Dalvino José Ze... 的个人资料Espaço de Dalvino José Z...照片日志列表更多 ![]() | 帮助 |
|
|
6月27日 A ORAÇÃO DA MESTRA / GABRIEA MISTRAL( TRAD.DE NIEL CASSES)LIVRO-R.STANGANELLI DE VENCIDO A VENCEDOR AS PAGS. 163/165. A ORAÇÃO DA MESTRA
Senhor !.Tu que ensinaste, perdoa que eu ensine ; que me chamem
de mestra, como. Te chamaram na terra.Dá-me o amor único de minha esco-
la, que nem o ardor da beleza seja capaz de roubar-lhe minha ternura de to -
dos os instantes. Mestre, faze-me perduravel o fervor, e passageiro o desen -
canto. arranca de mim este ímpuro desejo de justiça que ainda me turva, o
protesto que sobe de mim quando me ferem. Não me doa a incompreensão,
nem me entristeça o esquecimento daquelas a quem ensinei. Dá-me o ser
mais mãe que as mães, para poder amar e defender o que não é carne de min-
has carnes. Que eu alcance fazer de uma de minhas meninas meu verso per -
feito e a deixar-te nela cravada minha mais penetrante melodia, para quando
meus lábios não cantem mais.Mostra-me ser possível. Teu Evangelho em meu
tempo, para que não renuncie à batalha de cada hora por ele. Põe em minha
escola democrática o resplendor que se esparzia sobre. Tua ciranda de meninos
descalços.Faze-me forte, ainda em meu desvalimento de mulher, e de mulher po-
bre, faze-me desprezar todo poder que não seja puro, toda pressão que não se-
ja de tua vontade ardente sobre a minha vida. Amigo,acomanha-me !. Sustém-
me!.Muitas vezes não terei senão a ti a meu lado. Quando minha doutrina for
mais cabal e mais queimante minha verdade, ficarei sem os mundanos,mas a
tu me estreitarás então contra teu coração, que eu soube farto de solidão e de-
samparo. Eu só procurarei as aprovações em teu olhar. Dá-me simplicidade e -
dá-me profundidade, livra-me de ser complicada ou anal em minha lição quoti-
diana.Permite-me levantar os olhos de meu peito ferido, ao entrar cada manhã
em minha escola. Que não leve para minha mesa de trabalho minhas pequenas
preocupações materiais, minhas dores miúdas. Aligeira-me a mão no castigo e
suaviza-a mais na caricia. Que eu repreenda com dor, para saber que corrigi --
amando !.Permite que faça de espírito minha escola de ladrilhos. Que chama de
meu entusiasmo envolva seu pátio pobre, sua sala nua. Meu coração lhe seja -
mais coluna e minha boa vontade ais ouro que as colunas e o ouro das escolas
ricas. E, por fim, recorda-me, na polidez da tela de Velásquez, que ensinar e
amar intensamente, sobre a terra, é chegar ao última dia com o cansaço de
longino de lado a lado!. Pense nisso e todos(as) tenham um ótimo final de se-
mana; Dalvino José Zeferino.
6月26日 " O MUNDO COMOVIDO PELA MORTE SÚBITA DE UM ÍDOLO POP" MEU FILHO, É O SEU FÃ,SEMPRE SERÁ.
É, desesperador; a vida é assim, uma curta caminhada que começa no
ventre da mãe, para terminar no colo do pai. O cantor pop, ídolo, de toda a
gerações de sua época se foi, morreu ontém aos 51 anos de idade,teve a vida
marcada por sucessos desde a puperdade com seus familiares,os Jakson,sain-
do para uma carreira solo,ganhou fama, muito dinheiro,mais muitos proble -
mas particulares,que culminou, com a perda de grandes fortunas, por se tra -
tar de assédio contra menores, seus pais tiraram seus processo, mais condi -
cionado a pagamentos de grandes fortunas, passou a vender tudo, até o ran-
cho, onde morava,ele no entanto se mobilizou para fazer agora, recentemen-
te uma turniê pelos Estados Unidos, e outros países na eminência de mostrar
a seus filhos a sua verdadeira história, criada em volta dele,ao vivo, mas acon-
teceu que ontém seus fãs , foi pêgo de surpresa com o anúncio da sua morte.
Tão diferente em suas decisões, polêmico e excêntrico, por sua esquisi-
tisse, mais respeitado por todos,pelas criação da suas músicas, e dança que -
só ele sabia fazer. E agora ele foi... vai ser dificil outro rei pop.Estranho acei-
tar que o mais recente trabalho dele é definitivo o último, fica o mundo ór -
fão e seus ídolos triste, seus filhos agora terá que se contentar com seus ví -
deos e filmes, um ótimo final de semana para todos(as) Dalvino José Zeferi -
no. 6月24日 "A ESTRANHA NAÇÃO DE RAFAEL MENDES" POR MOACYR SCLIAR ÀS FLS.9/12 A ESTRANHA NAÇÃO DE RAFAEL MENDES
-----------------------------------------------------
VELHO AO AMANHECER
Que horas são?.Que horas são?.São seis horas.São seis horas da manhã e
tudo vai bem. O tempo, por assim dizer,escorre lento; a História, por assim dizer,
segue seu curso, e estou louco para urinar. Louco, não. Nada mais me deixaria lou-
co a esta altura da vida, nem mesmo uma louca vontade de urinar. sinto, isto sim ,
desconforto por causa da bexiga cheia:mas pelo menos tenho bexiga, pelo menos
seguro a urina. E isto, aos setenta e dois anos é algo, hein ?.Sou senhor de minha
bexiga.Desafio-a, e à exeção de um ou outro vazamento,venço sempre.Não me do-
mina, esta clepsidra que inexoravelmente se enche, este orgânico dispostivo de
tempo.O tempo sim, que me domina; mas não seus propostos; a bexiga enche ?...
Esvazio-a. Não tão rápido quanto gostaria, mas esvazio-a.Agora eu deveria ir ao
banheiro.... Mas não tenho vontade de levantar. Passo a maior parte do meu dia,
aqui, deitado. É verdade que este é um dia muito especial; se fosse mais jovem sal-
taria da cama, excitado, cantando.Mas sou muito velho, mesmo para os dias espe-
ciais,aliás raros.Esta cama é tão boa. Tão pródiga em surpresas. Sob as cobetas en-
contro de tudo: restos das bolachas que comi ontem, e das que comi anteontem e
na semana passada, bolachas sendo uma constante em minhas refeições, sempre -
feitas na cama. E aqui há livros, e recortes de jornal, e cartas que escrevi e não man-
dei; alguma roupa suja,garrafas vazias, uma faca, barbante.. Um kit de sobrevivên -
cia.Se a cidade fosse invadida pelas águas, como aconteceu em 1941, e se a enchen-
te transformasse esta cama em barco, eu não seria náufrago desesperado; teria como
me manter, material e espiritualmente. Sobreviveria até que as águas me depositas-
sem num Monte Ararat qualquer.Não é um barco.É uma cama. É a cama que minha
mulher e eu escolhemos numa lojinha do Bom Fim, isto há quase cinquenta anos.
Dá-me o calor, minha linda, dá-me o calor / que é o bálsamo da minha dor.Linda ,
talvez não, mas amável, sim; delicada.Quando adoeceu,tive de imediato a certeza -
que não duraria muito, era frágil demais. Morreu na Santa Casa, apesar dos esforços
da doutora Débora.Um caso muito grave e muito raro, segundo aquela boa médica.
Foi definhando ,definhando, e morreu. Deixou-me um filho pequeno,que criei com
sacrifício, e que afinal veio a morrer moço ainda, uma pena. Vítima da corrida de
ratos, quis subir rápido demais. se fosse mais acomodado, se passasse o dia, ou a
manhã, pelo menos, na cama talvez tivesse sobrevivido. Mesmo que com migalhas.
Compreendia-me, minha mulher, e viver com ela foi tão bom.Deitado nesta cama,-
rodeado de livros e papéis, eu trabalhava sem cessar em meus estudos históricos.Eu
ganhava pouco, muito pouco, mas nunca me reprovou por causa disto;ao contrário,
enquanto pôde, providenciou o sustento da casa, confeccionando flores artificiais e
tricotando pulôveres para uma loja. E de repente,estava ali, nos meus braços, morta.
Morre e os dias passaram.E agora, que horas são?.Hein?.Que horas são?. Seis e dez.
Desde as quatro estou acordado, ruminando pensamentos. Coisas acontecem, en-
quanto estou aqui deitado: guerras e golpes de Estado, casos de súbito enriqueci -
mento e paixões davastadoras. Mas, eu, eu sou velho e estou deitado. Se levantasse, -
seria, não parar tomar o poder, mas sim para urinar. Reconheço minhas limitações
Sim,sou, um homem culto, estudei muito, ms isto de nada me adiantou. Até o dia
de hoje, porque hoje pretendo mudar as coisas;sou para mim o momento histórico.
Aproveitarei a oportunidade aliás única. Não serei trouxa como aquele descentente
do Jonas, aquele que, por identificação com o profeta, costumava mergulhar nas -
águas do lago Tiberiades, ficando muito tempo !, submerso por longo tempo à espera
do gigantesco peixe que deveria engoli-lo. Este homem um dia submerso, ergeu os
olhos e o que viu, através das águas claras.As solas de dois pés, que andavam sobre
o lago. Terá ele imaginado que era Jesus, caminhando em direção a um destino ;
transcedente ?. Não concentrou-se no exame da pele da sola daqueles pés.Pele lisa,
rosada daí deduziu que se tratava de um contemplativo, de uma pessoa tão acima -
da realidade que podia caminhar sobre as águas. contemplativo, Jesus? Errou.Não
foi o primeiro nem o último erro numa longa linhagem que chegou a nossos dias.
Para quem estou falando ?.Para Deus?. Não sei. Não sei com quem falo, mas falo -
com autoridade: sou um homem culto, historiador.Não diplomado naturalmente ; ,
e autoditata. Mas conheço mais da História que muitos professores universitários.
Ninguém sabe mais sobre os cristãos - novos do que eu. Ninguém estudou tao bem
sua genealogia. Remontei a raiz bíblica desses estranhos personagens híbridos de -
cristãos e judeus. É verdade que isto não me adiantou muito. Não fiquei nem rico, e
nem famoso. Tentei fazer render meus conhecimentos; sem êxitos. Pelo menos até
agora Pelo menos até hoje, até esta hora. Que horas são?.Que dia é hoje?..como está
o tempo?. A quanto está o dolar?. Morreu, o Franco?.Quem morreu?.Que dor é essa -
que sinto no peito, ou no ventre, ou na mão ou na cabeça?Porque pergunta?.Por que
fazer tantas perguntas, quando o tempo é escasso, cada vez mais escasso?. E, a propó-
sito, quanto tempo me resta?. Pouco?Quanto é pouco?.Meses, anos?.Minutos?.Quan-
tos minutos?.Amanheceu, como de costume; e, como de costume, perguntas. O que
pode fazer um velho solitário, senão perguntar-se?. Perguntas, perguntas. Sempre.Ho-
je, porém, será diferente.Hoje terei uma resposta para atormentadas indagações. No mar
agitado da angustiada dúvida reinará enfim a paz e a tranquilidade .Uma partícula de
ordem será introduzida no caos. porque há um pano, um programa, um objetivo; uma
meta; dez mil dólares. Dinheiro é a resposta; a resposta é dinheiro.Resposta curta,defini-
da, definitiva; dólares. Um homem pagará. É inocente, mas pagará. Inocente?.Não deve
ser tão inocente. Não, não é inocente: se vai pagar é porque não é inocente. Pagará sabe
disso, naturalmente. no momento não sabe de nada, só de sonhos. No momento dorme,
como muitos outros porto-alegrenses. Logo, porém, acordará, e então a contagem regres-
siva terá começado. Não se porá hoje o so sem que a meta tenha sido alcançada: dez mil
dólares. Engraçado; nunca vi um dólar, nem sei que jeito tem.Mas não preciso saber. Só
preciso pedir. Pedir, não: exigir. É bom que eu esteja convencido disto;posso exigir.Eles
me devem muito dinheiro,dez mil dólares pelo menos. Mais, decerto; no mínimo , porém,
dez mil Dólares. Exigirei. Rafael Mendes pagará. Que horas são?. Que dia é hoje?.Seis ho-
ras e cinquenta minuto do dia 17 de novembro de 1975,segunda - feira. A encomenda de-
ve estar sendo entegue a encomenda para rafaela Mendes. E Rafael Mendes? O que vê
Rafael Mendes ao acordar?. Um ótimo inicio de semana para todos, (as) Dalvino José Ze-
ferino...................................... .
6月23日 "NATAL NA BARCA"DE LYGIA FAGUNDES TELLES-LIVRO ÀS FLS.20/25 NATAL NA BARCA
-----------------------
Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca.
Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E me sentia bem naquela solidão.Na
embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos
iluminava com sua luz vacilan: um velho, uma mulher com uma criança e eu.O ve-
lho,um bêbado esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras ,
amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós,
apertando nos braos a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida.
O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura
antiga.Pensei em falar-lhe assim que entrei na barca.Mas já devíamos estar quase
no fim da viagem e até aquele instante não me ocorrera dizer-lhe qualquer pala -
vra.Nem combinava mescom com a barca tão despojada, t~/ao sem artifícios, a
ociosidade de um diálogo. Est[avamos sós. E o melhor ainda era não fazer nada, -
não dizer nada, apenas olhar o sulco negro que a emarcação ia fazendo no rio.De-
brucei-me na grade de madeira carcomida. Acendi um cigarro, ali estávamos os
quatro, silenciosos como mortos num antigo barco de mortos deslizando na escu-
ridão. Contudo, estávamos vivos. E era Natal.A caixa de fósforos escapou-me das
mãos e quase resvalou para o rio. Agachei-me para apanhá-la.Sentindo então al -
guns respingos no rosto, inclinei-me mais até mergulhar as pontas dos dedos na
água.Tão gelada , estranhei, enxugando a mão.Mas de manhã é quente.Voltei-me
para a mulher que embalava a criança e me observava com um meio sorriso. sentei-
me no banco ao seu lado.Tinha belos olhos claros, extraordinariamente brilhantes.
Vi que suas roupas possídas tinha muito caráter, revestidas de uma certa dignidade.
De manhã esse rio é quente, insistiu ela, me encarando.Quente?.Quente e verde,tão
verde que a primeira vez que lavei nele uma peça de roupa, pensei que a roupa fos -
se sair esverdeada. É a primeira vez que vem por estas bandas?.Desviei o olhar para
o chão de largas tábuas gastas. É respondi om uma outra pergunta.Mas a senhora -
mora aqui perto?. Em Lucena. Ja tomei está barca não sei quantas vezes,mas não -
esperava que justamente hoje. A criança agitou-se, choramingando. a mulher aper -
tou-a mais contra o peito. cobriu-lhe a cabeça o xale e pôs-se a niná-la com um bran-
do movimento de cadeira de balanço. suas mãos destacavam-se exaltadas sobre o sa-
le preto,mas o rosto era tranquilo.Seu filho?.É, Está doente, vou ao especialista,farma-
cêutico de Lucena achou que eu devia consultar um médico hoje mesmo.Ainda ontem
ele estava bem, mas de repente piorou. Uma febre, só febre...Levantou a cabeça com
energia O queixo agudo era altivo,mas o olhar tinha a expressão doce.Só sei que Deus
não vai me abandonar.É o caçula?.E o único. O meu primeiro morreu o ano passado.
Subiu no muro, estva brincando de mágico quando de repente avisou, vou voar!. A
queda não foi grande, o muro não era alto,mas caiu de tal jeito....Tinha pouco mais de
quatro anos.Atirei o cigarro na direção do rio, mas o toco bateu na grade e voltou,rolan-
do aceso pela chão.Alcancei-o com ponta do sapato e fiquei a esfregá-lo devagar. Era
preciso desviar o assunto para aquele filho que estava ali doente, embora.Mas vivo , E
esse?.Que idade tem?.Vai completar um ano. E.Noutro tom ,inclinando a cabeça para o
ombro;Era um menino bonzinho, tão alegre.Tinha verdaeira mania com mágicas.claro -
que não saía nada,mas era muito engraçado... Só a última mágica que fez foi perfeita,
vou voar !, disse abrindo os braços. E voou. Levantei-me. Eu queria ficar só naquela noi-
te, sem lembranças, sem piedade. Mas os laços,os tais laços humanos, já ameaçavam me
envolver. Conseguira evitá-los até aquele instante.Mas agora não tinha força para rom-
pê-los.Seu marido está à sua espera?.Meu marido me abandonou.Sentei-me novamente
e tive vontade de rir.Era incrível. Fora uma loucura fazer a primeira pergunta,mas agora
não podia mais parar.Há muito tempo?.Faz uns seis meses.Imagine que nós vivíamos -
tão bem, mas tão bem!.Quando ele enconrou por acaso com essa antiga namorada,falou
comigo sobre ela, fez até uma brincadeira, a Duca enfeou, de nós dois fui eu que acabei
ficando mais bonito.... E não falou mais no assunto. Uma manhã ele levantou como todas
manhãs, tomou café, leu o jornal, brincou com o menino e foi trabalhar. antes de sair -
ainda me acenou, eu estava na cozinha lavando a louça e ele me acenou através da tela -
de arame da porta, não gosto de ver ninguém falar comigo com aquela tela de arame no
meio.......Mas eu estava com a mão molhada. Recebi a carta de tardinha, ele mandou --
uma carta. Fui morar com minha mãe numa casa que alugamos perto a minha escolinha.
Sou professora.Fiquei-me nas nuvens tumultuadas que corriam na mesma direção do rio.
Incrível. Ia contando as sucessivas desgraças com tamanha calma, num tom de quem re -
lata fatos sem ter paraticipado deles realmente. Como se não bastasse a pobreza que es -
piava pelos remendos da sua roupa, perdera o filhinho,o marido, e ainda via pairar uma
sombra sobre o segundo filho que ninava nos braços. E ali estava sem a menor revolta, -
confiante . Intocável, apatia?. Nao, não podiam ser de uma apática aqueles olhos vivíssimos
e aquelas mãos enérgicas. Inconsciencia?. Uma obscura irritação me fez sorrir.A senhora é
conformada. Tenho fé, dona. Deus nunca me abandonou.Deus, repeti vagamente.a senho-
ra não acredita em Deus?.Aredito murmurei. E, ao ouvir o sem débil da minha afirmativa,
sem saber por que, perturbei-me. agora entendia. Aí estava o segredo daquela confiana, -
daquela calma. Era a tal fé que removia montanhas...Ela mudou a posição da criança,pas -
sando-a do ombro direito para o esquerdo. E começou, com voz quente de paixão:Foi lo -
go depois da morte do meu menino.Acordei uma noite tão desesperada que saí pela rua
afora, enfiei um casaco e saí descalça e chorando feito louca, chamando por ele.. sentei -
num banco do jardim onde toda tarde ele ia brincar. E fiquei pedindo, pedindo com ta -
manha força , que ele, que gostava tanto de mágica, fizesse essa mágica de me aparecer -
só mais uma vez, não precisava ficar, só se mostrasse um insstante, ao menos mais uma
vez, só mais uma !.Quando fiquei sem lágrimas, encostei a cabeça no banco e não sei -
como dormi Então sonhei e no sonho Deus me apareceu, quer dizer, senti que ele pegava
na minha mão com sua mão de luz E vi o meu menino brincando com o Menino Jesus no
Jardim do Paraíso. assim que ele me viu, parou de brincar e veio rindo ao meu encontro -
e me beijou tanto,tanto. Era tal sua alegria que acordei rindo também, com o sol baten-
do em mim.Fiquei sem saber o que dizer. Esbocei um gesto em seguida, apenas para fazer
alguma coisa, levantei a ponta do xale que cobria a cabeça da criança. Deixei cair o xale
novamente e voltei o olhar para o chão . O menino estava morto.Entrelacei as mãos para
dominar o tremor que sacudiu.Estava morto. A mãe continuava a niná-lo, apertando-o con-
tra o peito.Mas ele estava morto. Desbrucei-me na grade da barca e respirei penosamente:
era como se estivesse mergulhada até o pescoço naquela água. senti que a mulher agitou
atrás de mim. Estamos chegando anunciou.Apanhei depressa minha pasta. O importante -
agora era sair, fugir antes que ela descobrisse, era terrível demais, não queria ver.Dimi -
nuindo a marcha, a barca fazia uma larga curva antes de atracar. O bilheteiro apareceu e
pôs-se a sacudir o velho que dormia:.Chegamos!.Ei! chegamos!....Aproximei-me evitando
encará-laa.Acho melhor nos despedimrmos aqui disse atropeladamente, estendendo a mão
e fez um moviment como se fosse pegar a sacola. ajudei-a, mas ao invés de apanhar a sacola
que lhe estendi, antes mesmo que eu pudesse impedí-lo, afastou o xale que cobria a cabeça
do filho.Acordou o dorminhoco !.E olha aí deve estar agora sem nenhuma febre. Acordou?!..
Ela teve um sorriso. Veja. Inclinei-me. A criança abrira os olhos aqueles olhos que vira cerra -
dos tão definitivamente. E borcejava, esfregando a mãozinha na face de novo corada. Fiquei -
olhando sem consegui falar.Então, bom Natal ! disse ela, enfiando a sacola no braço.Encarei-a
sob o manto preto, de pontas cruzadas e atiradas para trás, seu rosto resplandeia.apertei-lhe
a mão vigorosa. E acompanhei-a com o lhar até que ela desapareceu na noite .Conduzido pe-
lo bilheteiro, o velho passou por mim reiniciando seu afetuoso diálogo com o vizinho invisí-
vel. Saí por último da barca. Duas vezes voltei-me ainda para ver o rio. E pude imagina-lo ;
como seria de manhã cedo: verde e quente. Verde e quente.Um ótimo inicio de semana para
todos(as) Dalvino José Zeferino.
6月19日 .....FILHOS CHORANDO A MORTE DE SEUS PAIS E PAIS CHORANDO A MORTE DE SEUS FILHOS.... POR /DALVINO JOSÉ ZEFERINO. .... FILHOS CHORANDO A MORTE DE SEUS PAIS; E
PAIS, CHORANDO A MORTE DE SEUS FILHOS....
P/DALVINO JOSÉ ZEFERINO
É chegado o momento da reflexão, para alguns, famílias
inteiras despedaçadas devido à irresponsabilidade de alguns,filhos
chorando a morte de seus pais, e pais chorando a morte de seus
filhos, relacionamentos terminados outros iniciados, morte prema -
tura de algums dos membros familiáres, sendo pais ,filhos,ou qual -
quer um que se considere familiar,primo,sobrinhos etc,.
Sem aceitarmos a dor não encontramos a felicidade.A partir
do momento que nos conscientizaos que as mudanças nessárias pa-
ra o encontro com a felicidade estão dentro de nós, algo milagroso -
começa a acontecer.Mas apenas a conscientização desse fato não nos
conduz à felicidade.Decidimos concenrar nossos esforços em nós mes-
mos,e inevitavelmente nos deparamos com algo que está além de nós,
de nossos limites.a partir do surgimento do novo sentimento,da sensa-
ção de potência, de capaidade de mudança reonhecemos nossa identi-
dade e autonomia no controle de nossas vidas,mas de repente,quando
olhamos de frente para ela, nos deparamos com nossas limitações.
Como lidar com a colheita daquilo que semeamos tempos
atraz.Como lidar com o inevitável? É chegada a hora de explorar nossos
corações à procura de respostas e de mudanças afetivas, ao mesmo tem-
po que prcisamos começarmos a aprender a semear uma nova vida a par-
tir da consciência.Existem algumas pessoas que acreditam que a felicida -
de se basea na ausência de problemas e dificuldades, que somente po -
demos ser felizes em um mundo idealizado e perfeito.Parece que somos
educados no sentido de aprender que a vida deve ser feita apenas de coi-
sas boas, que a dificudade não fazem parte dela. Não. Enquanto não en-
tendermos que a dor e o sofrimento fazem parte da vida, enquanto não -
aceitarmos essa realidade, não atingiremos um estado de felicidade. E -
mais.Enquanto não olharmos de frente para esses mesmos problemas e os
encararmos com realidade, não conseguiremos nos libertar do sofrimento
da dor que eles nos acarretam.Muias vezes, na vida, enfrentamos proble -
mas; cuja resolução escapam de nosso controle, e nos sentimos impotentes
diante deiante de diversas situações.Mas por que resistimos tanto em acei-
tar a impermanência das coisas?. Porque não conseguimos deixarmos de
sofrer ?.A vida sempre nos traz, e sempre nos trará obstáculos que devemos
ultrapasar, e mesmo desses fatos, que é inexorável, continuamos com a tris-
te tendência a fantasilá-la, como se fosse possíel vivê-la sem experimentar
a dor.O sofrimento a dor da perda de um ante querido faze, parte da vida,bem
como o prazer e a aleria.Mas enquanto não aceitarmos essa perda e a realida-
de da perda de tudo; não podemos ter a vida normal, e sem alegria.A dor faz
parte da vida !.E preciso parar de fugir dessa realidade, e aprendermos a en -
frentarmos, os nossos problemas de frente, com os pés no chão, se pudermos
transformar nossa atitude diante da vida, certmente conseguiremos encarar
o sofrimento e ador de outra forma.É importante sair da anestesia,parar de se
drogar, de beber, de fumar, de fazer compras altamente compulsivas, de jo -
gar, de " fingir que não é conosco", tudo em nome da fuga, da realidade e do
sofrimento que é inerente à vida.Quando nos encontramos no olho do furacão,
ou seja, quando algo de terríve nos acontece, é como se perdêssemos o chão,-
não conseguimos elaborar nossos sentimentos, nos sentimos confusos e perdi-
dos em um mar de lamentações. Experimentamos a revolta e a raiva, mas quan-
do conseguimos enfim, olhar para o problemas de dorma mais recionalizda, -
quando olharmos para fora de nós e percebemos que não somos os únicos a so-
frer e principalmente, quando nos conscientizamos que o sofrimento faz parte
da vida de todos saimos da posição de vítimas, de únicos sofredores, e milagro-
samente algo dentro de nós começa a acontecer e o sofrimento diminui.O sofri-
mento e a dor, sejam eles oriundos de qualquer causa, que infelismente nós mes-
mos colocamos em ação, fazem parte da vida, e sem o acolhimento e o reconhe-
cimento da dor e do sofrimento como parte integrante e inerente ao nosso cres-
cimento,decididamente nunca seremos felizes !.Pense nisso;e tenham todos(as)
um ótimo final de semana,Dalvino José Zeferino. 6月17日 "NÃO PUDE CUMPRIMENTÁ-LO" / CONTO POR DALVINO "NÃO PUDE CUMPRIMENTÁ-LO " CONTO POR DALVINO
Estava dentro de um ônibus, sai do terminal do IBES-Vila Velha
com destino a capital,Vitória-ES,para resolver problemas pessoais, do
lado direito, sentado a uma das poltronas, ao lado da janela,pude vê-
lo, e contemplá-lo meu amigo, por alguns segundos,pois o transporte
coletivo não permitia a parada naquele momento.NÃO PUDE COMPRI-
MENTÁ-LO; um senhor contador, prestava serviços contábeis a diver -
sas empresas de médio a grande porte, lembro perfeitamente daquela
época,por medida de cautelar e ética, não poderei divulgá-lo seu nome
mas já faz um bom tempo uns vinte ou mais anos, ele sempre ostentou
uma calvice, peculiar que lhe rendeu um apelido famoso K-Jackson,um
ator americano que trabalhava em muitos dos filmes,era o charme da
sua careca que chamava a atenção.
Fiquei a observar, que se passaram os anos, e Deus foi justo com
ele, não mudou quase nada, e conservava sua plenitude e a grandeza de
está vivo e com saúde.Agradeço a Deus por ter, me dado essa oportuni-
dade de rever essa cena, tão nobre. Um ótimo inicio de semana para to-
dos(as), Dalvino José Zeferino. 6月12日 O MAIS IMPORTANTE É O AMOR / LIVRO/ ÀS FLS.1/12/342 O MAIS IMPORTANTE É O AMOR
----------------------------------------
Em períodos de crise, como o que vive o mundo atualmente,os
espíritos cosumam fixar-se em determinadas ideias,de tal maneira que,
relativamente à colocação de certos problemas ou à aceitação de certas
soluções, os homens conseguem chegar a um consenso embora nem -
sempre confessado: o caminho é o AMOR. Esta com certeza e guia se -
guro para a humanidade sob inpiração da palavra de Deus.E sòmente ;
numa angulação sobe um Deus transcedente,criador e Pai, cuja pater -
nidade comum faz irmãos os homens, a humanidade, no seu espaço -
terreno, pode ser conduzida ao caminho da salvação.
E nós, educadores, entendemos que essa fraternidade ensinada -
por Cristo é a única legitimação da função educativa para uma vida -
cristã e consciente.Como método, educar é substancialmente amar.Se
a educação não desempenhar o papel que é a sua maior responsabilida-
de ensinar a amar, distribuir sentimentos de fraternidade, desapêgo,to-
lerância, paz, enfim, o Amor, estará traindo a sua função, alienada ao -
seu autêntico e imperioso dever no momento presente.O homem é o au-
tor dos mais complicados maquinísmos das grandes aeronaves, e,tam -
bém, é o autor da miséria e imundícia dos bairros pobres.Quem somos
nós?.Que é a vida?.Que é o homem?.Jesus disse: " Eu sou a luz do mun-
do... O mesmo Jesus Cristo desvenda o mistério do homem neste livro.
Como é bom viver!.A juventude nos fascina é a época em que nós
sentimos enamorados!.Ela tem, para nós uma mensagem de vida.Jesus
falou sobre a vida. Ele disse: " Eu sou quem levanta os mortos e dá a
eles uma nova vida. Todo aquele que crê em mim, mesmo que morra -
como qualquer outro, viverá novamente. Porque tem a vida eterna e por
crer em Mim, e nunca morrerá. Você crê nisso?. Pense nisso e um ótimo
final de semana para todos(as) Dalvino José Zeferino.
6月11日 O CIRCUITO NEURAL DO MEDO - DO LIVRO INTELIGÊNCIA EMOCIONAL - DE DANIEL GOLEMAN,PHD /ÀS FLS.312/314 O CIRCUITO NEURAL DO MEDO
A amígdala desempenha um papel central do medo.Quando
uma rara doença cerebral destruiu a amígdala(mas não as outras -
estruturas cerebrais) de S.M. , o medo desapareceu de seu repertó-
rio mental. S.M. tornou-se incapaz de identificar o medo no rosto
de outras pessoas, e mesmo e expressar o seu próprio medo.Como
observa o seu neurologista,. " Se alguém colocar uma arma na ca-
beça de S.M., ela saberá, racionalmente, ter medo, mas não saberá
sentir o medo como ocorre conosco".Os neurocientistas mapeam o
circuito do medo nos mínimos detalhes possíveis, no entanto mes -
mo na vanguarda deste campo de estudo, a totalidade dos circui -
tos de nenhum tipo de emoção foi completamente pesquisada. O -
medo, no curso da evolução humana, tem sido fundamental:talvez,
mais do que qualquer outra emoção, tem sido crucial para a sobre-
vivência.É claro que, nas circunstâncias atuais, os sentimentos equi-
vocados são a praga do nosso cotidiano e, por isso, vivemos inquie-
tos,angustiados e com uma série de preocupações ou, no extremo
patológico, com crises de pânico, fobias ou desordem obsessivo -
compulsiva. Imaagine que é noite e você está sozinho em casa,lendo
um livro. De repente, você ouve um barulho em outro cômodo. O -
que, em seguida, aontece em seu cérebro, é propício para o circuito
neural do medo e para o funcionamento do sistema de alarme da -
amígdala. O primeiro circuito cerebral envolvido simplesmente cap-
ta o barulho como ondas físicas desorganizadas e as transforma na
linguagem cerebral que lhe dirá para que você fique aatento. Esse -
circuito parte do ouvido para o tronco cerebral e daí para o tálamo.
E, neste ponto, há duas ramificações: um menor feixe de projeções
se dirige à amígdala e ao vizinho hipotálamo;a outra ramificação, -
que perfaz um caminho maiaor, conduz ao córtex auditivo no lobo
temporal, onde os sons são submetidos a uma ordenação e compre-
endidos pelo que representam.O hipocampo, importante, local para
o armazenamento da memória, rapidamente compara esse " baru -
lhão" com outros sons que você já tenha ouvido para verificar se é
familiar, você é capaz de imediatamente identificar que tipo de "ba-
rulhão" é esse?.Enquanato isso, o córex auditivo está tratando de
fazer uma análise mais sofisticada do som a fim de entender de on-
de ele vem, será o gato?.A porta que bate o vento?. Um ladrão?. O
córtex auditivo começa a aventar hipótese, pode ser o gato der
rubando uma lâmpada de cima da mesa, digamos,mas também po-
de ser um ladrão e, então, envia uma mensagem para a amígdala e
para o hipocampo que, por sua vez fazem comparações, com memó-
rias sonoras similares.Se a conclusão for tranquilizadora ( é apenas a
porta que bate sempre que venta muito), então o alerta geral não -
avança mais. Em caso contrário, outro circuito, em espiral, que re -
verbera entre a amígdla , o hipocampo e o córtex pré-fronta, aumenta
a insegurança e fixa a sua atenção, fazendo-o ficar mais lagado na -
identificação da origem do barulho. Se dessa análise mais acurada -
não advier nenhuma resposta satisfatória, a amígdala dispara o alar-
me, sua área central ativa o hipotalamo, o tronco cerebral e o sistema
nervoso autônomo. A soberba arquitetura da amígdala, que faz dela -
um sistema essencial de alarme para o cérebro, se evidencia nesse mo-
mento de ansiedade apreensiva e subliminar. Os diversos feixes de
neurônimos da amígdala têm, cada um, um subliminar. Os diversos -
feixes de neurônios da amígdala têm, cada um, um conjunto diferen-
te de projeções com receptores afinados para diferentes neuro-trans-
missores, tal como as empresas que se dedicam a alarmes domésticos
e que, para tanto, mantêm operadores de prontidão para que, sempre
que o alarme soar, enviem chamadas ao corpo de bombeiros, à polí -
cia e a vizinho.As diferentes partes da amígdala recebem informações
diferenciada. Para o núcleo central da amígdala são enviadas projeções
do tálamo e dos córtices auditivos e visuais. Os cheiros, via bulbo offa-
tivo, seguem para a área cortico-central. Esses sinais mantêm a amígda-
la como sentinela, que escrutina qualquer experiência sensória.Da amí-
gdala estendem-se projeções para as partes importantes do érebro.Das
áreas centrais e mediais, um ramo segue para áreas do hipotálamo que
secretam uma substância de resposta a emergências, que é o hormônio
que libera corticropina (CRH),que mobiliza a reação lutar-fugir através
de uma cascata de outros hormônios. A área basal da amígdla lança ra-
mificações para o corpus siriatum, ligando-se ao sistema de movimento
do cérebro. E, via núcleo central, ativando uma enorme quantidade de
respostas exageradas no sistema cardiovascular, nos músculos e nas -
entranhas.Da área basolateral partem ramos para o córtex cingulado e,
das fibras conhecidas como " cinzento central", células que regulam os
grandes músculos do esqueleto.são células que fazem com que um ca -
chorro rosne e com que um gato arqueie o dorso à guisa de ameaça a -
de seus territórios.Nos seres humanos, esse mesmo ciruito causa a com-
pressão das cordas vocais que, então, emitem uma oz estridente de pa -
vor.Da amígdala também parte um outro caminho que conduz ao locus
ceruleus localizado no tronco cerebral. Aqui é fabricada a norepinefrina
causa um " noradrenalina "),que é espalhada pelo cérebro.A norepine -
causa um aumento da reatividade das áreas do cérebro que a recebem,o
que determina aumento da reatividade das áreas dos cérebro que a rece-
bem, o que determina maior sensibilidade dos ircuitos sensórios.A nore-
pinefrina impregna o córtex, o tronco cerebral, o próprio sistema límbi -
co, em suma, deixa o cérebro ' tinindo'.A partir deste momento, qual -
quer barulhinho é capaz de fazer com que seu corpo trema de medo.A -
maior parte desse tipo de alteração acontece de forma inconsciente e ,
de tal modo,que você não saiba que está sentindo medo.A medida , po-
rém que você vai percebendo que está com medo ou seja, quando a an-
siedade inconsciente se torna consciente, a amígdala emenda uma or -
dem paa que haja uma ampla reação. Envia sinais às células do tronco
cerebral para que aponham uma expressão de medo em seu rosto,para
que você fique nervoso e assustadiço, para que paralisem os movimen-
tos que os seus músculos estejam executando naquele momento, para
que o seu rítmo cardíaco se acelere, eleem a pressão sanguínea e redu-
zam aa respiração. Para ouvir mais claramente o barulho que causou o
medo, você percebe que passou a conter a respiração aos primeiros si -
nais do sentimento de medo. Isso é apenas uma parte de uma série de
alaterações meticulosamente coordenadas que a amígdala e áreas rela-
cionadas promovem para assumirem, em situações de crise, o controle
do cérebro.Nesse meio temo, a amígdla, junto com o hipocampo a ela
interligado ordenam às clulas que enviem neurotransmissores-chave -
que, por exemplo, irão disparar a dopamina que fixará a sua atenção na
origem do medo, os barulhos estranhos e colocará seus músculos de -
prontidão para reagir de acordo. ao mesmo tempo, a amígdala envia si-
nais para as áreas sensórias relativas à visão e à atenção, para se assegu-
rar de que os olhos estão atentos para que seja relevante naquelas cir -
cunstâncias.Tão logo esses sinais são recebidos você fica inteiramente -
possuido pelo medo: percebe o característico apero nas entranhas, o co-
ração acelerado, a contração das musculatura do pscoço e dos ombros, o
tremor nos membros; o corpo se imobiliza, você fica atento a outros sons
e, em sua cabeça, você visuaiza atodos os perigos possíveis e como vai
reagir a cada um deles. Toda essa sequência da surpresa para a incerteza,
da incerteza para a apreensão, da apreensão para o medo. Pense nisso ;
um ótimo final de semana para todos(as) Dalvino José Zeferino.
6月2日 AJUDA-TE PELA PSIQUIATRIA ! ( POR FRNK S. CAPRIO,M.D-PSIQUIATRIA E PSICANALISTA ÁS FS.47 / 48 ) OS SONHOS PREENCHEM OS NOSOS DESEJOS
--------------------------------------------------------
A primeira função é a da realização do desejo. No sonho a experiência
emocional mais frequente é o ardente desejo para que alguma coisa acon-
teça; a obtenção de sucessos ou o alcance de um tento. Muitas vêzes a emo-
ção do sonho é de ansiedae e é interessante notar que a ansiedade é frequen-
temente seguida de um grande número de reações psicossamáticas, tais como
palpiatações, aumento de pressão sanguineas, tremores e suor. Outra emoção
frequente nos sonhos é a raiva, a qual também pode ser acentuada por reações
psicossomáticas. Para ilustrar, temos o caso de Jonh Smith um indíviduo comun
e até mesmo medíocre. Sem capacidade para alcançar melhor posição e com -
pouca energia para realizar o melhor que suas habilidades permitisse. Mora em
uma pequena comunidade, a cidade possui apenas 10.000 habitantes e o prefei-
to é por ele invejado. Sente-se intimamente angustiado pelo pensamento de
que jamais poderá ser o prefeito. E como gostaria se assim fosse !.Daria tudo -
para ser o prefeito, mas o seu senso comum lhe diz que para ele não há possibi-
lidade alguma, pois compreende que não tem capacidade e nenhum outro requi-
sito exigido para à posição. Mas à noite,quando as cortinas do sono descem, a
amarga realidade desaparece e as dificuldade são removidas como que pelo to -
que de uma varinha mágica. Então o pobre John Smith sonha que foi eleito por
uma maioria esmagadora. Tão grande foi sua vitória que ele sonha estar receben
do congratulações de muitas pessoas das redondezas como até mesmo de outros
lugares, bem mais distantes além disso, sonha que tão grande foi seu sucesso -
como prefeito, que seu desempenho foi tão útil e produtivo, que quando viessem
as próximas eleições hão haveria dúvida nenhuma na mente de ninguém quanto
à certeza da reeleição do John Smith. Ninguém desejava ser seu, antagonista;por-
que sabia que seria derrotado. Esse sonho não durava muito, apenas um efêmero
segundo, mas era de um efeito notável em John Smith. No dia seguinte sentia-se
bem - humorado, pois era agradável saber que, ainda que meramente em sonhos,
ele era prefeito.Assim, podemos observar que o sonho executa a função de sa -
tisfazer um antigo, ambicionado e insatisfeito desejo, todos nós temos sonhos de
satisfação dos desejos, os quais nos dão uma agradável sensação que de certo modo
fazem a vida valer a pena, porque o importante para nós são as satisfações emoci-
onais e não as duras realidades da vida. E isto muitas vêzes provêm mais da imagi-
nação e de sonhos do que de feitos reais.Um ótimo inicio de semana a todos(as),
Dalvino José Zeferino.
|
|
|