção suave de Jesus,
 num instante, não só ela mas também a gente do seu povo reconheceram- n 'O como Messias, excla-
 mando que Ele era realmente o Salvador do mundo. João 4:42.
            
              Tenham todos(as) um ótimo inicio de semana, Dalvino José Zeferino.
 
                 

VENHA VER O PÔR - DO - SOL (POR: LYGIA FGUNDES TELLES)ÁS FLS. 26/34.

  
                                                                   VENHA VER O PÔR-DO-SOL
            Ela subiu sem pressa a tortuosa ladeira. À medida que avançava, as casas iam rareando,modestas
 casas espalhadas sem simetria e ilhadas em terreno baldios. No meio da rua sem calçamento, coberta   -
 aqui e ali por um mato rasteiro, algumas crianças bricavam de roda. A débil cantiga infantil era a única no-
 ta viva na quietude da tarde.Ele a esperava encostado a uma árvore. Esguio e magro, metido num largo  -
 blusão azul-marinho, cabelos crescidos e desalinhados, tinha um jeito jovial de estudante. Minha querida
 Raquel.Ela encarou-o, séria. E olhou para os próprios sapatos. Veja que lama. Só mesmo você inventaria um
 encontro num lugar destes. Que ideia, Ricardo, que ideia!.Tive que descer do táxi lá longe, jamais ele che -
 garia aqui em cima.Ele riu entre malicioso e ingênuo.Jamais ?.Pensei que viesse vestida esportivamente  e
 agora me aparece nessa elegância !. quando você andava comigo, usava uns sapatões de sete léguas,lem -
 bra?.Foi para me dizer isso que voê me fez subir até aqui?a - perguntou ela, guardando as luvas na bolsa.
Tirou um cigarro. Hein? !. Ah, Raquel... e ele tomou-a pelo braço .Você está uma coisa de linda. E fuma ago-
 ra uns cigarrinhos pilantras, azul e dourado. Juro que eu tinha que ver ainda uma vez toda essa beleza,sen -
 tir esse perfume. Então?. fiz mal ?. Podia ter escolhido um outro lugar, não?.Abrandara a voz. E que é isso
 ai?. Um cemitério?.Ele voltou-se para o velho muro arruinado. Indicou com o olhar o portão de ferro, carco-
 mido pela ferragem. Cemitério abandonado, meu anjo. Vivos e mortos, desertaram todos. Nem os fantas  -
 mas sobraram, olha aí como as criancinhas bricam sem medo acrescentou apontando as crianças na ciranda.
 Ela tragou lentamente. soprou a fumaça na cara do companheiro.Ricardo e suas ideias. e agora?.qual é o pro-
 grama?.Brandamente ele a tomou pela cintura. conheço bem tudo isso, minha gente está enterrada aí.Vamos
 entrar um instnte e te mostrarei  " O PÔR - DO - SOL ", mais lindo do mundo. Ela encarou-o um instante. E -
 vergou a cabeça para trás numa risada.Ver " O PÔR-DO-SOL !"...Ah, meu Deus... Fabuloso, fabuloso !... Me
 implora um último encontro, me atormenta dias seguidos,me faz vir de longe para esta buraqueira, só mais
 uma vez,só mais uma !.E para que?.Paraver o "O POR-DO-SOL ", num cemitério...Ele riu também, afetando en-
cabulamento como um menino pilhado em falta. raquel, minha querida, não faça assim comigo. Você sabe  -
 que gostaria era de te levar ao meu apartamento, mas fiquei mais pobre ainda, como se isso fosse possível.
 Moro agora numa pensão horrenda, a dona é uma Medusa que vive espiando pelo buraco da fechadura...E vo-
 cê acha que eu iria?.Não se zangue, sei que não iria você está sendo fidelíssima. Então pensei, se pudéssemos
 conversar um pouco numa rua afastada... disse ele, aproximando-se mais. Acariciou-lhe o braço com as pontas
 dos dedos. Fico sério. E ao poucos, inumers rugazinhas foram-se formando em redor dos seus olhos ligeiramen-
 te apertados.Os leques de rugs se aprofundaram numa expressão astuta. Não era nesse instante tão jovem como
 aparentava. Mas logo sorriu e a rede de rugas desapareceu sem deixar vestígio. voltou-lhe novamente o ar  -
 inexperiente e meio desatento. você fez bem em vir. Quer dizer que o programa.. E não podiamos tomar alguma
 coisa num bar ?.Estou sem dinheiro, meu anjo, vê se entende. Mas eu pago. com dinheiro dele?.Prefiro beber -
 fornecida. Escolhi este passeio porque é de graça e muito decente, não pode haver um passei mais decente,não
 concorda comigo?. Até romântico.Ela olhou em redor. Puxou o braço que ele apertava; foi um risco enorme Ri -
 cardo é ciumentíssimo. Está farto de saber que tive meus casos. Se nos pilha juntos, então sim, quero só ver se
 alguma das suas fabulosas ideias vai me consertar a vida.OBSERVAÇÃO ;O CONTO NÃO FOI POSSÍVEL TERMINAR
 HOJE,TÃO LOGO HOUVER TEMPO, CONTINUAREMOS NA PRÓXIMA OPORTUNIDADE.

LYGIA FAGUNDES TELLES (CONTOS)

                                                                     
                                                                        OBRAS DA AUTORA
                                                              LYGIA FAGUNDES TELES- Os textos de Lygia Fagundes Teles incluídos
 nesta antologia foram extrados das seguintes obras da Autora:
                          
                              1 -  Praia viva, contos , 1944
                              2 -  O cacto Vermelho, contos, 1949
                              3 -  Ciranda de Pedra , romance, 1954
                              4 -  Gaby, novela, em os sete pecados capitais (obra coletiva, 1954)
                              5 -  Histórias do desencontro, contos, 1958
                              6 -  Verão no aquário, romance, 1963
                              7 -  Histórias escolhidas, contos, 1964
                              8 -  O Jardim selvagem,contos, 1965
                              9 -  Trilogia da confissão em Os 18 melhores contos
                             10-  Antes do baile verde, contos, 1970
                             11-  Seleta, contos , 1971
                             12-  As meninas, romance, 1973
                             13-  Seminário dos ratos, ontos, 1977
                             14-  Filhos pródigos, conto, 1978
                             15-  A disciplina do amor, fragmentos, 1980
                             16-  Mistérios, contos, 1981
                             17-  Os melhores contos de Lygia Fagundes Telles contos, 1984.
5月26日

MENTES PERIGOSAS ( O PSICOPAT MORA AO LADO )

                  ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - é médica graduada pela UERJ, com pós-graduação em
 psiquiatria pela UFRJ - professora honoris causa pela UniFMU (SP) e presidente da AEDDA - Asso-
 ciação dos Estudos do distúrbio do Deficit de Atenção (SP), é também diretora das Clínicas Medi-
 cina do comportamento no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde atende os pacientes e supervisio -
 na os profissionais da sua equipe (médicos e psicólogos).Nascida no Rio de Janeiro, é escritora,re-
 aliza palestras, conferências e consultorias sobre variados temas do comportamento humano. Já -
publicou os livros Mentes Inquietas, Mentes & Manias, Sorria, Você Está Sendo Filmado( em parceria
 com publicitário Eduardo Mello), Mentes Insaciáveis, Anorexia, Bulimia e Compulsão Alimentar e Men-
 tes com Medo; da Compreensão à Superação.
 
                Segundo a Autora na seu texto, foi taxativa em afirmar; Os psicopatas são frios, calculis-
 tas,insensíveis, inescrupulosos, transgressores de regras sociais e absolutamente livres de constran-
 gimentos ou julgamentos morais internos . Nas diversas esferas do relacionamento humanoa, eles
 são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para saatisfazer seus próprios interesses
 Mas, ao contrário do que pensamos, não são considerados loucos, nem mesmo apresentam qualquer
 tipo de desorientação. Eles sabem exatamente o que estão fazendo e não sofrem nem um pouco com
 isso.Podemos dizer que são verdadeiros " predadores sociais ", e às vezes seus atos são tão chocantes
 que nos recusamos instintivamente a reconhecer sua existência.MENTES PERIGOSAS nos mostra em -
 linguagem fluída e acessível quem são essas pessoas que estão por ai, ao nosso lado , e que desafiam
 a própria natureza humana. Conhecer essas mentes perversas é a melhor forma de nos proteger do
 efeito devastador de sua presença em nossas vidas. Dalvino José Zeferino.

MENTES PERIGOSAS ( O PSICOPATA MORA AO LADO ) DA AUTORA ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA.

                
                 Identificar psicopatas fora das prisões e dos manicômios judiciários é uma empreitada
 bastante difícil. Os psicopatas estão por toda a parte e no dia - a dia é possível encontrá-los   em
 diversas categorias profissionais. Em particular, em organizações e empresas públicas ou privadas.
 Estas costumam se constituir em um cenário favorável para a peculiar maneira de agir desses indi-
 viduos. Sem qualquer sombra de dúvida, o papel de liderança em cargos como diretor, gerente,su-
 pervisor ou executivo é sempre algo muito atraente para um psicopata. Esses cargos, além de ofe-
 recerem bons salários, proporcionam status social, poder e um amplo território de atuação e influ-
 ência.
                A ação dos psicopatas nas organizações empresariais.
                Sérgio tinha 42 anos quando foi promovido a supervisor geral na empresa em que traba-
 lhava havia 18 anos. Sempre foi um funcionário " tipo caxias ", nunca poupou esforços para   cum-
prir seus prazos e sempre esteve à frente de seus colegas de trabalho, lutando por melhores oportu-
 nidades para todos e para a empresa. Iniciou sua carreira na empresa, ainda recém-formado, e cres-
 ceu com ela superando seus próprios limites e enfrentando com seriedade todas as crises do mercado.
 Agora estava ali, no posto que tanto batalhou para conseguir, a empresa lhe disponibilizou carro, e
uma secretaria exclusiva e um assistente que exerceria sua função anterior: gerência geral. Ele mesmo
 fez questão de selecionar o novo parceiro-funcionário, aquele cujo trabalho daria seguimento ao seu.
 Marcos chegou à entrevista na hora exata e em poucos minutos Sérgio " percebeu " que ele era a pes-
 soa certa para o cargo. Marcos era jovem 28 anos, tinha ótima aparência, boa fluência verbal e sua  -
 inteligência impressionou Sérgio. Apesar de sua pouca idade, narrou de forma segura e minuciosa  -
 seus inúmeros méritos e suas experiências profissionais. Num rompante de entusiasmo e fascinado
 pelas qualidades profissionais de Marco, Sérgio o contratou imediatamente. Pobre Sérgio cometeu um
 lastimável engano !. Pouco tempo depois começou a amargar o mais profundo arrenpendimento A  -
partir de então passou a checar se as informações fornecidas por Marcos em seu currícuo era veridicas.
 comprovou que a maioria das qualificações de seu novo funcionário era fraudulenta.Marcos , a essa
 altura, já se mostrara uma pessoa arrogante, insolente e deveras ambiciosa aquela pessoa que, no pri-
 meiro contato, prometia ser um escelente profissional, realmente surpreendeu, mas de forma absolu-
 tamente oposta. Logo após algumas semanas de trabalho começou a se queixar da secretária de Sérgio
 sem qulquer motivo concreto. Da. Rosana era reconhecidamente uma pessoa muito confiável e respon-
 sável. No entanto Marcos provocou uma cena de puro exibicionísmo e expôs a fiel secretária a uma hu-
 milhação pública, chamando - a de incompetente, burra e lenta na frente dos demais funcionários. Lógo
 após esse episódio, Marco começou a faltar às reuniões com os seus subordinados e, consequentem-
 te a de Sérgio também. Para tais falta sempre apresentava desculpas pouco convincentes e sem qualquer
 constrangimento por isso.Sérgio não tardou a desconfiar que Marcos estava desviando dinheiro da em-
 presa na forma de percentuais de venda destinados aos gerentes subordinados. Quando foi questionado
 sobre o assunto, Marcos se limitou a responder, de forma evasiva, que não tinha a menor noção do que
 se tratava; a situação já esta insustentável quando Sérgio procurou o presidente da empresa para relatar
 os fatos. No entanto, foi recebido com indiferença e ainda foi obrigado a ouvir do presidente uma série
 de elogios ao jovem e inteligente Marcos. Por fim; foi comunicado que retornaria ao seu cargo anterior
 e Marcos assumiria imediatamente a função de supervisor geral das empresas. Os psicopatas constumam
 agir com tato e habilidade no cenário empresarial, assim como observamos no caso apresentado.Segundo
 Robert Hare, o número de psicopaatas burocratas ou de " colarinho branco ", é significativo em cargos de
lideranças e chefias. Por serem de dificil reconhecimento inicial, eles constumam tiranizar seus colegas de
 trabalho e alguns chegam até a causar grandes prejuizos financeiros para as empresas em que trabalham.
 Paul ababiak, psicólogo americano, especializado em recursos humanos, realizou um importante estudo,
 através do qual demonstrou as táticas utilizadas por psicopatas no meio corporativo. Ele os denominou
 " cobras de terno ", pos suas ações cínicas.,inescrupulosas e antiéticas nas disputa por altos cargos, salá -
 rios e poder; segundo Babiak, os psicopatas em ambientes empresarias constumam adotar um plano tático
 que pode ser resumido em cinco fases: 1 Ingresso na empresa, 2 Estudo do território (avaliação), 3 Manipu-
 lação de pessoas e fatos, 4 Confrontação e por fim a 5 Ascensão.Pense nisso, um ótimo inicio de semana
 para todos(as) Dalvino José Zeferino.

COMO AS PESSOAS CRESCEM DO LIVRO(JESUS,O MAIOR PSICÓLOGO QUE JÁ EXISTIU DE MARK W.BAKER.

                           AS FLS: 61/63 - COMO AS PESSOAS CRESCEM " É na fraqueza que meu poder é mais forte"
                                                                                                          2 Corintios 12:9 .
                           Fred venceu na vida pelo próprio esforço. E um homem muito culto, bem-sucedido e que
 se encontra em boa forma física. a maioria das pessoas acha que Fred é um homem realizado, o que é exa-
 tamente o que ele pensa a seu próprio respeito. Fred se considera capaz de resolver com sucesso pratica   -
 mente qualquer situação e não consegue ver nenhum aspecto negativo em si mesmo.
                          O controle é importante para Fred. Ele quer controlar o seu peso, suas emoções e dirigir  o
 seu destino,considera uma faqueza não estar no domínio da situação. Para emonstrar que está no  controle
 Fred constantemente acrescenta realizaões à sua vida, sua conta bancária está crescendo, ele está   subindo
 na empresa  e estuda à noite para obter outro diploma. As coisas estão melhorando na vida de Fred,   mas
 a sua capacidade de desfrutar essas coisas está diminuindo e ele se sente insatisfeito e não estão mais fun-
 cionando como antes. Fred ainda não compreendeu que as circunstâncias estão mudando, mas ele não.Au  -
mentar não é o mesmo que crescer; a necessidade de atingir um bom desenpenho tem origem na convicção
 inconsciente de Fred de que quanto mais, melhor . Ele nunca realmente parou para avaliar essa convicção;-
 simplesmente tem vivido obedecendo a ela. Em cada ano em que ganhou mais dinheiro, conquistou   mais
 diplomas ou superou os números do ano anterior, ele na verdade não cresceu nem um pouco;simplesmen-
te viveu segundo os mesmos princípios organizadores que determinaram sua  vida no ano anterior; apenas
 as quantidades e os detalhes das suas realizações foram diferentes. Ele continuou  igual. Para realmente  -
 crescer, Fred teria que aprender algo novo a respeito de si mesmo, o que exigiria que admitisse para si    e
para os outros que ele não é uma pessoa completamente realizada. Mas isso é extremamente  difícil para  -
 ele. Para que Fred crescesse espiritualmente, ele precisaria  aceitar que não consegue ver. O que  vai ajudar
 Fred a crescer é aprender a abrir- se para que  os outros possam ensinar-lhe coisas a respeito dele. Fred sem-
 pre soube que só conseguimos o que queremos se pedimos, mas o que ele ainda não sabe é como pedir.
                       Jesus ensinou que o crescimento espiritual não é um objetivo que possamos alcançar sozinhos.
 Precisamos de Deus e dos outros. Esta necessidade não é um sinal de fraqueza, e sim o começo da força.Mui-
 tas pessoas prefeririam acreditar que podemmudar por sí mesmas em vez de pedir aos outros que as ajudem.
 Esta atitude geralmente impede o crescimento delas. a verdade é que não podemos nos conhecer o suficiente
 sozinhos. Os princípios organizadores inconscientes que moldam nossa vida estão essencialmente fora     do
 alcance de nosso respeito que nao conseguimos ver. Jesus queria nos mostrar que devemos pedir ajuda para
 poder crescer. Às vezes a única coisa que atrapalha é achar que pedir é sinal de fraqueza. Medite isso, e um  -
 ótimo inicio de semana para todos (as) Dalvino José Zeferino.
5月24日

NO AMOR TUDO DEMAIS COLOCAM UM DOS PARCEIROS EM CHEQUE MATE(POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO)

                                  REAÇÃO DE UM DOS PARCEIROS,QUANDO EXISTE CIÚMES DOENTIO
                                                    ENFRAQUECEM,E PODEM ATÉ AFETAR A SAÚDE
                                                                        NOS RELACIONAMENTOS.
 
                   Relacionamentos amorosos emburecem !!! Digo que neste caso o relacionamento enfraquecem
dando lugar a um objeto adquirido para a sua disposição,mas isso vai depender da escolha do quanto a re-
lação demanda para permanecer viva, é bem provável. Há relações, que seguem leves,toda a base está sus-
tentada pela autoconfiança, pela intimidade do casal, pela decisão e vontade em construir algo junto,con  -
quistar um espaço que está vazio, realizar-se um sonho, respeitando a individualidade de cada um.A  pro  -
posta é manter-se íntegro, ou seja: o que traz verdadeiramente qualidade para o convívio; é o viva e deixe-
viver.Essa parceria passa  também por uma troca de interesses, é  regada  ao amor,    que  impulsiona, ao -
afeto,o carinho,admiração e os afagos recheados de beijos etc.Isso faz abrir a admiração um pelo    outro;
                  Então, vem a questão: por  que nem todas as  convivências são assim?. talvez  porque não foi    -
feita a escolha ideal; ou por um destino, uma armadilha da vida, optemos  por relações   complexas.Ou  in  -
felismente não  saibamos nos relacionar-mos assim; na pressão,cobrança,na loucura na dor e sofrimento de
um dos cônjuges.A questão é a química.Estes vicios acontecem puramente por permitirem é como se fos  -
se um consumo de drogas ou talvez alcool  etc.Esses comportamento transferido para um dos dois é aco  -
modar-se para um futuro mal realizado,mesmo que acabe mais a possessividade continuará na persegui   -
ção de um dos ex-conjugues, e essa obsessão será terminada quando efetivamente seja concretizada,    da
forma que ambos escolherem.E cá entre nós; não há prisão pior do que essa.Primeiro por que é impossível   -
esse controle,de vigiar alguém, num momento de discuido acontecerá o mal, e um dos enamorados passa-
rá a não gozar a vida.O prazer,seja ele qual for sentir o cheiro de uma flor,admirar um pôr do sol, sentir o
vento batendo no rosto, energizar-se com um banho quente, uma massagem, a proximidade do outro,   a
luz saborear um bom vinho e especialmente respeitar e admirar a natureza que Deus nos proporcionou.
                  Então como manter todo esse cuidado se estiver preocupado: onde estará o outro, porque não
nos prefere.Por isso, fica aqui um convite à reflexão. À vida não tem rascunho. Não tem volta. O tempo é
a vida passa rápido, rápido demais. Então, por que não usar tudo isso para nos fazer melhor?. Viver rela -
ções possíveis """. Cultivar o amor, a felicidade.Porque não voltar a atenção para nossa essência, nossos -
verdadeiros sonhos, nossos desejos e as possibilidades de evoluir, transformar-se .Se a sua resposta seja ;
negativa procure ajuda, nada será importante do que o amor a si mesmo(a). Pense nisso, um ótimo final
de semana para todos (as), Dalvino José Zeferino.
 
5月23日

MATURIDADE E EDUCAÇÃO do livro de E.González-Ruiz e J.Legaud, " AMOR EM PROFUNDIDADE"às págs.23/25.

                                      
                                                          MATURIDADE  E  EDUCAÇÃO
                                                                          O mundo moderno dificulta por
                                                                  todos os meios o amadurecimento in-
                                                                  tegral da personalidade humana.
 
                    O problema da maturidade deve interessar de perto aos responsáveis pela educação e
formação integral dos homens.Formar um homem é enraizar, solidificar, construir. é levantar    um
edifício, é realizar uma obra, a mais sublime de tôdas, em nossos mundo atual em plena crise     de
crescimento. Não nos surpreendamos, pois, que êste problema do desenvolvimento da personalida-
de, a MATURIDADE, seja de extrema importância. Nosso homem moderno está se " massificando ",vi -
ve e age quase como um autômato;  fôrças ameaçadoras   tendem a impedir-lhe  ininterruptamente
a utilização de sua vontade e de sua capacidade de livre escolha; a opinião pública, a propaganda a
publicidade  manejam - no a tal ponto de ser quase impossíve, atualmente, pretender conduzir uma as-
sembléia  de homens  livres, responsáveis,  afirmados  nos  seus  ideais e  normalmente  focados.Há
hoje, em dia, uma grande preocupação em desenvolver sòmente as capacidades intelectuais,visando
 exclusivamente ao rendimentos econômicos e técnico. Outros aspectos da personalidade são manti-
das voluntáriamente num nível infantil se, de uma lado, quer se desenvolver o instrumento intelec-
tual do homem, de outro, esforça - se continuamente, em atrofiar seu desenvolvimento afetivo e es-
piritual, tornando-o incapaz de escolher e de querer, a fim de poder dominá-lo e governá-lo com  -
maior facilidade, orientando seus interêsses para assuntos olheios ao seu amadurecimento psico-es-
piritual.O homem é solicitdo ininterruptamente a aumentar sua capacidade emotiva em detrimento
à própria maturidade psicológica. Este é a costante que nos rodeia: não permitir que o homem      de
hoje seja o ADULTO IDEAL. Esta " massificação", dos homens é conseguida, multiplicando emoções,
e sensações que passam a ocupar tôda a área interna do indivíduo, mantendo - o em constante ebu-
lição e ocasionando o seu desequilibrio, e isto com a finalidade consciente de destruir sua dimensão
de maturidade, psicológica, de realizaçao humana integral, do amor oblativo e do dom de si a Deus
e ao próximo.O homem de hoje está submetido a novos e variados tipos de condicionamento    que
ameaçam a harmonia entre os diferentes níveis de sua personalidade e fazem com que êstes se de  -
desencaixem e se desestruturem. Esta separação resulta em desequilíbrios profundos na pessoa  hu-
mana.Um ótimo final de semana para todos (as) Dalvino José Zeferino.
5月17日

AMIGOS, EU VI ! ( POR: DALVINO JOSÉ ZEFERINO) CONTOS

                   Sou Capichaba da Fazenda Santa Terezinha,próximo da cidade de Linhares-ES, uns 14 kms, vim para
Vitória -ES - Capital, na decada de 60, para 70, meus patrícios eram mais alegres e descontraídos, mais humano ;
e solidários. Passavam e cumprimentavam, bom dia !!!  boa, noite, como vai a família, era assim naquela época ,
Vitória era uma cidade acolhedora, uma Ilha, como dizia o poetinha nosso Hotinho essa Ilha é uma delicia, na  -
quela época o destaque maior era para os bondes, os veículos chamados populares ; fusca, brasília, corcel I,gor -
dines, kombis e outros,a tradicional festa dos romeiros, com destino ao convento de Nossa Senhora da Penha   ,
em Vila Velha - ES. Quem da minha geração, não se lembra de assistir os filmes da época nos Cines Jandaia,Vi-
tória, Paz,Odeon, Glória e Santa Cecília ; era uma época de censura , o Brasil era comandado por militares, exis -
tia regras, se proíbia quase que tudo, principalmente música, política etc.Mais existia o lado bom da juventude
os bailes nos grandes clubes, tais como Vitoria no Parque Moscoso,Náutico Brasil,e outros, as grandes orquestras
tocavam para os jovens bailarem, havia um bar entre a Pracinha no centro de Vitória, que era o point das come-
morações dos capichabas, por lá muitos intelectuais, políticos e gente da vida boêmia ; todos encontravam ali
para as mais comemoradas épocas das Seleções brasileira, dos resultados das eleições etc.A cidade sempre    em
festa, tudo era motivo de alegria, existia as grandes equipes nossa da elite, que era Rio Branco, A Desportiva, o
Vitoria FC,tinha sempre os pequenos clubes que dobravam suas espectativas em vencer os grandes, para a compe-
tição,existia o Americano, caxias,Atlético de Vila Velha e outros clubes sem maiores espectativas de vencer.
            Amigos eu vi. quantas noitadas inesquecíveis proporcionada pela turma do bar do David, da copa 70,
comemorar a base de carangueijos regados a base de muitas cervejas, era uma época de anestia, nos finais de
semana, as perpetuações da cultura capichaba.... há, há, há, da espécie humana também, coisa seríssima.
            Muito saudosismo ?.Pode ser, que geração atual zombe de mim por gostar dos Beatles e os Rolling Stones,
da mesma forma que zombei dos meus pais por conta de Dalva de Oliveira, Vicente Celestino e outros, como
Nelson Gonçalves; mas tendo a certeza de que as opções da cultura e do lazer de Vitória ES, não fique só nas dro-
gas, e alcool, e sim na lembrança de uma época de glória . Pense nisso, um ótimo final de semana para todos(as)
Dalvino José Zeferino.
5月16日

COMO LIDAR COM À CRISE (POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO)

                     Temos medo de nossas possibilidades mais elevadas(bem  como das inferiores). Em geral,
 temos medo de nos tornar o que podemos vislumbrar em nossos momentos mais perfeitos, sob as con-
dições mais perfeitas, sob condições de grande coragem. Apreciamos e até mesmo   ansiamos pela pos  -
sibilidades que parecem divinas nesses momentos de êxtase. E, no  entanto, simultaneamente, estreme  -
cemos de fraqueza, respeito e medo diante dessas  mesmas possibilidades.( A. Maslow).Vamos  refletir  ,
sobre o sentido que se pode dar à dor e à crise .Até que ponto possibilitamos que as provações às quais
somos submetidos aprofundem a nossa compreensão  da vida e de nós mesmos? Muitas vezes algo obs-
truir nosso caminho natural para que possamos reconsiderar nossas escolhas, nossas atitudes, para quem
sabe, entrarmos em contato com aquilo que negamos ou nos  recusamos a enfrentar. Quando   entramos
crise, somos colocados à prova para reavaliarmos e termos a grande oportunidade de checar a autenticida-
de de nossa integridade. A crise sempre exige do nosso organismo a busca e o restabelecimento do equi-
librio. No primeiro momento vivemos a sensação interna da dor e da destruição, mas negamos, pois nos-
so EGO insiste em deixar as coisas como estão. Nossa tentativa é sempre de recuo e de controle para que 
as coisas continuem como eram antes. Podemos parar e pensar em como usar esses   periodos com  mais
criatividade e principalmente com mais fé. Se  colaborarmos  com o fluxo  de energia que a crise desenca-
deia, podemos trabalhar   CONSCIENTE  e construtivamente mesmo em meio à confusão.É importante que
se tenha clara a  necessidade  e inevitabilidade das rápidas mudanças que temos vivídos.Mas acredito que,
como tudo o que é novo e de certa forma desconhecido, existe muita ansiedade e confusão a respeito.   O
real encontro que buscamos está dentro de nós, e esse encontro requer um intenso trabalho interior     de
mudança psicoenergética, que envolve uma profunda transformação de consciência, comportamento e ati-
tude, e isso não é uma tarefa simples nem fácil. Somos  responsáveis  pela maioria  dos   infortúnios  que
ocorrem  em  nossas vidas, mas, com  nossas limitadas  capacidades, sem  autoconhecimento e percepção,
não temos como reconhecer facilmente. É fato que temos como dever, sempre que  possível, pensar   posi-
tivamente. Mas  todos  nós sabemos  que coisas   ruins  também  acontecem a pessoas boas.Quando conse -
guimos dar um sentido às nossas dores, a compreensão aumenta  e estas  diminuem, portanto,  vale à  pé-
na  tentar. Falo em buscar  um sentido, por que  tenho  uma visão  otimista  de  Deus e do mundo, e dessa
forma  creio que  sempre  existe  um  propósito amoroso  e agregador que  acaba por ser  revelar quando as
coisas começam a se acalmar. Acredito que a vida é uma roda viva  e energeticamente carregada, que     gi-
ra   sem  descanso, dando significado aos acontecimentos, co-dependente, mas   também independente de
nossas vontades conscientes.Um ótimo final de semana para todos(as) Dalvino José Zeferino.
5月12日

FERNANDO PESSOA

 
                                                               MAR PORTUGUEZ
 
 
                                        Ó mar salgado, quanto do teu sal
                                        São lágrimas de Portugal !.
                                        Por te cruzarmos, quantas mães, choraram,
                                        Quantos fihos em vão resaram !.
                                        Quantas noivas ficaram por casar
                                        Para que fosses nosso, o mar !.
 
 
                                       Valeu a pena ?.Tudo vale a pena
                                       SE A ALMA NÃO É PEQUENA.
                                       Quem quere passar além do bojador
                                       Tem que passar além da dor.
                                       Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
                                       Mas nele é que espelho o céu.
 
 
                Esta é uma das mais belas composições de toda as obras de Fernando Pessoa. Nela, o poeta
 sintetiza, de forma brilhante, os elementos fundamentais no questionamento das Navegações: a dor,-
 o preço pago para que o mar se tornasse português e a pergunta vital " valeu a pena ? ."
 
               Esse mesmo questionamento é o ponto central do episódio do Velho do rastelo,conhecido pas-
sagem de Os Lusíadas. Camões descreve a praia do restelo tomada por toda " A agente da Cidade ",que
ia se despedir dos marinheiros da esquadra de VASCO DA GAMA:.
 
                                    Em tão longo caminho e duvidoso
                                    Por perdidos as gentes nos julgavam.
                                    As mulheres c'um choro piedoso,
                                    Os homens com suspiros que arrancavam.
                                    Mães, esposas, irmãs, que o temeroso
                                    Amor mais desconfia, acrescentavam
                                    A desesperação e frio medo
                                    De já nos não tornar o ver tão cedo.
 
              Julgando-os perdidos, mães, esposas, irmãs choravam antecipadamente a morte de seus pa-
 rentes; as lágrimas eram tantas que se igualavam em quantidade aos graõs de areia:.
 
                                   A branca areia as lágrimas banhavam,
                                   Que em multidão com elas se igualavam.
 
              FERNANDO PESSOA retorna a fusão das lágrimas com as águas do mar, comunhão mais que
perfeita da aventura portuguesa. Na primeira estrofe do poema, o mar aparece como vocativo e con -
siderado como entidade superior, divina, mitificada. Dessas entidades superiores que se alimentam  -
do sangue, da dor, do sacrifício humano. Esse é o tom da fala em primeira pessoa do plural, isto é,dor
de todo Povo Portugues a lamentar o alto preço pago.
 
             A segunda estrofe, no entanto, justifica o empreendimento e o esforço supremo: Quem quere
(quer) passar além do Bojador /.Tem que passar além da dor".Lembramos que bojador é um cabo loca-
lizado na costa oeste da África", na altura das ilhas Canárias( pouco ao norte do Trópico de câncer). No
inicio das Grandes Navegações, era o limite conhecido do território africano.Portanto, " passar além
do Bojador", significa entrar no desconhecido, enfrentar " perigos e abismos".
           E TUDO VALE A PENA, pois se Deus no mar espelho o céu, podemos concluir que conquistar o
mar corresponde, na vida terrena e material, a conquistar o céu.
          Um ótimo inicio de semana para todos (as), Dalvino José Zeferino.
                    
5月11日

LUIZ FERNANDO VERISSIMO " O MANJAR "

                                                      
                                                         O MANJAR
 
                   Os dois estavam comendo sem falar. só os dois na mesa, e os dois em silêncio. Aí
ele fez um comentário. ?Só por fazer. - Não existe nada pior do que risoto frio.Ela só olhou pa-
ra ele e continuou mastigando,dai a pouco disse - Bunda caida - O que? - Bunda caida. É pior
que risoto frio. Novo silêncio.Depois ela completou - risoto frio tem jeito. É só esquentar.Mais
dois ou três minutos. Ele: - Bunda caida também tem jeito - como ? -ginástica.Plástica.Desta  -
vez o silêncio durou até o fim do jantar.Ela levantou e levou os pratos para a cozinha.Depois,  -
como ela estivesse demorando para voltar, ele gritou - Matilde !.Ela apareceu na porta da cozin-
ha. - Quer mais ? - disse. - sobremesa, ué.- Não.Quer mais?.você já criticou meu risoto, já criticou
minha bunda ?. - Eu faço plástica. Me dá o dinheiro que eu faço. - Tadinha ?. - Não seja por is-
so, Vicente. Ela desapareceu na cozinha. Ele esperou um pouco e depois foi atrás.Ela estava  --
olhando fixo para uma massa disforme dentro de uma fôrma, em cima do balcão. - O que é is-
so ? - perguntou ele. - Manjar branco. A massa era escura. Ele chegou a abrir a boca para falar,
mas decidiu ficar quieto.Depois, na mesa, comeu o manjar e fez " Mmmm".Ela levantou da me-
sa,pegou algumas coisas no banheiro e no quarto e foi para a casa da Enolina, que tinha com -
prado uma TV de 29 polegadas. Decidida a não voltar mais.Aguentava tudo, menos a ironia.Um
ótimo inicio de semana para todos(as) Dalvino José Zeferino.

A ESSA SUPER MÃES,SEJA COM OS ANIMAIS E COM OS SERES HUMANOS " CRÔNICA" DALVINO.

                                      
                                                               A FORÇA DO INSTINTO MATERNO
 
               Outro dia,uma cena inusitada surpeendeu um grupo que flanava pelas trilhas sombreadas
de uma reserva ecológica. Na copa da árvore,uma dessas bastante alta,  um animal  de pelo escuro
queno porte, pulava nervosamente de galho em galho. Uma   grossa serpente, nas  grimpas  da ár -
vore, deslizava suavemente, em sua direção. Não  era  possível  identificar o  tipo da serpente,nem
o tipo do animal, devido à distância.Supunha-se um  esquilo,     um gambá, um mico...O fato é que
o corajoso bichinho, em momento  algum, cogitava em  fugir, diante do imimente perigo; como era
mais ágil que o réptil, poderia  se safar com  facilidade, saltar para  outros galhos, para outras árvo-
res.Mas não o fez. Manteve-se  inquieto, como  se estivesse  encurralado, de olhos  fixos na aproxi -
mação daquela    que avançava serenamente, segura do êxito de sua caçada. Os voyers, estáticos, já
aguardavam o bote  certeiro, quando  algo  inesperado aconteceu. O pequeno  animal   atacou a ser-
pente e com ela se atracou ferozmente. Ambos  caíram  das alturas.Mais  que depressa o animalzin-
ho subiu pelo tronco, num piscar de olhos, e voltou a manter  a guarda do seu filhote.  A serpente
partiu resvalando entre folhagens em busca de caça menos traiçoeira. Uma emissora de TV, recen-
temente fatos  da vida  areal, aconteceu  com seres  humanos, em uma  situação de alto risco, que -
demonstraram o altruismo  e a força  física quase  sobrenatural  de mães, no  afã de salvar seus re -
bentos. Uma delas, sem   saber nadar, lutou  bravamente contra  a correnteza  de um rio, num  aci-
tente automobilístico. Poucos  momentos  antes , ela  havia quebrado  o parabrisa do carro com o
próprio punho, e   tirado   os filhos do veículo, já  em vias  de afundamento. Durante um incêndio,
uma  franzina senhora, apesar da frágil  compleição, conseguiu  arrancar uma grade de ferro chum-
bada à parede. Outra mãe se  jogara  contra um rolo compressor, para evitar o  esmagamento de seu
filho.E , num zoológico dos EUA, um garoto caiu no fosso que envolvia o espaço destinado aos
gorilas. Uma gorila - mãe mais que depressa pegou nos braços a criança desmaiada, para evitar
que ela fosse morta por seus colegas. conduziua - a até o local  onde o  tratador colocava os ali-
mentos colocou - delicadamente no solo, e ficou de guarda até que a criança fosse resgatada.
Dizem que o instinto mais forte nos viventes é o da própria sobrevivência. entretanto, tudo leva-
nos crer que o instinto materno é mais forte que o da autopreservação. Incidentes em que a vida
do filho se torna mais importanate a própria já foram presenciados inúmeras vezes em momentos
cruciais das mais diversas tragédias.As mães são detentoras de uma força que atua de modo incons-
ciente, ou seja, de um impúlso  espontâneo, alheio à razão, independente de qualquer  tipo  de
aprendizado.Deve ter sido esse mesmo instinto que, no seio da Mata Atlântica, fez com que a co-
rajosa fêmea resguardasse sua cria. Um ótimo inicio de semana para todos(as) Dalvino Jose Zefe-
rino.
5月5日

" HOMENAGEM AOS DIAS DA MÃES,SOBRE TODAS AS FORMAS / POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO.

                                                     HOMENAGEM AS MÃES DO BRASIL,E DE TODOS PAÍSES
                                                     DO MUNDO, EM ESPECIAL A MINHA.
                  Sem risco de consumísmo, declaro a minha obsessão em ser filho da minha mãe, Da.MARIA PIÃO;
agradeço a Deus todos os dias, por ser seu filho.
                  Já se passaram anos, meses, dias, aqui estamos, e continuamos a viver da forma em que Deus nos
fez entender por ser HUMANO, podemos comemorarmos a brindagem da nossa saúde, da nossa existência   -
como cidadão, e glorificar as bençãs recebidas durante essa longa jornada, MÃE; busco o seu esmérito traba -
lho na minha criação, o seu esfôrço e a determinação para que estudassemos,mesmo com meu pai fazendo  o
seu papel. Olho para tráz, o que passamos e buscando sempre o amanhã, conseguimos frutos, depois de adul-
to, o que nos resta, é saber em que um dia ficarei sem a senhora, não nascemos para eternidade, um dia tam-
bém teremos que partir, finjo que não entendo, mais que nossas responsabilidades o fazem entender.
                 MÃE, a imagem que vai ficar da senhora, será sempre perfeita. Um feliz dias DA MÃES para a senho-
ra e todas as mães do mundo; Dalvino José Zeferino.

OBRAS ILUSTRADAS DE JORGE AMADO-

                                AS OBRAS ILUSTRADAS DE " JORGE AMADO "SEGUNDO A EDITORA LIVRARIA MARTINS EDITÔRA
S/A.
                               I  - O País do carnaval( romance)
                              II  - Cacau (romance)
                             III  - Suor (romance)
                             IV  - Jubiabá (romance)
                              V  - Mar Morto (romance)
                            VI   - Capitães da Areia (romance)
                           VII   - ABC do Castro Alves ( biografia )
                          VIII   - Terras do sem Fim (romance)
                             IX  - São Jorge dos Ilhéus (romance)
                              X  - Bahia de Todos os Santos (Guia)   
                             XI  - O Amor do soldado (teatro)
                            XII  - Os Subterrâneos da Liberdade (romance)
                           XIII  - Gabriela, Cravo e Canela (romance)
                           XIV  - Os velhos Marinheiros(novela)
                            XV  - Os Pastores da Noite (romance)
                           XVI  - dona flor e Seus Dois Maridos (romance
                          XVII  - Tenda dos Milagres
 
                                                Ainda fora da coleção:
 
                                      O cavaleiro da Esperança (biografia)
                                      O Mundo da Paz (viagens).
 
                      
                                    Em TENDA DOS MILAGRES, o autor pretende oferecer uma visão da luta do povo baiana
para sobreviver e criar cultura e civilização em meio as condições tão adversar de miséria e opressão.Para tanto ;
povoou o texto com humanidade várias e curiosa. De cambulhada encontraremos no volume letrado e bêbados,
ilustres professores e capoerisas, gente de candomblê e doutores de borla e capelo, policiais e povo, sem falar no
Major, Pergunta-se novamente, tingiu o romancista sua meta ?. responderá o leitor. Uma coisa é certa, no entan-
to. o povo da Bahia cria civilização e cultura todos os dias, superando as limitações sobrepondo-se a terríveis con-
dições de vida.Conhecemos hoje vários baianos (as) que  tem orgulho pela terra onde nasceu, são baianos assu-
midos; DALVINO JOSÉ ZEFERINO.( Serve também como comentários).

" O PAÍS DO CARNAVAL "(ROMANCE)-JORGE AMADO.

                                                   DO TERRITÓRIO  MÁGICO E  REAL
 
                No carnaval de 1969, a Escola de Samba " Pedro Arcanjo em Quatro Tempos ",obteve grande
sucesso e alguns prêmios; ao som do samba - enrêdo de Waldir Lima, vitorioso  sôbre   cinco  ótimos -
concorrentes da ala dos compositores, a Escola desfilou pela cidade a cantar:
 
 
 
 
                                                 " Escritor emocionante
                                           realista sensacional
                                                    Deslumbrou o mundo
                                           oh! Pedro Archanjo genial
                                                    sua vida em quatro tempos
                                           Apresentamos neste carnaval."
 
                Finalmente Ana Mercedes pôe ser Rosa de Oxalá e nada ficou a lhe dever em requêbro e den-
gue. A bunda sôlta, os seios livres, sob a bata de cambraia e rendas, o olhar de frete a pedir cama e es-
trovenga competente porque essa mulata, ai, não é para qualquer bimbinha de fazer pipi-enlouqueceu
a Praça e o povo. Quem não sonhou com as coxas altas, o ventre liso, o oferecido umbigo?.Bêbados  e
caretas arrojaram-se a seus pés de dança.Exibia-se Ana Mercedes entre os principais passistas das gafi-
eiras e cada uma dêles figurava um personagem do enrêdo: Lídio Corró, Budião, Valdeloir,Manuel   de
Praxedes, Aussá e Paco Munõz.No carro alegórico, o afoxé dos filhos da Bahia, o Embaixador, o Dança-
dor,Zumbi e domingos Jorge Velho, os negros de Palmares, os soldados do Império, o começo da luta.
Despedaçavam-se no canto:
 
                                                    " Do territoria mágico e real
                                                 grandeza da inteligência nacional
                                                 estraiu dos sêres e das coisas
                                                       um lirísmo espontâneo."
 
               Kirsi de neve e rigo, vestida de Estrêla d`alva , à frente do pastoril, tão loira e branca, linda sa-
rará da Escandinávia. Dezenas e Dezenas de mulheres, grande parte da ala feminina onde se acham ins -
crita beldades, estrêlas, princesas e domésticas da mais alta qualidade, tôdas em poses sensuais num  --
leito colossal a ocupar sózinho um dos carros alegóricos, talvez o de maior impacto.Precedendo-o no ta-
blado, o Mestre-de-cerimônias exibe um cartaz com o título daquela alegoria de tantas mulheres reuni -
das em leito comum e infinito : O DOCE OFÍCIO DE PEDRO ARCHANJO. Lá estavam tôdas elas em conver-
sê e risos, as comborças, as comadres, as raparigas, as casadas, as cabeçudas, as negras, as brancas, as --
mulatas, Sabina dos anjos, Rosenda, Rosália,a as Risoleta, Terência pensativa, Quelé,Dedé, cada uma sua
vez.Do leito partiam seminuas para a roda do samba :
 
                                                 " Gloria glória
                                            do mulato brasileiro
                                                 comteporâneo
                                            glória glória."
                  
               Nos atabaques, agogôs, chocalhos e cabaças, o cantomblé de feitas, iaôs e orixás.Procópio
apanha de chicote no balé sinistro dos secretas, Ogun, imenso negro do tamanho de um sobrado,bota
o delegado axuliar Pedrito Gordo a correr na rua, a se mijar de mêdo. Prossegue a invencível dança.
Os capoeristas trocam golpes impossíveis, Manoel Lima e a Girda bailam o maxixe e o tango. a velha,de
sombrinha aberta, saia de babados e rítimos de canção, e condêssa Isabel Tereza Martins de Araújo e Pinho,
para os íntimos Zabela, princesa do recôncavo, mudana de París.Com chifres de diaba, envôlta em chamas
de papel parece num fogaréu de enxôfre.
 
                                                " Louvemos pois as glórias alcançadas
                                             Nas suas grandes jornadas.
                                                  Nesse mundo de meu Deus.
                                             E tudo que expomos nas avenidas.
                                                  São histórias já vividas
                                             contadas nos livros seus."
 
                
                 Capoeiristas, filhas - de - santo, iaôs, pastôras, orixás, o Terno de Reis e o afoxé, passistas e
e formosas cantam dançam e abrem alas. Mestre Pedro archanjo Ojuobá pde passagem.
 
                                                          " Glória glória
                                                          glória glória."
               
                 Pedro Archanjo Ojuobá vem dançando, não é um só, é varios, numeroso, múltiplo, velho,
quarentão, môço, rapazola,andarilho,dançador,boa-prosa,bom no trago,rebelde, sedicioso,grevista
arruaceiro, tocador de violão e cavaquinho, namorador, terno amante, pai - dégua, escritor, sáabio,um
feiticeiro. todos pobres, pardos e paisanos.Um ótimo inicio de semana para todos(as) Dalvino José Ze-
ferino.
 
 
 
5月4日

POESIAS DE PAULO LEMINSKI DO LIVRO " O EX-ESTRANHO "

                                            
 
                                                              RIMOS   E   RIMOS
 
                                            Passarinho parnasiano,
                                      Nunca rimo tanto como faz.
                                           Rimo logo ando com quando,
                                      Mirando menos com mais.
                                           Rimo,rimo,miras, rimos
                                      como se todos rimássemos,
                                          como se todos nós ríssemos,
                                      se amar fosse fácil.
 
 
                                         Perguntarem por que rimos tanto,
                                      responder que rima é coisa rara.
                                         O raro,rerefeitamente, pára,
                                      como pára, sem raiva, qualquer canto.
                                         Rimar é parar, parar para ver e escutar
                                      remexer la no fundo do búzio
                                         aquele murmúrio inconcluso,
                                     Pompéia, ideia, vesúvio,
                                        o mar que só fala do mar.
 
                                        Vida, coisa pra ser dita,
                                     como é dita este fado que me mata.
                                        Mal o digo e já me dito se conflita
                                     com toda a cisma que, maldita, me maltrata.
 
 
               Um ótimo inicio de semana para todos(as) é o que deseja Dalvino José Zeferino.
 

" O EX-ESTRANHO " PAULO LEMINSKI

      Esta é provavelmente a útima reunião de poemas inétditos de Paulo Leminski.Ainda uma vez sua maior
interlocutora, a poeta Alice Ruiz (.fica com a parte mais dificil - re-andar estes caminhos, trilhar pela via da
ternura, sem perder o rigor jamais, asfabricações febris deste que é um dos poetas fundamentais de    uma
geração que nos deu entre outros,Caetano Veloso e Antônio Risério,João Câmara e Júlio Bessane.A Alice (e
também a Aurea Leminski), devemos a grimpagem que aqui se expõe,o gosto da escolha que não me pare-
ceu nenhuma vez arbritária. Diálogo mudo este que se estabelece do coração para coração.Mas ainda diálo-
go na trama da vida, para além da morte, de qualuer  morte, Impossíve pois, a recusa em reconhecer nesse
trabalho aparentemente " menor", a sua inexplicável grandeza.Tarefa duríssima, ninguém duvida, responder
quantos Leminskis cabem num só Leminski.E o que floresce nestas páginas, é ainda e sempre, o mesmo Le-
minski. se bem que um pouco carente, nômade, e outras tantos exilados de si mesmo , no poema como na
vida, o Leminski que lemos continua sendo o inventor afiado dos mais finos uivos disonantes. O ex-estranho.
Aquele que se reconhece a cada verso como uma coisa ida, como uma coisa indo.Há aqui, muitas vezes um
frisson de vida esfolada viva.Mas tudo é vida, ou "mágua", ao redor de um fado.Mesmo na lírica amorosa
(parte em amor),datada em tempos diversos, o poema se quer à espreita, uma aranha que fiasse todo o se-
gredo da teia sem deixar de exibir, ao final e ao cabo, o triunfo da vigília. a ciência da aranha?.Uma artesa-
nia de sustos. O ex-estranho. Em que ilha Paulo Leminski cifra esta estética de arrepios?.De signos entrecor-
tados pelo dom da surpresa animados pelo amor ao súbito,ao lúdico e ao abismo - um sopro invariavelmen-
te novo na sempre melancólica estânia sersteira que é , sbemos, o país.Este, senhores,nem parece um livro
póstumos tanto continua viva nela a graça cheia de graça do poeta Paulo Leminski.(Wilson Bueno).
          Paulo Leminski, Curitiba Paraná, 1944 - 1989.Poeta multimídia, transitou em diversas áreas: poesia,
prosa, tradução publicadade, artes gráficas, quadrinhos,TV´, música popular. Publicou vários livros, entre
eles: Catatau (romance, 1975), Caprichos e relaxos (poesia, 1983), agora é que são elas(romance, 1984),Gia-
como Joyce, de James Joyce, de James Joyce(tradução, 1985), sol e aço, de Yukio Mishima(trdução, 1985),
La vie em close (poesia, 1991), Metaformose(prosa, 1994) e Winterveno(poesia 1994).Segundo o Livro de
Paulo Leminski " O EX - ESTRANHO ".