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日志


7月27日

COMO LIDAR COM A PERDA (MORTE DE UM DOS NOSSOS MEMBROS FAMILIARES)

A MORTE NOS COLOCA diante da fragilidade de nossa condição humana.Somos mortais.Como em tudo na natureza, cumprimos os ciclos da vida; nascemos,crescemos, e deixamos de existir um dia.Mas esse fato nos assusta  muito.Conscientes do modo como nós, ocidentais. Relacionamos  com a morte, baseadas em relatos de pacientes e em estudos de casos, elas dissecaram os sentimentos que envolvem a morte, elaborando os estudos . " Luto: Abordagem Mitológica" e " Saudade na Alma Enlutada ". O primeiro busca compreender a experiência da morte pela análise comparativa dos rituais e mitologias relacionados a ela.Já o segundo discorre sobre o poder transformador da saudade.A seguir, as profissionais explicam como suas conclusões podem ajudar as pessoas que estão sofrendo alguma perda.A experiência da morte é universal e atemporal.Desde o inicio das civilizações, o homem cria mitologias na tentativa de explicá-la, e inventa rituais que o ajudem a suportar essa dor. Comparei alguma mitologias e alguns rituais das culturas ocidentais e orientais para conhecer o que havia em comum entre eles. Nas clínicas e hospitais, podemos observar que as pessoas que tinham crenças envolvendo a morte e que seguiam algum tipo de ritual para enterrar os seus mortos; (vesti-los, colocar um terço em suas mãos) enfrentavam processos psicológicos semelhantes aos descritos nas mitologias. Em quase todas as mitologias, foram constatadas que existe, inicialmente, um cuidado com a preparação do corpo( lavá-lo, vesti-lo, embalsamá-lo, enfeitá-lo).A seguir, aparece quase sempre um elemento de transição, geralmente  parte humano e parte divino. É o caso de Anúbis (entidade miTogógica metade  de homem e metade chacal, no antigo Egito) e de Niu-Tori (cabeça de Boi) e Na_mien (face de cavalo), ambos da mitologia chinesa. Essas figuras são chamadas na psicologia de psicopompos (condutores de  almas).Conduzida por elas, a alma inicia a sua travessia para o outro mundo, onde haverá um julgamento de suas ações em vida (pesagem da almas, juizo final ).Nesse julgamento se define o destino da alma , se ela ganhará o repouso eterno ou se purgará as suas penas em  algum tipo de inferno.A morte de uma pessoa assinala o início de um processo de transformação que afeta aqueles que estão emocionalmente ligados a ela.Os rituais são realizados por medo, para proteção de si mesmo, ou para auxiliar a alma da do falecido.Do ponto de  vista da psicologia, eles servem para guiar a consciência da pessoa  em luto, durante todo o período de elaboração da morte até a transcendência desse sofrimento.Nos momentos iniciais da perda é comum pensar que há poucos instantes a pessoa estava viva e que agora não está mais. Vive-se, portanto, um conflito entre a entrega à evolução e a resistência à mudança inerente ao ego.A pessoa em luto precisa de um tempo para se adaptar a essa nova realieade e assimilar o processo de transformação.Enquanto se lava e se prepara o corpo para a " passagem ", também se deseja preservar alguma coisa daquilo que o indivíduo foi. É nesse estágio que  a pessoa em luto vai se dspojando de valores egoístas e começa a se apoiar em outros valores, mais espirituais. a medida que a preparação do corpo se completa, a pessoa que está em luto começa a tecer ponderações mais amplas.Essa pode ser vista como uma fase de  transição.Surgem, então, considerações sobre os traços mais fortes e permanentes do morto.Define-se de que maneira ele marcou as vidas dos entes que o  rodeavam.Passa-se da visão momentânea da morte para a história da pessoa e do meio que ela viveu É aqui que surgem as questões relativa à fé. faz-se a " travessia ", atravessa-se a fronteira conhecido / desconhecido e o ego cede lugar ao " eu ", espiritual. Infelizmente, é justamente nesse ponto que o homem moderno costuma ficar bloqueado.E qualquer tipo de bloqueio costuma dar origem à doença.Em geral, o homem hoje vive sem convicções espirituais, apegado a valores concretos e temporários. Para transcender a polaridade vida/morte, necessitamos de algo que nos guie para além do sobre intelectual, entrando no campo do acreditar, da fé. Sem esse recurso, não é possível transformar a lembrança do falecido e recuperar a energia psíquica que estava com ele. a falta prolongada dessa vitalidade pode levar ao aparecimento de diversos quadros patológicos.Eles são consequência do modo como o morto viveu e das convicções que a pessoa enlutada tem sobre a  existência ou não de uma vida após a morte.Essas crenças as vezes integram profundamente a vida à morte e levam a pessoa enlutada a repensar como ela viveu cada momento da sua vida, que opções fez , se realizou o que lhe cabia.Durante o julgamento, a consciência da pessoa em luto reavalia a sua própria escala de valores, a sua forma de ida e propões novas metas para o novo ciclo que começa.Nesse sentido, a morte se torna motivação para uma vida melhor.NESSE CONTEXTO, É POSSÍVEL AFIRMAR, QUE A MORTE É PROPULSORA DA VIDA ? . SIM A GRANDE MENSAGEM CONTIDA NA PERDA DE ALGÚÉM QUERIDO É O FATO DE A PESSOA EM LUTO PODER SE REPOSICIONAR EM RELAÇÃO AOS SEUS ATOS E ESCOLHAS.Por exemplo, ela terá de refletir, decidindo se vai evitar ou imitar o modo de vida daquele que se foi.Também é importante que esse pessoa tente resolver, pelo menos simbolicamente, os eventuais conflitos que possam ter ocorrido entre ela e  o morto.Sòmente depois desse balanço é que a sua energia psíquica volta a se normalizar.Quando se fala de morte, é preciso entender que duas forças lutam em sentido contrário; de um lado, para o incosciente, a morte é uma etapa natural da vida.De outro, para a consciente,pelo menos na noss cultura ocidental, ela é sentida como a interrupção da vida.É saudade que, fazendo o papel de mensageiro, vai ajudar na aproximação e na confrontação desses opostos, restaurando o equilibrio psíquico e energético da pessoa.A saudade vai se transformando à medida que o luto se transforma. Por meio de lembrança, ela vai passando de saudade externa, voltada ao outro, para saudade interna. Nesta, a lembrança do outro se torna motivação para uma ação que conduz ao futuro.Na perda de um ente querido, morre uma parte de nós mesmos. Cria-se um enorme espaço vazio.É preciso se abrir para o sentimento da perda e dar condições para que a alma renasça a partir desse espaço.Pense sempre nisso; um ótimo inicio de semana para todos (as), Dalvino José Zeferino.
7月26日

OS LIMITES DA INTERPRETABILIDADE DOS SONHOS, TODOS SERES HUMANO DEVE SONHAR PELO AO MENOS UMA VEZ

A pergunta que procura saber se podemos dar uma tradução completa e segura de todo produto da vida ONIRICA no modo de expressão da vigília(interpretação), não deve ser tratada de maneira abstrata e sim com relação às condições em que trabalhamos na interpretação do sonho.Nossas atividades psíquicas visam um objetivo útil ou um prazer imediato. No primeiro caso há resoluções intelectuais, preparativos para ações ou para comunicações a outras pessoas; no segundo caso denominamos estas atividades psíquicas brincar e fantasiar. Como é sabido, também o útil não passa dum meio indireto para uma satisfação de prazer. O sonhar é uma atividade da segunda espécie, que de acôrdo com a evoluçao histórica é a mais primitiva. Dizer que o sonhar se ocupa com os problemas que a vida apresenta procura levar a têrmo ou do trabalho do dia, conduz a erros.Com estas coisas ocupa-se o pensar pre-conciente.Tal intenção de proveito é tão estranaha ao sonhar como a do prepartivo de uma comunicação a uma outra pessoa. Quando o sonho se ocupa com um problema da vida, resolve de tal modo que corresponde a um desejo irracional e não de maneira que corresponda a uma reflexão inteligente. Sómente deve-se atribuir ao sonho uma intenção de proveito uma função, a saber, ele deve evitar  a perturbação do sono. O sonho pode ser descritos como um pouco de fantasia a serviço da conservação do sono.Disso segue-se que é absolutamente indiferente ao ego que dorme, o que se sonha durante a noite, contanto que o sonho realize a ua incumbência, e que os sonhos dos quais não se sabe dizer nada após o despertar , são os que melhores desempenharam suas funções.Se tão frequentemente se dá o contrário, se nós nos lembramos de sonhos, mesmo após anos e decênios, isso significa sempre uma invasão do inconciente recalcado no ego normal.Sem tal saatisfação o recalcado  não quiz dar seu uxílio para que cessase a perturbação iminente do sono. Saabemos que é esta invasão que fornece ao sonho sua importância para a psicopatologia. Se nós podemos descobrir o motivo que leva a este, conseguimos informes imprevistos dos ímpúlsos recalcados no inconciente; por outra parte se nós anulamos suas desfigurações, espreitamos o pensar  pre-conciente em estados de concentração interna que no curso do dia não teriam chamado a sí a conciência.Ninguém pode praticar a interpretção do sonho como atividade isolada. Essa constitue uma parte do trabalho analítico.De acôrdo com as necessidades dirigimos nosso interesse ora para o conteúdo ONÍRICO preconciente ora para a contribuição inconciente à produção do sonho, frequentemente também negligênciamos um elemento em favor do outro.Também nada adiantria o fato de alguem querer propôr-se interpretar sonhos fora da psicanálise. O mesmo não escaparia às condições da situação psicanalíticas e, quando trabalha seus próprios sonhos, empreende sua própria auto-análise. A nota não é para aquele que renuncia à cooperação da pessoa que sonha, e que quer efetuar a interpretação dos sonhos por intuição.Todavia esta interpretação do sonho sem atender às associações do indivíduo é também, mesmo no caso mais favorável, uma obra não científica de virtuoso e de valor muito duvidoso.Se realizamos a interpretação do sonho segundo o único processo técnico que se justifica, percebe-se lógo que o resultado depende absolutamente da tensão de resistênça entre o eu desperto e o inconciente recalcado. O trabalho sob " alta pressão de resistência", exige como expuz em outro lugar, uma outra conduta analítica diferente da do caso de baixa pressão. Na análise durante longo tempo temos que enfrentar fortes resistências que ainda não são conhecidas e que em todo caso não podem ser vencidas enquanto permenecem ignoradas.Não é, pois, de admirar que não se possa traduzir e aproveitar senão uma certa parte das produções dos sonhos do paciente e esta as mairia das vezes não completa. Mesmo quando pela nosso pericia chegamos à situaçao de compreender muitos sonhos para cuja interpretação o indivíduo forneceu poucas contribuições, devemos ficar advertidos de que a certeza de tal intepretação é duvidosa e temos dúvidas de impor nossas suspeitas ao paciente. Objeções críticas dirão agora; se não conseguimos a interpretação de todos os sonhos que trabalhamos, não devemos também afirmar mais do que podemos sustentar e temos de contentar-nos com a declaração de que alguns sonhos devem ser rconheidos pela interpretação como significativos e de outros não o sabemos.Mas precisamente a dependencia do resultado da interpretação em relação à resistência absoluta o analista de uma tal modestia.Ele pode vir a saber que um sonho a principio incompreensível na mesma sessão ainda se torna claro depois que se conseguiu remover uma resistência do individuos por meio de palavras felizes. Subitamente se lembra este duma parte do sonho até então esquecida e que dá a chave para a interpretação ou estabelece uma nova associação com auxílio da qual o que está obscuro, se elucida. Acontece tamb em que após meses e anos de trabalho analitico retrocedemos a um sonho que no inicio do tratmento parecia absurdo e incompreensível e que agora graça aos conhecimentos desde então adquiridos adquire um esclarecimento completo. Se nós tiramos da teoria do sonho o argumento de que as atividades  ONÍRICAS INFANTIS que servem de modêlo têm sempre sentido e são facilmente interpretadas, achamo-nos autorizados a afirmar de que o sonho e duma maneira geral uma creação psíquica interpretável, ainda que a situaçao nem sempre permita a interpretação.Quando encontramos a interpretação de um sonho, não é sempre fácil decidir se ela é " completa ", isto é, se também outros pensamentos preconcientes não se exprimirm por meio do mesmo sonho.Deve-se então considerar como provado aquele sentido que se pode relacionar com as lembrnças do indivíduo e a apreciação da situaçao, sem que por isso se deva  sempre rejeitar a outro sentido.Devemos acostumar-nos com o  fato de uma tal multiplicidade de sentido dos sonhos.De mais esta nem sequer se deve atribuir a uma imperfeição do trabalho de interpretação. Ela pode do mesmo modo ficar presa às próprias idéias latentes do sonho. O caso de nos ficarmos na incerteza se uma expressõ que ouvimos, uma explicação que recebemos permitem esta ou aquela interpretação, indica além de seu sentido  patente ainda algo outro, ocorre também na vírgília e fora da situaçao da interpretação  do sonho. Os interessantes fatos do mesmo conteúdo manifesto do sonho exprimirem simultaneamente uma série concreta de representações e uma consequência de pensamento abstratos que se baseia na primeira, acham-se muito pouco investigados. O trabalho do sonho naturalmente tem embaraços em encontrar os meios de represenções para pensamentos abstatos.Um ótimo final de semana para todos(as) é que deseja Dalvino José Zeferino.
7月24日

OUTROS TRABAHOS E OUTRAS PESSOAS(SOBRE FERNANDO PESSOA)

Após esse contato com a produção poética de Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Fernando Pessoa ortônimo, você ja deve ter conseguido formar um painel da obra pessoana, com seus detalhes e complexidades.Há ainda algumas pequenas coisas que podem ser incorporadas a esse painel.É verdade que, no que diz respeito à poesia,os quatro poetas acima citados formam o que há de mais significativo no fenômeno Fernando Pessoa.Não deixa de ser interessante, de qualquer maneira, ampliar nossa visão do poeta-poetas, dedicando algumas palavras aos outros interesses de Pessoa.Ainda dentro do campo da poesia, podemos falar de um heterônimo não - desenvolvido pelo poeta, Coelho Pacheco, auor de um único longo poema conhecido pelo primeiro verso ( " Para além do outro Oceano " ).Notam-se em Coelho Pacheco algumas características que seriam aprofundadas por Álvaro Pacheco algumas características que seriam aprofundadas por Álvaro de Campos e Alberto Caeiro. Há ainda os poemas escritos em inglês parte da obra do poeta em que, entre 1903 e 1909, circula a figura semi-heterônima de Alexandre Search e em francês. Fernando Pessoa, também se dedicou à tradução poética, deixando-nos belas recriações de poemas de Edgar Allan Poe e outros.a prosa de Fernando Pessoa nos mostra uma diversidade espantosa de interesses.Encontramos escritos filosóficos, literários, políticos contos de raciocínio, e até mesmo tratados sobre o comércio.Merecem destaques as figuras semi-heterônimas de Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, autor do "  livro do desassossego ",espécie de diário íntimo e filosófico, e de Antônio Moura, " continuador filosófico da obra de  Alberto Caeiro ",pensador que se propunha " a provar a verdade do paganismo ".Há ainda as figuras do Barão de Teive, fidalgo intelectual. Frederico Reis, que  assina um artigo crítico sobre a obra de Ricardo Reis; Pero Botelho, escritor de contos filosóficos.Se a  imagem do poeta que você havia formado era ampla e rica e detalhes, perceba  como agora se torna ainda maior, mais envolvente, mais intrigante. Pessoa sempre se refere a semi-heterônimos e heterônimos que estriam em fase de " gestação ".Temos assim a visão nítida de sua proposta de criação incessante, interminável.Segundo o poeta-poetas:CONCLUSÃO. Nesta altura da nossa " aventura pessoana ", você devera estar pensando : " Que má sorte me fez cair, por leitura, em meio de um manicômio?.É um poeta dramático que não é um so poeta, mas são quatro; é uma série de projetos de outros poetas e escritores, que, no fundo, retornam a um mesmo criador comum!.Enfim, o que pretendia Fernando Pessoa ( ou quem quer que seja realmente esse poeta-poetas) com tudo isso?.Provavelmente, o poeta pretendia muita coisa.Ou, quem sabe, " pretendia nada ".Do corpo desse " nada que é tudo ", extraímos alguns caminhos de interpretação, que, de forma alguma, se propõem a esgotar o que não se esgota. Uma primeira trilha interpretativa pode ser encontrada num projeto editorial do próprio poeta. Fernando Pessoa pensava em publicar a obra de seus heterônimos, a fim de " estabelecer um neopaganismo português, com varios autores, todos diferenes, a coloborar nele e a dilatálo ".Nesse projeto neopagão, Alberto Caeiro teria o papel de Mestre, seguido poeticamente por dois discípulos ( Ricardo Reis Álvaro de Campos) e um continuador filosófico (antonio Mora).Haveria, ainda um segundo filosofo, cujo nome o poeta não definira.Tudo o que já dissemos sobre um possivel sentido para o fenômeno Fernando Pessoa se tornou concreto por meio da linguagem.Essa é uma certeza que temos.acima de qualquer proposta neopagã de reconstrução da super Nação, somos tocados e sensibilizados pela fatura artística de Pesasoa, que chega a nós utilizando a lingua em suas possiblidades poéticas. Pessoa é, acima de tudo, um artista privilegiado da palavra. Nesse sentido, a lingua assume proporções capazes de envolver tudo o que forma o fenômeno pessoana, a  ponto de encontrarmos a seguinte síntese no " Livro do desassossego"( atribuído a Bernardo Soares): " Não tenho sentimento nenhum político ou social . Tenho porém , num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa." Afinal, " gosto de dizer.Direi melhor: gosto de palavrar.As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas." As trilhas apresentadas acima são apenas trilhas. Como toda obra de arte bem construída, a obra e Pessoa nos deixou uma arca com, ainda hoje, cerca de ... 20.000 originais que continuam inéditos !.Como diz Leyla Perrone Moisés, " a impressão que se tem agora é que a obra pessoana está em permanente expansão, como se o Poeta, tão discreto, tivesse conseguido esconder-se no fundo da arca e aí continuasse eternamente vivo, produzindo novos e copiosos escritos ". Tenha todos(as) um ótimo final de semana é o que deseja ,Dalvino José Zeferino.
7月23日

A FELICIDADE ONJUGAL É MUITO RARA. MAS, TAMBÉM QUANDO ACONTECE, É EXTRACONJUGAL !

Depois que ela nos mata ou matamos por ela, no tempo presente a realidade não exist.Só resta o mito. só existe o mito.Que se estrafica em nós e se torna a verdade absoluta.Quando recordamos alguma coisa do passado na verdade recordamos o que já tinhamos gravado antes como recordação.Entenderam.Não?.Ainda bem.Vamos em frente.Ou vão ler a literatura infantil de Sigmund Freud. Mito.A começar pelo maior deles, a Religião.Em todas as suas formas.Inútil e fundamental;sem religião. o mundo explodiria.Religiosos comem e não comem segundo mandam os iluminados, cortam o prepúcio, nada contra ainda que herege tambem sou circuncidado, embora por motivos práticos.Outros ajoelham diante de mais " santos" do que o ano tem dias, usando como vênia o maior logotipo do mundo ocidental, o sinal da cruz.E há bilhão que reza cinco vezes por dia virado pro lado de lá, dança de vez em quando em volta de uma pedra.Tudo, admito fundamental à preservação da epécie, enquanto aumenta suas reservas nucleares.Mas deixa prá la os grandes mitos e fica nos domésticos. Poderia apontar ; o tempo de vida(Tempo de vida é o que temos pela frente.O que já vivemos é tempo vivido.)Vou citar dois exemplos mitológcos. Um monumental a célebre disputa Brasil X Uruguai. Um bilhão de pessoas ! . Lotaram o estádio, Maracanã, o maior do mundo ! Disputa emocionanate ate a entrada do gol fatídico que deu a vitória do Uruguai. Pior, o mesmo gol tirou a vitória certa do  Brasil .E o segundo podemos citar a DEMOCRACIA DO NOSSO PAÍS, convivemos democraticamente, mas não aceitamos certos acontecimentos que revolta o povo brasileiro, são o despreparo de nossos policiais, que ainda não preparados matam os nossos irmãos, descumprindo ai um papel, que poderia ser desempenhado pela lei, e as vezes faltam o preparo, e ai quem paga, são os inocentes, que pagam os seus impostos e acabam tendo suas vidas brutamente ceifadas, pela força policial. Um caso que nos pega desprevenidos, para receber tamanha notícia, as MORTES DOS BEBÊS, naquela UTI pediátrica de uma grande capital do norte do país , não haveria nem sinos nem igrejas o suficientes.Não sabemos ainda o números exatos dos bebês mortos,ninguém controla a vida, me dizem quando isso, nos pega de surpresas com esss noticias, apesar das maravilhas da medicina, quando o hospital é limpo, o médico não está totamente exausto, a enfermeira é bem treinada e os doentes em casa não vivem no esgôto ou nos lixões, ninguém controla a morte. A vida, ah essa a gente devia controlar ao menos um pouco melhor. Para que os sinos das cidades onde morrem centenas de bebês, por inoperância e desinteresse não derretam de tanto bater o toque dos mortos inocentes, nossas vozes não se afoguem de dor no escuro dos quartos, e nunca mais um adolescnte derrotado tenha de levar no colo, à frente de uma carreta cheia de minuscuos caixoões empilhados, o corpo de seu filhinho, que nós, todos como cidadãos, procuramos alertar todos os hospitais para essa verdadeira situação lastimosa. Um ótimo dia para todos (as) é que deseja Dalvino José Zeferino.
7月22日

ASAS DA LIBERDADE ( DE SUELY ROCHA)DIVULGANDO O SEU LIVRO

SUELY MOT DA ROCHA, nasceu em Estreito (MA), filha de Cícero da Silva Rocha e Luzia Mota da Rocha, desde pequena começou sua peregrinação pelas estradas da vida junto à sua família, pois o pai trabalhava em uma firma, por isso paravam pouco tempo nas cidades por onde passavam, aos 13 anos, volta a sua terra natal onde viveu sua adolescência e juventude, atuando no grupo de jovens (Jovens Missionários de Cristo).Em 1994, ingressa na vida religiosa na Consagração das Missíonárias de Jesus Crucificado, ficando nessa Instituição .Em 2002, participou do I concurso de Poesias e Crônicas Tocantinense e ganha em segundo lugar com a poesia: " O BRASIL QUE EU QUERO ". Em 2004, conclui o curso Normal Superior, dando mais passos para sua formação profissional, hoje reside com seus pais em Tocantins no Maranhão, Tocantins considerado por todos brasileiros, como a capital da SOJA, 9,5% das suas semente do agronegócio sai de lá. SUELI ROCHA, desperta para o amor a poeia, quando encontra com Deus, na sua passagem com o grupo de jovens Missionários de Cristo; veja um dos seus trabalhos a base da conquista humilde no seu despertar de poetisa:
 
                                                                            CATEQUISTA
 
                                       Sou alegre e animada,
                                       Sou Igreja, por isso sou engajada.
                                       Não posso me acomodar, quero participar
                                       anunciando a palavra, como é bom evangelizar !
 
 
 
                                       Sou informada e não alienada,
                                       para ser catequista é preciso estar preparada
                                       para enfrentar a realidade com mais profundidade,
                                       denunciando as injustiças e pregando a verdade.
 
 
 
                                       O verdadeiro catequist testmunho deve dar,
                                       para despertar outros e evangelizar,
                                       assim como Jesus que nos deixou essa lição
                                       unindo fé e vida cumpriremos nossa missão !
 
 
                    Todos os contatos, para serem conferidos, pode serem feitos diretamente com a Poetisa Suely, ela atende em sua casa pelos telefones 063 - 3531-1108  ou   063 9995-4562, também fornecerá seu site.
                    Um ótimo inicio de semana para todos(as) é o que deseja Dalvino José Zeferino.
7月19日

A CRIANÇA CRESCEU VIROU MENINO, QUE É O PAI DO HOMEM (POR DALVINO jOSÉ ZEFERINO)

Esta frase da escritora Lya Luft, serviu como título para  uma crônica de Machado de Assis, e agora eu o " roubei "ao comentar o peso a infância em nossas vidas, desde a idade infantil ,a puberdade,da adolecência agora para a vida adulta:pois nascemos da criança nascida das nossas mães.Nossa primeira raiz, a mais funda, vem do garoto alegre correndo com seus amigos ou maltradados em casa; da menina que se sentia amada ou brutalizada, quem sabe ridicuarizada.Até o fim guerreamos com aquelas arcaicas realidades ou fantasmas: anistiar uma infância dificil é trabalho de guerreiros, e guerrear é parte do destino humano.Somos filhos  daquelas crianças.Temos de crescer também superando o que ficou de inibidor, até aniquilador, daqueles tempos e daquelas experiências.Vamos desabrochar melhor com o adubo do afeto, do bom humor e do respeito, e definhar no veneno da excessiva exigência, ou da aridez, mesmo que houvesse briquedos caros pelo quarto.Nosso comportamento adulto é assim marcado, mas não fatalmente determinado.Bem diferente de assumir o papel de vítima, eternos chorões acusando pai e mãe, curtindo ressentimentos que tornarão bem mais difícil inventar outros jeitos de viver a nossa própria família, quando adultos.Neste mundo em mudanças rápidas e complicadas, a família, aquela que nos foi negada sem escolha nossa, e essa que criamos para nós; (para felicidade ou desastre), volta a ter grande importância.Essa ênfase no conceito " família",como ponto de apoio e construção numa sociedade fragmentada e desorientada se dá, ironicamente, quando essa mesma família sofre grandes transformações: os casamentos já não são para sempre( com exceções felizes ou sofridas).Crianças aprendem a lidar com novos sentimentos em relacionamentos novos: a namorada do pai, o companheiro da mãe, os meios - irmãos . Filhos têm muito mais liberdade.Quebram-se em muitas coisas padrões de comportamento que duravam décadas ou séculos, e ainda não se cistalizaram novos.Tlvez nem se cristalizem mais, nessa cultura do efêmero.Mas continuamos filhos das crianças que fomos.Escrevendo Mar de Dentro, memórias de minha infância, entendi que para me conhecer um pouco melhor , e são as minhas obras, " O COMPLEXO EMOCIONAL DO SER HUMANO " e " O MUNDO SEM FRONTEIRA ",é preciso procurar ali: pois a criança e o homem de hoje, a responsabilidade talvez que tenho pelos meus filhos, que são muitas e continua, sendo responsáveis por eles.Qual seu conceito de família, de que vocês, principalmente você leitor, é uma pergunta frequente. Repito que é aquele grupo de pessoas que não são presente nas vidas dos seus familiares , não reconhece a responsabilidade que tem , com todos que os amam, que são seus filhos.Pois é ou nos ensinam que os filhos são objetos nossos, é de total responsabilidades nossas que somos pais, ou que pais têm de ser perfeitos são coisas asustadoras nos dois casos, pois a realidade é assim.Talvez haja uma visão mais equilibrada, até onde se equilibram relacionamentos humanos.Filhos são, sim, grave responsabilidade nossa.Mas são ao mesmo tempo pessoas: precisam crescer, amparados e cuidados pelo nosso amor, não podados pela nossa insegurança.Pais deveriam, sim, ser presentes, responsáveis, interessados e carinhosos, não idealizaos pela nossa infantilidade, e depois cobras por não corresponderem a essa fantasia.Falar é fácil, eu sei.Escrever mais ainda, mas é minha profissão.Se a vida é um desafio, por isso tão interessante, construir uma família pode ser, mais do que contratempo e contrariedade, um desafio especial, e uma especial fonte de crescimento.Como agricutores, há que pôr mãos à obra: às vezes no barro ou terra, lidando com produtos tóxicos (ah, a alma intoxicada...), esperndo a chuva que não vem combatendo a seca que mata e a peste que estrungula.Mas quando a planta espia da terra escura, e começa a crescer com folhinhas ao vento e caule forte, tudo passa a ter outro sentido, sobretudo nossas lutas, dilemas e contrariedades; a criança que fomos continua nos parindo pela vida afora,ou  como é dado à luz a uma criança; com o amor e a dor e encantamento, cada um pelo seu lado, tanto como pai e quanto como filho, a vida sabe dar o testino, conforme os ensinamentos graças à Deus.Pense nisso, um ótimo final de semana para todos (as) é o que deseja Dalvino José Zeferino.
7月17日

"FASES DA VIDA HUMANA,COM JOGO DE SEDUÇÃO;POR DALVINO JOSÉ ZEFERINO

Não tenho o menor interess por escândalos púbicos ou privados (sobre os quais nunca se sabe a verdade toda), presentes ou passados, há coisas bem mais agradáveis, até fascinantes, a observar na condição humana com suas glória e suas trapalhadas . O que escrevo hoje nasce do muito refletir sobre a questão dos gêneros masculino e feminino, num eterno enfrentamento, que pode ser dança de sedução ou feroz batalha.Não precisam ser as bruxas queimadas nas fogueira católicas da Idade Média ou as curandeiras temidas em tempo primitivos; não precisam ser poderosas empresárias nem endeusadas modelos, jovens atrizes ou saltitantes socialites: qualquer mulher tem poderes.São bons ou maus.Alguns elas desconhecem, outros, manejam com perfídia.Ter um filho que o homem não queria, não planejava nem sonhava ( ou, se for muito jovem, não estava preparado para assumir) e um os mais negativos.Produzir filhos, não por vontade amorosa de homem e  mulher, mas para submeter o pai a uma responsabilidade, um elo e uma ameaça, vem precedido de frases como " .Claro que estou me cuidando.Claro que boto o DIU, claro que tomo a pílula".E depois: A pílula deve ter falhado, amorzinho, olha aí, surpresa, você vai ser papai".Por isso se desfazem casamentos trocam-se acusações e sofrem-se vexames, a vida muda, nem sempre para melhor.Tudo isso porque, em determinada hora de paixão ou diversão, a mulher, sabedora de que está pronta para isso, conhecedora ainda que inconsciente das artimanhas do seu corpo, aproveita a cegueira masculina e se abre para ser fecundada. Não me digam que o prazer nos embuece totalmente, que todos os homens são responsáveis e todas as mulheres leais.Não me digam que os homens não conseguem usar camisinha, que as mulheres ignoram contraceptivos ou desconhecem seu período fértil.E como exatamente nesse período, por sabedoria da mãe natueza, a mulher é ainda mais desejável.Não é difícil demais ter filho com um homem casado que  não queria se separar, um solteiro não  disposto a se comprometer, pelo menos não com aquela mulher, ou pelo desejo de prolongar um casamento falido.Isso faz da criança um cofre (grande ou pequeno), um seguro e uma arma.Não é uma regra: a imensa maioria dos filhos não nasce assim, mas acontece.Todos conhecemos mais de uma mulher; que os seus problemas serão resolvidos), se faz mãe, o que pode ser uma assustadora imagem para muitos varões nossos.Quanto dinheiro, quanta culpa, quanto erro, quanta infelicidade assim se gera !. Sobre filhos indesejados, diziam minhas remotas avós: ." Os homens são muitos bobos nesses assuntos, deixam-se enganar por qualquer espertalhona".Num barraco, numa mansão ou num hotel de luxo, fazem-se crianaça que servem aos interesses da mãe.Se nem todas as mães solteiras ou mães de filhos de fim de casamento são espertas, nem todas são coitadas.Alias, acho pouco coitadas as mulheres em sua maioria: submissas muitas são, nem sempre por fragiliade, no jogo que também existe em qualquer relação, nem sempre um jogo positivo.Às vezes algum interesse mais alto aí se levanta: escapar da vida com  pais na ilusão de uma liberdade maior, manter o status de casada que para algumas é importante, adquirir o status de mãe, manter " unida" uma família neurótica e hóstil, garantir a pensão ou ameaçar com segrêdos de alcova, que tanto susto pregaram e tanto mal fizeram a muito incauto dom-juam. O lema nesses casos é " Prenda seu homem tendo um filho".a criança é o que menos importa.Não é um poder muito nobre esse, não é uma postura muito elegante, e é uma partezinha do poder feminino de que se fala pouco.Penso que um duplo arquétipo muito forte de mulher e de mãe leva tantos homens a cair no conto do filho surpresa. No imaginário  de cada homem, a figura materna ergue um dedo ameaçador, e a feminina abre as pernas sedutoras. Ah, o poço sem fundo, a fenda  fascinante que pertubou tantas ingênuas ou brilhantes cabeças, fez dobrar o joelho os mais simplórios e os mais ilústres,  deixando-os na condição de réus. Nunca achei que a natureza fosse sábia o tempo todo. Às vezes nos  prega peças, às vezes é cruel, às vezes parece obtusa e às vezes há de estar dando risadinhas, balançando a cabeça como uma velhíssima avó diante das trapalhadas juvenis da estranha espécie  humana que somos.Você pai, você mãe, abrem os olhos e a libido dos seus filhos, pense nisso. Um ótimo final de semana para todos(as) é o que deseja Dalvino J.Zeferino.
7月15日

" ASAS DA LIBERDADE "

ASAS DA LIBERDADE, Nasce uma poetisa no coração do Tocantins.A arte é a mais sublime forma de expressão da vida humana, e quando vem desenhada de uma estonteante realidade cotidiana, se torna por demais interessante."ASAS DA LIBERDADE" é dessas obras literarias que vêm para se impor, marcar território, romper barreiras e testemunhar a história contemporânea.É uma obra  densa, fulminante, inquieta, que não se atem a rodeios par a expressar um forte apelo sentimental, social, religioso e à vida.Ler " ASAS DA LIBERDADE ", é se fazer  CAMINHEIRA a viajar pelo interior de um mundo real, onde se encontra a  RAZÃO DE VIVER, aprendendo a SER CRIANÇA, ouvindo o LAMENTO DO LAVRADOR, contemplando a CHUVA FINA, se perdendo em  DESENCONTROS, vivendo sem medo a UTOPIA de fazer o mundo entender que consciente do seu papel social e SEGUIR A JESUS.Mas, " ASAS DA LIBERDADE ", vai além, canta  a liberdade, idealiza um Brasil justo, enfatiza a saudade, mergulha no mundo empolgante dos sonhos, dos beijos, da amizade se lambuza de terra, clama pela paz, fala do amor e da dor, enfim trata de temas tão ligados a existência humana que incute em nossa mente uma interrogação: não é esta obra, o próprio homem?.Portanto, é oprtuno que parabenizemos  SUELY MOTA DA ROCHA,a poetisa de nossos tempo, que nasce no coração do tocantins, com a sua primeira obra Asas da Liberdade, o novo grito literário que ecoara os recantos desta amada terra, levando o leitor a refletir melhor sobre o que ele posssui de mais nobre e elevado, que é o seu apêgo a suas raízes, a sua responsasabilidade social, o seu amor pela vida e o seu temor a Deus.Mas, por que querer explicar o mundo belo que se esconde nas páginas de tão fecunda obra?.Não estaria sendo pretensioso ao tentar desvendar a magia e o encanto que envolverá a obra e o leitor?.Penso que o melhor entre o leitor e o livro, seja também um momento inteiro de liberdade e pensamento. Sueli Mota da Rocha nasceu em Estreito (MA), no dia 26 de dezembro de 1970, filha de Cícero da Silva Rocha e Luzia Mota da Rocha. A intitulação e a narração simbolica plantada na relva das terras, foi a minha maior cobiça, vamos nesse momento citá-la:LAAMENTO DO LAVRADOR -Aqui estou... levando uma vida monótona e de espera.Meus olhos viajam pelo horizonte e encotra a terra seca, o gado morto, as planatações castigadas e meus filhos fracos e tristes, por não ter em o direito de uma infância digna.Meu olhar é ansioso.Meus passos são lento e incansáveis na busca de água para saciar a sede e colocar na panela o pouco de comida que ainda resta.Por que continuar aqui?.Ah ! Porque ainda tenho esperança que um dia haja mais respeito à vida, e cavando esse chão muita gente ainda vai contemplar a água jorrar com abundância.Acredito no milagre da chuva, que ao cair faz florescer a lavoura,confirmando que nessa terra, tudo o que se planta dá.E quando a colheita for feita, a mesa se encherá de pão, e meus filhos fartos e felizes irão aprender a lição do livro porque a lição da vida eles já têm escrito na própria pele.Sueli hoje reside em Vila Velha -ES, é educadora com curso superior na área, e trabalha numa Instituição Municipal de ensino.Para conhecerem as pretensões sobre a autora, enviar emails, para Dalvino José Zeferino, um ótimo inicio de semana para todos(as) Dalvino José Zeferino.
7月13日

" DALVINO JOSÉ ZEFERINO //CRÔNICA DA VIDA MÃE

MÃE, ter a senhora como mãe, foi muito significativo para mim, sei que não andas mais com aquele pique de 50 (cinquenta) anos atrás,quando corria atrás de mim, com uma vassoura na mão para me bater, depois quantas das vezes brigava comigo , por causa das bolinhas de gudes, que perdia para o Adeir, um velho amigo que tinha como hobbe ser entendido jogador de bolas de gudes naquela fazenda, onde todos perdiam para ele, carregava até uma sacola para recolher todas as bolinha de vidros dos meninos perdedores, eu não fazia para perder, jogava mal e o Adeir , então dava um jeito, acertava todas e ganhava as rodadas, comprava e perdia, tanto nos jogos, quanto na pesca, ele tinha sorte, pegava os peixes, que não pescava, não tinha inveja, só que também queria ter aquela sorte, Adeir era uma fera mesmo, tanto como jogador, quanto como pescador.Lembro que minha mãe sempre fez os meus gostos, gostava de viajar para Vitória - ES, passear na casa da minha madrinha, e uma dessas vezes, o Miguelitto  nos levou para passear,saimos então da Rua Pereira Pinto n.37 na Ladeira São Bento Centro de Vitória-ES, com destino a Vila Velha - ES, precisamente a nossa visita tinha um lugar, o convento da Nossa Senhora da Penha, lá sempre existia as curvas e subidas íngremes, e ele o motorista Miguelitto, buzinava desde da  entrada da subida do convento até na última  curva, lógo acima já na chegada do estacionamento, e o gostoso dessas férias, assim posso lembrar, é que quando passeava no Centro de Vitória-ES, aqueles estudantes, que tinha ficado de segunda época aprontava nos ônibus,era uma bagunça só, eles faziam a farra, e não queria pagar a passagem, naquela época não existia a tradicional catraca,como hoje existe, o trocador cobrava um por um daqueles alunos que faziam este percursos, e lembro que o dinheiro, era dobrado no meio, por inteiro.Naquela época lembro do cheiro do pão-quente que a padaria Expresso da Rua Graciano Neves fazia, e o cheiro gostoso dava muita fome em mim,existia os bondes que trafegavam por toda a cidade, andei de bonde, da Pça;.Costa Pereira, até a Praia do Canto em Vitória, existia a Praia Comprida também, e Praia do Suá, a substração da Escelsa sempre foi o ponto de destaque da época, suas turbinas faziam um barulho e ruído muito grande, era dia e noite, ficava olhando aquele barulho estranho, até com pensamento de menino, ficava torcendo para dar uma pane.Mãe , que bom que tudo isso foi um passado em nossas vidas, e que hoje a modernidade chegou , para mudar, as mudanças estão ai, e nós envelhecendo com o tempo, mas o que resta de bom é a senhora no nosso pensamento,hoje agradeço a Deus, por ter me dado a mãe que a senhora é para mim, continua sendo, grandiosa, com o espírito desbravadora, uma mulher de fibra, que quis sempre o respeito de todos,e que jamais prejudicou alguém. que bom que a senhora existe no nosso meio, podemos hoje compartilha da alegria dos seus netos(as) e contar essas histórias, passadas com alegria de quem quer muito viver.Conseguimos superar muitas das coisas que não existia naquela época, principalmente as leituras eram feitas iluminadas por candinheiros(lampiões) a querosene, fomos ver energia elétrica, quando mudamos para Linhares-ES;tenho muito orgulho em ser seu filho, também de ter uma irmã (Daise Maria Zeferino Ramos) como irmã mais nova, menos 13 anos e de um pai, que me ensinou os primeiros passos, e fez com que a dignidade e a simplicidade vencesse a teoria dos magnatas e dos arrogantes, a honestidade do meu pai, é o meu orgulho de hoje.Um ótimo inicio de semana para todos(as) e um abraço de Dalvino José Zeferino.
7月11日

PAULO LEMINSKI (OGANIZAÇÃO E SELEÇÃO ALICE RUIZ S. E ÁUREA LEMINSKI

APRESENTAÇÃO - Poemas inéditos de Paulo Leminski compõem  o primeiro  volume da Coleção Catatau, criada para incentivar e divulgar a criação poética de autores conteporâneos.É uma vertente de dentro para fora, ou seja, mesmo que os  autores não seja curitibanos, sua criação esta intimamente ligada à cidade. O ex-estranho, este volume, nos ajuda a compreender a dimensão do polaco curitibano múltiplo que foi Paulo Leminski, autor do próprio Catatau que dá nome à coleção, ultimídia em si, Leminski teve editado seu Catatau em 1975,pela Grafipar.A Sulina reeditou o romance experimental do poeta em 1989.da própria obra, que vai um passo além da renovação de James Joyce e Guimarães Rosa, disse Leminski: " eu mesmo não consigo lê-lo de uma assentada porque lá pela página 60 estou desvairado e com a lógica  em farrapos ". OCCAM, personagem leminskiano, é a logomarca da  Coleção Catatau. Não poderia ser diferente:" se o calhamaço  catatau é sinônimo de monstro da Bahia, esse bicho é OCCAM, o espírito do texto, o texto mesmo". Perhappines e o evento, em sua oitava edição desde que Leminki deixou nosso convivio, em 1989.  Talvez felicidade, neste maio de 1966.Textos sendo, transformando  o nada do branco.Outos virão, como o pequeno tratado de brinquedos de Wilson Bueno e o livro de poemas de Marcos Prado.Marcam o Perhappines de Curitiba que fechou seu ano 303.Talvez feliidade, no ano 304 e daí para frente, na poética usina de sonhos que fortalece nosso espírito coletivo.Perhappiness com gosto de domingo.
 
                                                          Domingo
                                                          O canto dos passarinhos
                                                          é tão
                                                          doce que
                                                          da para por no
                                                          café.
 
                                                                                      Geraldo Pougy
                                                                Presidente da Fundação Cultural de Curitiba
                                                       
                                                                                                Maio de 1996
 
                     UMA  POESIA   EX - ESTRANHA  (  DE   PAULO  LEMINSKI )
 
                     O ex-estranho é uma seleção entre os últimos inéditos de Paulo.Veio junto com o La Vie em close mas um envelope à
                                                          Passageiro solitário
                                                      o coração como alvo
                                                         sempre o mesmo, ora vário,
                                                     aponta a seta, sagitário,
                                                        para o cenro da galáxia.
 
        Ambos estavam no envelope, logo depois do pequeno pré-prefácio, feito pelo Paulo, como uma pista de um título possível para este estranho livro ex.Entre as cento e poucas páginas fomos, eu e Áurea, fazendo nossa seleção separadamente e depois as comparamos discutindo os porquês das poucas escolhas ou exclusões que não conincidiam.Nesses momentos, contamos também com a opinião da nossa poeta Estrela.Lá estavamos, as três, como tantas vezes, reunidas em torno da palavra.E agora, como antigamente, tinha também a palavra do Paulo.E sua ausência.E a necessidade de rigor mandando a saudade ficar quieta para o coração poder pensar.Para nos apoiar como guia, o poema " depois de muito meditar", nos dizia : relaxe, é só seguir o coração, ele faz a escolha.Chegamos a quarenta e poucos poemas.Podia ter mais.E tinha.Todos os poemas e poucos poemas.Todos os poemas que fizemos, um para o outro, guardavamos em uma pasta com título de AMOR.Vários já foram publicados, outros provavelmente não serão, por serem excessivamente pessoais mas, entre eles, encontramos alguns que, por sua qualidade, tinham que estar presentes neste último livro de poemas;são o anéxos final com o título " Parte de AMOR". Vão de 1968 a 1988.Os poemas inéditos pubicáveis acabam aqui.Ainda falta trabalhar na prosa deixada, contos, ensaios, uma novela.Tinha o seu tempo. O tempo agora é de poesia.Uma poesia que registra sua paixão pela palavra, como em " Invernáculo", seu compromisso com a religiosidade como em, entre outros, " Amar armas debaixo do altar", poesia como um ato de fé em " Sacro Lavoro " e outras tantas despedidas de coisas e pessoas que ele amou.Não há o que dizer sobre esta poesia que ela mesma jão não diga, nem estou aqui para falar dela. Minha função é reuní-la com o respeito pela qualidade que o Paulo sempre exigiu e defendeu, sem permitir que treinos e execícios venham a público, como muito ja se viu acontecer depois que um artista se vai;aqui fica este poeta que se foi.Estranho e estangeiro na experiência vida.Mas porque é ex-estranho, quem sabe, agora, totalmente em casa. Curado da tarefa de viver, esse, para quem " viver não tem cura".( Alice Ruiz S.).Um ótimo final de semana para todos (as)Dalvino.
7月6日

FERNANDO PESSOA

FERNANDO PESSOA- Esse é , com certeza, o texto mais discutido (e um dos mais inesgotáveis) de toda a obra pessoana.Nele, o poeta mergulha num questionamento que diz respeito a a toda criaçao artistíca e, em particular, a criação literaria:a possibilidade de artista recriar a realidade trabalhando a partir de suas emoções ou mesmo "voando outro",como diz Pessoa.De qualquer forma, o artista transforma-se num criador de mundos, de sonhos, de ilusões, de verdade.Picasso afirmava sempre que " a Arte é uma mentira que revela a verdade".A partir dessa conceituação, entramos na discursão sobre a sinceridade / insinceridade do artista, o maior ou menor grau de verdade/mentira da obra de arte.Enfim: o artista é um fingidor?.Com a palavra,Fernando Pessoa: "Mantenho, é claro, o meu propósito de lançar pseudominamente a obra Caeiro-Reis-Campos.Isso é toda uma literatura eu criei e vivi, que é sincera, porque é sentida, e que constitui uma corrente com influência possível, benéfica incontestavelmente, nas almas dos outros. O que eu chamo literatura insincera não é aquela análoga à do Alberto Caeiro, do Ricardo Reis, ou do Álvaro de Campos.Isso é sentido na pessoa de outro, é escrito dramaticamente, mas é sincero ( no meu grave sentido da palavra) como é sincero o que diz o Rei Lear, que não e Shakespeare, mas uma criação dele.Chamo insinceras às coisas feitas para fazer pasmar, e às coisas, tambem, repare  nisto, que é importante, que não contêm uma fundamental idéia metafísica, isto é, por onde não passa, ainda que como um vento, uma noção da gravidade e do mistério da Vida.Por isso é sério tudo o que escrevi sob os nomes de Caeiro.Reis,Álvaro de Campos.Em qualquer destes pus um profundo conceito da vida, divino em todos três, mas em todos gravemente atento à importância misteriosa de existir."Em outro momento, Fernando Pessoa afirma que " sentir é compreender.Compreender o que outra pessoa sente é ser ela.Ser outra pessoa é de uma grande utilidade metafísica".O que  vai dito acima serve como material de reflexão, como subsídio para que possamos pensar no poema "autopsicografia". Observe que o primeiro verso é uma afirmação categorica de Pessoa: " O poeta e um fingidor", ponto. Os três versos seguintes ampliam ( e cofirmam) o que vai dito no primeiro versos. Assim, essa primeira estrofe nos remete a uma relação fundamental: ça do artista e sua obra, o poeta e o poema. A segunda estrofe muda o foco para outra relação, não menos fundamental: a da obra com o público, o poema e o leitor. Observe que a interprestação dessa estrofe depende da compreensão das estruturas em que surgem os pronomes relativos ( que ) e os pronomes demonstrativos (os,o,as), facilitando, assim, a identificação os sujeitos das formas verbais.Repare que as formas verbas que aparecem na terceira pessoa do plural (lêem, sentem,têm) apresetam como sujeito eles, os leitores;as formas verbais na terceira pessoa do singular apresentam como sujeito ele, o poeta.Dessa forma, temos:
                                                                     E os (leitores) que lêem (aquilo) o que ( o poeta) escreve,
                                                                     Na dor lida sentem bem,
                                                                     Não as duas (dores) que ele ( poeta ) teve,
                                                                     Mas só a (dor) que eles (eitores) não têm.
 
                       A terceira estrofe é a consequência, produto final das relaçoes abordadas anterioromente.Enquanto os leitores não sentirem ( "sentir é compreender") a do do poeta, em sua plenitude, estarão se iludindo, " girando o coração, esse comboio de corda, para entreter a razão".Fernando Pessoa Fecha assim, o ciclo: poeta / poema / leitores / repercusão. Um ótimo inicio de semana para todos(as)é o que deseja Dalvino José Zeferino.
 
7月5日

RUBEM ALVES / DO LIVRO UM CÉU NUMA FLOR SILVESTRE/ ÀS PAGS. 47 A 51

NELSON FREIRE- Manoel de Barros escreveu: " O artista é um erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito ".Escreveu bem.Porque o normal é que a natureza produza coisas  parecidas, diferentes umas das outras, mas não muito, tudo dentro da medida.De vez em quando, entretanto, ela erra.Aí surgem coisas assombrosas, inexplicáveis, como é o caso dos artistas.Minha explicação e um pouco diferente.Acho que não é erro da natureza.Imagino que os deuses, mais parecidos com os deuses gregos que moravam no Olimpo que com o sisudo Deus cristão, vez por outra tomam uma bebedeira e, nesse estado, descem à Terra e fazem amor com as mulheres.É então que nascem espantos como Fernando Pessoa, Guimarães Rosa,Monet, Mozart e Nelson Freire.Sobre esse último, Nelson Freire, é preciso voltar a uma pequena cidade do sul de Minas,Boa Esperança.Desconhecida,ficou famosa por causa de uma canção que o Lamartine Babo escreveu para se curar de uma paixão que moreu antes de nascer:"Serra da Boa Esperança".Murilo Mendes,mineiro de Juiz de Fora, descreveu a sua cidade como a cidade dos pianos.Isso tanto é verdade que meus avós enviaram minha mãe adolescente para la, para se aperfeiçoar no dito instrumento.Sendo a cidade de muitos pianos,seria de esperar que muitos pianistas nascessem lá.Mas isso não aconteceu.Aconteceu com Boa Esperança.Boa Esperança não era cidade dos pianos.Pianos lé eram coisas rara.Já contei do que aconteceu  com o piano que minha mãe ganhou do meu avô, como presente de casamento.Importado da Europa, ele la chegou nem sei por meio, causando alvoroço na cidade.Contratou-se um marceneiro para proceder ao desencaixotamento do mesmo, sob os olhos dos curiosos que se ajuntaram à frente da casa.O marceneiro, imagino que ele teria ouvido que pianistas usam casacas quando vão tocar piano; houvesse alguns onde as mocinhas tocavam valsas românticas.Mas os deuses,bêbados,perderam a noção dos lugares exatos, e o fato é que nasceu um menininho, filho temporão do farmecêutico José Freire e de dona Augusta.Nelson.Eles tinham um piano, minha mãe,pianista, dava aulas para a Nelma, filha do casal.Pois aconteceu que, um dia, dona Augusta estava na cozinha e ouvia a Nelma tocar um execício, provavelmente do Czerny, errando sempre numa passagem mais complicada.Veio um silêncio.Dona Augusta pensou: a passagem sem tropeçar! que estava ao piano.Era um menino de três anos que nunca tivera lições de piano. O Nelson Freire deu o seu primeiro concerto aos quatro anos. O maestro Fernando, de Varginha, seu primeiro professor, ao cabo de seis meses disse que não tinha nada mais a ensinar ao menino.Mudaram-se então para o Rio de Janeiro.Lembro-me bem.Minha família também tinha se mudado para o Rio. Eu queria se pianista.Tinha 15 anos.Estudava piano quatro horas, por dia.Já fazia uns meses que eu estava tentando dominar a sonata " Patética", de Beethoven.Eram três da tarde.Eu estva estudando piano. Toca a campaninha.Eram dona Augusta e um pirralho de sete anos, o Nelson.Entram. O Nelson não deu bola para ninguém.Viu a partitura aberta, assentou-se ao piano e tocou a sonata.Aí eu compreendi que os deuses são injustos !.Bem que tem aquele salmo que diz:
                                       É inútil que levantes de madrugada,
                                       que trabalhes o dia inteiro.
                                       Porque Deus dá, àqueles a quem ama,
                                       enquanto eles dormem.
Tem o ditado que diz: " Deus ajuda a quem cedo madruga".Mentira. O ditado certo é: " Os que são amados por Deus não precisam madrugar...".Conclui que Deus não me amava.Ele amava o Nelson.Inútil me seria madrugar e estudar o dia todo.Eu nunca seria um pianista.A vida de pessoas como o Nelson se recobre de muitos e lendas.Nunca se sabe ao certo.Pois vou contar esse incidente que deve ser verdadeiro.O Nelson , meninote, terminara um recital no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.O público, de pé, aplaudia furiosamente.Em meio a todos aquele entusiasmo havia um senhor indiferente, que não batia palmas.Só olhava. O vizinho ficou indignado." Mas o senhor não se entusiasma com esse menino?.Ao que ele respondeu:Sou o pai dele.".Ele era bem jovem ainda e já merecia uma página inteira da revista Time, nos Estdos Unidos. O Nelson estava em Nova York e iria tocar o concerto n.1 de Branms, com orquestra.No dia seguinte um outo pianista iria tocar o concerto n.2, também de Brahms.São duas peças dificílimas.Pois o pianista do concerto n.2 ficou doente.Em desespero, o regente telefonou para o Nelson.Ele tocou os dois concertos.Para quem não faz idéia,é como correr duas maratonas, uma imediatamente depois da outra.O Nelson faz coisas que outros piaists nõ têm coragem de fazer.Um critico confessou sentia grande ansiedade ao ouvir o Nelson interpretando os sherzos de Chopin.Ele ficava pensando:"Ele não vai conseguir, ele não vai conseguir!. E arrematou: " Mas ele consegue sempre.".Ouvir o Nelson é, em primeiro lugar, uma experiência estética, de beleza.Depois, é uma experiência de assombro.Fico a pensar:Como é isso?.De onde vem isso?.Vale para ele o dito de Guimarães Rosa: " O que vou saber sem saber eu já sabia.".O Nelson já nasceu sabendo. Os professores na tradição de Sócrates, nada lhe ensinaram.só foram parteira que ajudaram a vir à luz ;o piano que já existia dentro dele.Ele e o piano são a mesma coisa.Eles fazem amor bricam um com o outro, sem precisar se esforçar. Os pianos soriem de felicidade quando ele se aproxima.Os estudos opus 25 de Chopin, o " Prelúdio" de Bach-Siloti, a " Totentanz" de Liszt, o " Carnaval" de Schumamann: ça música flui tão fácil quanto a respiração.Não funcionaria com violino, com violoncelo.Com violino ou violoncelos é provável que o Nelson fosse tão medíocre quanto eu ao piano.Outros nasceram com violinos e violoncelos dentro deles.Não funcionaria com piano.Que mistério é esse? Será que os pianos, violinos e violoncelos são seres que existem num outro mundo e que descem a Terra dentro dos corpos de  anjos escolhidos?.Os artistas me fazem acreditar em anjos.Deus de vez em quando tem dó da nossa condição e nos envia esses seres inexplicáveis para que experimentemos a  alegria do mundo de beleza perfeita.Tenho, como um troféu, um CD com suas gravações de Schumann, que ele me  enviou com uma dedicatoria.Que bom que haja CDs?.Um ótimo final de semana para todos(as) é o que deseja Dalvino José Zeferino.